capítulo 48.

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meta: 500-500! pois vocês esqueceram de comentar, vou fazer greve de atualização se as metas não baterem.

CASSIE.

— Bom dia, amor.

Me sentei na cama e sorri pequeno ao ver Gabriel já em pé enquanto vestia o uniforme de treino do Arsenal.

— Bom dia, vida.— respondi ao me levantar e ir direto para o banheiro.— São que horas?

— Sete e pouca, já tem que ir também?

— Não, tenho tempo.— respondi, lavando meu rosto e dando uma escovada nos meus dentes.

Quando sai o abracei, ganhando um beijinho de bom dia e eu fui até meu celular para ver se Tyler já tinha mandado mensagem, mas até agora nada, então o guardei no bolso do pijama e desci junto com o Gabriel para não ficar no quarto sozinha.

João nos recebeu animado na cozinha, e vi que Elizabete também estava ali tomando café.

— Vocês sempre acordam cedo assim?— cocei os olhos, queria mesmo era voltar para cama e passar mais cinco horas ali.

— Sim.— meu sogro riu, comendo um pedaço de pão.— E você, tá acordada agora por que menina?

— Trabalho.— sorri fraco, pegando a caneca que Gabriel me estendeu, quase vazando de tanto chocolate quente que estava ali.— Obrigada.

— Fui eu que fiz, não sei se ficou do jeito que você gosta mas dá pra beber.— Elizabete disse, quando me sentei ao seu lado e eu neguei com a cabeça.

Estava gostoso, essa mulher tinha talento e eu não ia mentir. Tinha que elogiar mesmo, ainda mais por ela ter feito algo que eu gostava só para agradar.

— E você já vai voltar a trabalhar, é?— João perguntou, olhei de lado para o Gabi que comia um pedacinho de pão em silêncio.

— Vou, tenho três sessões marcadas já, sogrinho, não posso correr pra sempre.— respondi sincera.

— Qualquer coisa você avisa pra gente, ou manda o Gabriel te levar e te buscar, tá?

Olhei para o meu namorado e ri de sua feição.

— O seu filho aqui, também vai trabalhar.— apontou para si mesmo.— E eu já falei que se ela quiser que eu vá, eu vou.

— Não precisa.— Eu ri, antes que o João pudesse rebater ele.— Na verdade, eu queria levar a Elizabete….

Ela me olhou confusa, assim como os outros dois Martinelli's na mesa. Eu tentei não ficar vermelha com os três me olhando com expressões parecidas no rosto.

— Eu?

— É, se você quiser.— falei, dando um gole no meu chocolate para não ficar com a garganta seca.— Meu primeiro compromisso é num salão, para Kérastase e você é muito bem-vinda pra ir e dar um trato no cabelo, o que quiser…. Não sei.

Resmunguei, ficando meio perdida.

— Eu acho uma boa ideia.— Gabriel sorriu na minha direção e depois olhou para a mãe, que parecia pensar.— Aproveita e manda pintar esses cabelos brancos aí!

— Você é ridículo.— João revirou os olhos, mas prendia a risada e Elizabete lançou um olhar mortal para ambos.

— Então vocês acham que eu devo ir no salão porque meu cabelo está relaxado demais? Estão me chamando de desmantelada?

Engoli o seco, arregalando os olhos e me perguntando mentalmente se era possível eu fingir um desmaio agora.

— Mãe, fala que é brincadeira antes que você mate a minha namorada, por favor.— escutei o risinho do Gabriel.

Em Off | Gabriel Martinelli Histórias para pegar e não largar. Descubra agora