"Escondido é mais gostoso." era o que sempre falavam, mas Cassie sabia que na verdade as coisas eram bem diferentes quando se tratava de famosos e a perseguição da mídia sobre eles.
- Gabriel Martinelli fanfic. +18
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@cassiedavis: criando memórias por aí. 🧚♀️
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CASSIE.
Senti Gabriel buscar minha mão e entrelaçar nossos dedos. Parei de ler os comentários da minha foto na hora, lhe dando total atenção.
Estava um pouco receosa, já que seus pais estavam em nossa frente, mas deitei a cabeça em seu ombro, olhando para nossas mãos juntas.
— Você veio sozinha, Cassandra?— João, o pai de Gabriel, me perguntou nos olhando com um sorriso no rosto.
— Vim com meus pais, na verdade.— Soltei uma risada.— Estamos lá no Four Seasons.
Elizabete me encarou interessada pela primeira vez desde que eu a vi.
— Depois me passa o contato do seu pai, estou precisando de alguns amigos da minha idade aqui.— piscou e Gabriel riu.
— Doha vai ficar minúscula com esses dois.— Gabriel disse no meu ouvido e eu concordei.
— Você já conheceu ele, Gabriel? A Cassandra já nos conhece mas e você?
Seu João e meu pai juntos talvez não fosse uma boa ideia.
— Não conheci ainda não.— falou sem graça.— Só de vista mesmo.
— E eles te apoiam, Cassandra?— Elizabete me olhou.— Sua relação com o Gabriel?
— Sim.— respondi, sentindo ele tenso do meu lado.
— Quem não iria querer meu filho como genro, também?— João quebrou o clima tenso que estava na mesma e eu sorri agradecida.— Trata a menina direito hein, moleque, nao quero ouvir reclamação sua não!
Gabriel revirou os olhos e eu resolvi pedir licença para ir até o banheiro, queria entender o que eu havia feito para a mãe do Gabriel me fuzilar tanto. As mãos do Gabriel me seguraram antes de eu virar, nos encaramos por um momento, até ele me soltar, sorri agradecida. Andei em passos lentos, e fui cumprimentando quem eu via pela frente.
— Finalmente te achei!— Júlia veio andando na minha direção, e que mulher meus amigos.— 'Tá fugindo, Cass?
— Que nada.— ri sem graça.— Só preciso respirar um pouco, sabe onde que fica o banheiro?
— Respirar no banheiro nunca foi muito bom.— segurou meu braço.— Vamos dar uma voltinha por aí.
— Não vão reclamar? A área da família é só ali.— apontei para trás, deixando ela me guiar pelo hotel.
— Peguei o cartão do quarto do Vinícius, se alguém parar a gente é só mostrar.— tirou o objeto do bolso e sorriu. — A praia está aberta.
Nos sentamos na areia mesmo, sorte que ali não estava molhado. Júlia estendeu a jaqueta dela para se sentar em cima e eu agradeci, já que só estava de vestido, sem mais nada para cobrir meu corpo.