capítulo 38.

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vocês não bateram a meta no cap anterior, nem era pra eu atualizar mas fui boazinha, então batam a meta nesse capítulo. 🥱

Dei uma volta para que o Gabriel conseguisse ver o vestido que eu estava usando por completo, quase gargalhei de sua feição, sendo quase impossível de dizer se ele estava chocado, apaixonado, surpreso ou tudo junto

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Dei uma volta para que o Gabriel conseguisse ver o vestido que eu estava usando por completo, quase gargalhei de sua feição, sendo quase impossível de dizer se ele estava chocado, apaixonado, surpreso ou tudo junto.

— Gostou?— perguntei, chamando sua atenção enquanto voltava a me sentar em frente ao celular.

— Uhum, ficou lindona.— sorriu, ainda deitado do outro lado da tela.— Mas essa fenda na perna aí, vai fechar não?

— Claro que não, amor, o vestido foi feito pra usar aberto assim.— gargalhei.

— Cassandra, isso daí mostra a tua calcinha!— disse nervoso, arqueando as sobrancelhas juntas.

— Mas amor….— segurei a risada.— Se eu não usar calcinha, não vai ter o que mostrar.

— Pelo contrário, vão ver a tua buc- tua…— gesticulou com as mãos, parecendo incrédulo demais para continuar a frase e eu gargalhei.— Você acha isso engraçado?

— Acho.— dei de ombros, já me preparando para tirar a peça do corpo.— E não vão ver a minha piriquita, não é tão aberto assim!

Quase comecei a rir novamente com a palavra piriquita e como a expressão de Gabriel não havia mudado, ele me encarava como se eu fosse louca, negando com a cabeça.

Meu pai entrou no meu quarto e acenou brevemente para a tela, indo pegar alguma coisa dentro do armário que eu nem me importei para ver.

—Marcos, cola aqui rapidão!— Gabriel chamou alto e eu me virei para ver meu pai vindo em minha direção.

Já revirei os olhos, sabendo o que estava para acontecer.

— Esse vestido da Cassandra não tá muito aberto não?— perguntou bicudo e meu pai me fez levantar mais uma vez para ele ver.

— Que isso, filha!— ele se juntou ao meu namorado, que parecia satisfeito, só não sabia se era pela minha bunda estar quase na tela do celular ou por meu pai concordar com ele.— Não vai sair de casa assim.

— Ah, mas eu vou sim.— Cruzei os braços.

— Pode sair só com ele costurado de volta, cadê a pano daqui?— perguntou como se fosse um absurdo.

— Pai!— reclamei, revirando os olhos e ele gargalhou junto com Gabriel, o enviando uma piscada rápida.

— Já tô saindo, até amanhã.— se despediu do outro que acenou de volta.— Cassandra, sua avó já está quase chegando!

— Ok.— respondi simples, vendo ele fechar a porta.— Voltando, estou pensando em usar esse vestido no ano novo.

— Oxi, tu é do contra? Ano novo é de branco.— Gabriel rebateu.

Em Off | Gabriel Martinelli Histórias para pegar e não largar. Descubra agora