discussioni e panini

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Tradução : discussões e sandes

Depois de jantar , seguimos viagem foram mais algumas horas ate chegarmos a Portofino em Genova ( eu descobri porque foi lendo as placas pelo caminho). Fomos para uma casa com as paredes pintadas de amarelo que estava a beira mar. Ah já falei que voltamos ao silencio? Então sim nos voltamos.

- Helena vamos ficar quanto tempo ?

- o fim de semana inteiro em principio.

O fim de semana todo? Mas eu nem trousse roupa comigo!

- Se estas a falar daqueles farrapos velhos, não te preocupes eu já andava há uma tempo para ir contigo as compras . Alias não entendi porque não foste comprar quando te dei o cartão.- ela olhou para mim seria. Eu não me sentia bem em usar o dinheiro dela, não estava com vontade nenhuma de entrar naquele assunto. Então tentei fugir dele :

- Eu acho que vou descansar um pouco, estou cansado onde é o meu quarto?- Ela olhou para mim e deu um pequeno sorriso.

- São nove horas, vai te deitar tão cedo? Se é uma maneira de fugires da minha pessoa vou te dar uma horrível noticia. Só a um quarto nesta casa. – Eu olhei confuso para ela.

- Então vamos dormir na mesma cama ?- eu perguntei desconfiado.

- Se preferires dormir no tapete ou no chão, eu não me vou incomodar com isso. -Respondeu ela.- vou  mostrar te  onde fica o quarto. – A casa era bonita, quase toda ela era feita em madeira, o assoalhado da sala era feito de uma madeira escura que contrastava com o tapete branco e fofinho ,no meio do cômodo estava uma mesa em ferro branco com o tampo em vidro , a combinar com o tapete um sofá de dois lugares e dois cadeirões estavam disposto pela sala que tinha uma decoração rustica e simplista em vários tons de branco, marrom e preto. 

 Subimos pelas escada também elas feita em madeira e em formato de caracol , o andar de cima não tinha portas era um enorme quarto decorado com moveis de madeira escura tal com o do soalho do andar de baixo, que contrastava por sua vez com o castanho claro das madeiras do chão, do teto e das paredes.

Eu estava tão alheio a observar o quarto que nem reparei que se tinha aproximado de mim só dei conta quando senti, o seu perfume doce com um toque amadeirado me envolver e deixar inebriado. Senti o toque macio e húmido dos seus lábios sobre a pele do meu pescoço suspirei e tombei de leve a minha cabeça para o lado dando lhe total acesso sobre aquela parte do meu corpo.

Fechei o olhos e deixei me transportar pelas sensações alucinante que os seu os lábios me provocavam , o seu toque era com um entorpecente que deixa o meu corpo mole  . Abri os meu olhos quando senti que o meu corpo tombar , a queda foi amparada pelo colchão macio, ela subi-o em cima de mim encaixando uma das suas pernas no meio das minhas, não demorou muito e ela voltou a atacar o meu pescoço, eu sentia-me a sua presa e com certeza ela era uma predadora faminta, que me tinha completamente envolvido e preso as sensações que me proporcionava, com um forte puxam ela arrancou a minha camisa. 

Começou a trilhar um caminho pelo meu corpo, distribuindo alguns beijos , chupões e mordidas nele esta completamente imerso e perdido, que só despertei daquele mar de sensações quando ouvi um toque de telemóvel, que no caso era da helena, que se esticou sobre mim para alcançar o móvel ao lado da cama onde esta o aparelho que não parava de tocar, mas nesse processo os seios dela ficaram a centímetros do meu rosto, fechei os olhos com força e respirei fundo, meu deus só podia ser castigo, eles eram grandes e perfeitos e estavam ali tão perto e não lhes podia tocar , tão perto e tão longe ao mesmo tempo.

- O que foi? Estou ocupada agora.- em quanto ela espera a resposta do outro lado aproveito para me torturar e começou a dar beijos na parte de baixo da minha barriga .- Não tens na a ver com isso !- Deu um pequeno chupão e começou a abrir as minhas calças em quanto falava- não Danillo – ela deu mais alguns beijos e mordidas no lugar a cima do elástico da minha cueca- eu disse que não que caralho!- ela parou o que estava a fazer e sentou em cima de mim – quero que ele e merda que ele acha que tem vão tomar no cu! Ninguém vai tirar nada que é meu (....)Não me vais ajudar? Eu também não pedia tua ajuda. – ela levantou –e parecia bem irritada – Foda-se tu e o conselho eu não quero saber eles não mandam em mim (...) Danillo quem me pediu para voltar foste seu grande idiota (...) Olha queres saber vai a merda eu estou habitua a resolver as minhas coisas sozinhas, não vai ser agora que vou precisar de ti por isso vai te foder com o teu querido concelho e passa bem .- ela desligou

- Que merda- ela gritou e arremessou o aparelho contra a parede que se desfez em vários pedacinhos. Ela respirou fundo antes de se virar para mim e dizer .

- Vou sair para resolver um problema, toma banho e fica a minha espera.- ela saio apresada do quarto. Eu não entendi bem mas parecia algo grave.

(algum tempo depois)

Eu já tinha tomado banho e estava na cozinha a fazer uma sandes para comer quando ouvia a campainha, saiu com tanta presa que esqueceu as chaves  revirei os olhos e foi abri a porta, mas para meu espanto não era helena era um homem alto de olhos azuis tentei fechar a porta mas ele foi mais rápido e pós o pé a frente a porta impedindo me de a  fechar.

- Calma, rapaz eu sou o irmão da dona da casa.- o meu coração estava a mil pelo susto.

- Eu não sei se o posso deixar entrar...- eu respondi.'

- É obvio que podes eu sou irmão da Helena vim falar com ela.

- Ela saiu é melhor voltar mais tarde.

- Não tem problema eu espero por ela aqui – ele empurrou a porta e entrou .

- Eu não sei se isso uma boa ideia ...- ele interrompeu me

- Eu sou irmão dela a casa e quase minha, alias não sabia que ela dava abertura para o empregados andarem ...tão... a vontade pela casa.- ele olhou para mim de cima a baixo senti o meu rosto ficar quente pelo constrangimento ao lembra-me que esta só de robe de banho e tinha uma sandes meio comida na minha mão.

- É não sou empregado.- depois de eu ter falado isso ficou um silencio constrangedor. – O meu nome é João Miguel.

-Ah- ele coçou a nuca- eu sou o Danillo .- lembrei que Helena estava a falar ao telemóvel com ele antes de sair 

O perigo do teu toqueOnde histórias criam vida. Descubra agora