Daniela

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Esse lugar é incrível, passo por alguns corredores com salas privê.

Vejo o mesmo cara que dançou para mim ali parado, sozinho em uma dessas salas, usando apenas uma cueca boxer. Paro em frente à porta, ele ao perceber minha presença se vira e me encara, dando um meio sorriso. Arqueio minha sobrancelha com um ar de insinuação e não resistindo ele caminha até mim.

- Quer mais uma dança? – Ele pergunta.

- Sim. – Não hesito na resposta.

O som ao fundo é suave e a frase "slow motion" vai e volta sensual em suas batidas. Entrelaçando suas mãos com as minhas ele começa a dançar lentamente e pousa minhas mãos em seu ombro para envolver minha cintura. Aqueles olhos "apertadinhos" de um verde puríssimo, que mais parecem duas esmeraldas me encaram em total diversão. Mas seus lindos olhos agora se concentram em minha boca.

Ele continua dançando, de forma pervertida fazendo minha imaginação passear por mil lugares obscenos.

Chegando mais perto do meu rosto ele dá uma "mordidinha" leve, mas tentadora no lóbulo da minha orelha, sinto seu sorriso de provocação, absorvo e sinto cada movimento

Uma de suas mãos que estava em minha cintura sobe até meu seio e de forma calma ele massageia, ele está me deixando mais solta e não sei onde isso vai parar. Não bastando tal tentação ele deixa rastros de beijos e mordidas leves pelo meu pescoço.

Em um pequeno instante ele para as insinuações e me encara, sem muita enrolação sua mão – atrevida – pega uma das mangas do meu vestido e vagarosamente desce, expondo meu seio e me fazendo queimar por dentro.

Eu deveria pará-lo, mas não consigo. Não quero. Na verdade quero saber até onde isso irá.

O dançarino volta com sua mão onde estava para continuar a brincadeira no meu seio, e então seu polegar começa a fazer círculos no meu mamilo, estimulando-o. Ele se abaixa sem desviar o olhar e abocanha, chupando e mordendo com uma intensidade que me faz gemer.

E sem muita preocupação me joga na poltrona que estava próxima a nós e desliza sobre meu corpo, esfregando, com más e deliciosas intenções.

- Olha o que você faz comigo. – Ele abre minhas pernas sem o menor pudor deixando-me surpresa, fazendo com que eu sinta, duro.

Deveria parar? Deveria, mas quem disse que eu quero que esta brincadeira acabe?

Agarro suas costas nuas e o arranho com as minhas unhas. Movida por toda agitação, me entrego aos instintos, e as palavras fluem naturalmente dos meus lábios.

- Me fode. – Digo da maneira mais crua.

Ele que estava no mesmo nível de tesão e ansiedade que eu, imediatamente se levanta e abaixa sua cueca, exibindo seu corpo atlético e o seu membro avantajado. Meu lugar de observadora acaba aqui.

Eu mesma o pego e abocanho, chupo inteiro, rápido, devagar, lambendo, masturbando e ele em adoração joga a cabeça para trás, segurando meus cabelos com uma de suas mãos e me puxando com força, me deixando com mais tesão.

Levanto-me, e apesar dele ser bem mais alto puxo seu rosto contra o meu e o beijo com toda ardência possível. Nessa troca louca de uma mão aqui e outra ali, ele tira minha roupa e me ergue sem nenhum esforço fazendo com que eu me enrosque em seu corpo musculoso.

Sem muita demora – pois ambos sentem a urgência um do outro – ele me penetra, solto um gemido ao senti-lo entrar, grosso e duro. O seu ritmo é tudo que pensei, bruto sem a menor piedade, deixando-me sem fôlego e à beira do abismo.

Escolha (LIVRO UM) - EM REVISÃOHistórias para pegar e não largar. Descubra agora