Tentando esquecer

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CAP CURTINHO PRA VOCÊS 😘😘😘😘



Luiza pov

Quando eu fechei os meus olhos e me entreguei para morte, eu não pensei que teria a chance de viver novamente, eu me conformei que não veria a Sarinha crescer, que nunca mais ia experimentar as comidas da minha mãe, que eu não ia mais dançar, e principalmente, que eu não teria mais a Valentina.

Eu sei que eu não estou agindo normalmente, sei que posso tá sendo exagerada nas minhas atitudes, parte minha realmente tá assim por estar feliz, mas a outra parte, a maior, só tá tentando fugir desse trauma.

Sabe o famoso "finge que não aconteceu, quem sabe você esquece" ? Pois é, estou fazendo exatamente isso, só quê, a Valentina e eu temos essa conexão absurda, ela sabe que eu tô me esforçando pra demonstrar estar bem, mas no momento, eu não queria falar sobre isso.

Eu entrei naquele banheiro no intuito de faze-la relaxar um pouco, e claro, eu queria poder sentir ela novamente, pois o desespero, a angústia de imaginar nunca mais tocar naquele corpo, beijar aquela boca e olhar naqueles olhos, me fazem ter ainda mais urgência dela.

Depois de transarmos eu senti um misto de sensações inexplicável, a Valentina foi a única durante esse dia inteiro que me fez sentir que estava viva de verdade, não só por ter me dado prazer, mas por ser ela.

Eu amo essa mulher, amo a forma que ela sorri, amo a voz dela que vezes é de uma entonação calma e carinhosa, e outras é firme e safada, amo a forma que ela se entrega pra mim, amo o jeito que ela me toca.

Antes disso acontecer eu tive medo de assumir meus sentimentos por ela, tive medo da gente se destruir, da gente se afastar, tive medo que com os impencilios da vida, a gente acabasse se odiando. Mas agora, aqui com ela, eu não conseguir mais guardar esse sentimento que transborda em mim.

Estou em cima dela novamente, me movo devagar, com minha intimidade sobre a sua, nossas mãos estão entrelaçadas  acima das nossas cabeças, nossos rostos estão colados um ao outro, eu me perco dentro desses olhos, suas pupilas estão tão dilatadas que os deixam quase negros.

- Lu, eu te amo tanto sabia? ( Ela sussurra)

- Ah, é? ( Eu a beijo e puxo seus lábios) me conta ...( desço meus beijos para o seu pescoço)... mais um pouco ( beijo o meio dos seus seios ) ...sobre isso

Não perco tempo e chupo seu mamilo a fazendo soltar um gemido com o toque, eu a olho e ela está de olhos fechados mordendo os lábios com aquele sorrisinho safado que eu tanto gosto.

Enquanto isso minha mão desce até sua boceta que ja estava prontinha pra receber o meu toque, levo eles até sua entrada lubrificada e ela se move rapidamente fazendo meus dedos entrarem dentro dela, abro um sorriso com a sua pressa pra me sentir dentro dela.

- Tá apressada amor?

- Lu, por favor....

Não a faço esperar e aumento meus movimentos, começo a chupa-la com vontade e movimento meus dedos mais rápido, ela geme descontroladamente e no mesmo momento ouvimos batidas na porta....

- Val me desculpa mas eu realmente preciso entrar

Ouço a voz da Verônica por trás da porta, a Valentina me olha com a respiração ainda ofegante e segura meu punho novamente retirando meus dedos de dentro dela.

- Lu, ela não vai desistir antes que a gente abra

- Você não quer que eu te faça gozar bem rapidinho?

- Melhor continuarmos mais tarde, quando todos estiverem dormindo

-Ta bom, pequena

Nos vestimos rapidamente e abrimos a porta, olho pra verônica com cara de poucos amigos

- Que empata foda ein verônica? (Digo)

- Foi mal, foi mal, eu precisava vim pegar um casaco aqui, a gente vai fazer uma fogueira lá fora e cantar umas músicas, vocês não se animam?

- acho que é uma boa, vamos Valen?

- Sim, acho que o drink que pedi a Duda já deve ter ido com Deus, me ajuda a fazer outro amor.

Fomos até a cozinha fazer outro pra mim e pra Valentina, eu confesso que sinto que com a noite, minha euforia tá indo embora, pensamentos sobre essa manhã invadem minha mente, tô tentando me manter com a mesma energia mas tá difícil, a Valentina mantém o olhar sobre mim como se estivesse lendo meus pensamentos e soubesse o que eu tava sentindo.

- Lu... Fala comi...

- Luiza, me desculpa amiga, mas eu tive que contar a sua família o que aconteceu, eles estão vindo pra cá ( a Duda entra na cozinha do nada)

- Não acredito nisso, Eduarda



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