38 - Eu não me importo...

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Nossa, está mesmo terminando... Ainda não acredito que comecei a postar essa fic outro dia...🤧
Amanhã farei a postagem dos dois últimos capítulos...
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Estamos namorando há dez meses e eu ainda não acredito que sobrevivemos até aqui. Se bem que no último mês nós quase não brigamos. Alec está ocupado demais com a construção da nossa casa… Sim, ele está fazendo isso pessoalmente, junto com a equipe de construtores e eu não sei dizer algo que Alec não saiba fazer ou não aprenda rápido. 

Demorou três meses para as obras da casa começarem. A vila de casais já não tinha espaço e ele precisou fazer uma derrubada programada de árvores ao lado da vila, para aumentá-la, com novo plantio em outra área. 

Além disso, eu tive um pouco de dificuldade para escolher o modelo, entre os que ele me apresentou e, no fim, decidi que queria um modelo totalmente diferente daqueles. Deu briga? Deu! Ele aceitou? Claro! Ai dele se não cedesse… 

Nossa casa deve ficar pronta em um mês e depois eu mesmo a decorarei… 

Alec vai comigo às lojas comprar tudo e isso já foi motivo de outra briga, porque ele garante que não disse que iria, mas ele disse sim, quando falou sobre a casa pela primeira vez. Ele disse "eu vou com você nas melhores lojas da cidade" e agora vai ter que cumprir! 

Todos os dias eu volto do trabalho pela nossa obra. Adoro ver Alec batendo martelo, suado, e às vezes sem camisa, com seus piercings de mamilo para jogo, cuidando da construção. Ele está empolgado e animado com tudo, mas também tem estado exausto à noite. 

Isso, no entanto, não muda o desejo desse cara, que não dorme antes de infernizar meu juízo por sexo. Eu ainda me pergunto, "sexo monótono?" O caralho!

Há alguns dias tentamos algo diferente. Visto que Alec se mostrou disposto a tanto. Ele diz que comigo quer tudo, então eu sugeri e, desta vez, ele não disse "hoje não", como anteriormente. 

Escapamos da festa de sexta e tínhamos feito um sexo bem vibrante, se é que podemos chamar assim. Foi meio que umas pazes, depois de uma de nossas brigas bestas. 

Ele já estava afim de uma segunda rodada e suas mãos estavam por todos os lados, me tocando, acariciando, provocando. Foi quando propus e ele disse sim…

Continuamos as carícias, mas agora em todas as frentes, e ele se mostrou um pouco tenso, quando meus dedos percorreram suas dobras, em uma carícia leve, uma sondagem.

_ Calma…_ sussurro. _ Eu não vou fazer nada que não queira… _ o tranquilizo. 

_ Estou bem… eu não… não estou nervoso… _ nega, visivelmente tenso. _ Não é melhor usar o lubrificante? _ ele se preocupa.

_ Eu não vou invadir você _ sorrio. _ Só quero fazer carinho… como você faz em mim _ ressalto e ele concorda. _ Olhe para mim… _ peço. _ Não temos pressa… Temos uma vida inteira… _ aponto e ele sorri, relaxando um pouco.

Não rolou! 

Ele não ficou à vontade, doeu, não conseguiu seguir em frente e tudo bem! Não houve crise ou briga, porque isso não é importante, eu gosto do que temos, amo o nosso relacionamento, nossa intimidade e não tenho nenhum interesse de ser o ativo de Alec. 

Era uma experiência e, definitivamente, não é para ele. Prefiro mil vezes nosso sexo duro e vigoroso do que Alec sofrendo para me agradar.

Ele está de bandana preta e branca, peito nu e jeans pendendo nos quadris, usando a parafusadeira no alto de uma peça, todo esticado, delicioso, um verdadeiro tesão, quando paro a minha moto nas proximidades da obra. 

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