47 - Bônus 7 - Socorro, Alexander!

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Um pouco de bônus para animar a noite de domingo... 😊
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Quando vejo Alec desmaiado na cama me sinto orgulhoso. Não foi fácil trazê-lo para casa, e, principalmente, fazê-lo dormir, depois de tudo. 

O sol já nasceu e acho que sou o único descansado neste rancho inteiro, mesmo que não tão descansado depois da maratona sexual que eu não sabia que um homem bêbado era capaz de impor. 

Depois do "banho" do meu presidente, recebi toda a sua atenção, e ficamos quase meia-hora apenas deitados na cama, nos curtindo, antes de recomeçar sua saga sexual, Alec ainda um pouco incrédulo com o que estava acontecendo. 

Apesar de animado, talvez por estar bêbado, ele externou suas inseguranças e chegou a dizer que era melhor não se empolgar, pois achava que no dia seguinte seu pai voltaria atrás e pediria seu colete de volta.

_ E perderia sua lady, porque Maryse nunca aceitaria uma loucura dessas _ eu ponderei, o fazendo refletir e concordar. 

Por ser algo que ele almejou sua vida toda, lutou, treinou, se ajustou, esperou muito, entendo que alcançar, de repente, tenha sido um choque que ele só iria absorver com os dias que se seguiriam e suas responsabilidades chegando. 

O álcool excessivo no sistema também não ajudava muito a assimilar toda a situação como real. 

Alec estava ébrio e um pouco brisado, àquela altura, alegre e cheio de desejo. 

Ele não ne deixou no quarto do dormitório, antes de me desmontar e me fazer dormir, exausto. Lembro vagamente de ele dizer que voltaria mais tarde, beijando meus cabelos e avisando que eu dormisse tranquilo, pois ele estaria logo ali, na festa. 

Quando acordei, por volta de meia-noite, a festa ainda estava longe de acabar, mas o meu presidente estava duas vezes mais bêbado, como seu pai, com quem bebia lado a lado. Sinto que toda essa atmosfera de pai e filho o deixou livre para aproveitar o momento. Foi a primeira vez que Robert o tratou apenas como filho e mostrou todo o seu orgulho por ele. Alec estava nas nuvens e isso era visível.

Fui surpreendido, quando desci as escadas, com ele pegando minha mão e me levando para dançar. Eu não vacilei e aproveitei a novidade, dançando algumas músicas românticas no meio dos casais.

_ Senti sua falta…_ a voz rouca no meu ouvido, provavelmente de tanto gritar entre seus amigos, porque é assim que os homens conversam, quando estão reunidos, aos gritos. _ Onde estava? 

Sorrio levemente. _ Você me deixou no dormitório  _ o lembro.

Ele franze o cenho. _ Engraçado, fui ao seu antigo quarto e não havia mais nada seu lá, nem você… 

Dou uma risada e acaricio sua barba negra. _ Eu não estaria lá, porque o único quarto que mantivemos aqui foi o seu…e era lá que eu estava dormindo _ tento recordá-lo. 

Ele faz um bico aborrecido. _ Eu preferia o seu quarto… ele era mais… a sua cara. 

_ Eu sei… _ brinco com o piercing no seu lábio inferior e ele passa a língua ali, me provocando. _ Mas, decidimos que era melhor eu levar tudo para a nossa casa… E você manteve o seu quarto impessoal e semi-destruído, deixando alí toda a sua parafernália de vigilância… 

_ Hummm _ ele perece lembrar, finalmente. _ Pelo menos se brigarmos, em casa, você não destrói tudo de novo _ ele verbaliza, em seu tom ébrio, algo que eu sempre imaginei, mas nunca dissemos em voz alta. 

_ Eu não sou esse monstro…_ faço um bico, que ele morde e depois me beija, ali, no meio dos casais que dançam, como nós. Acho que gosto desse Alec bêbado, que não se importa onde está e quem está por perto, antes de beijar seu marido, com sua fome habitual.

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