• pov. Rafaella •
Despertei-me com o sol batendo em meu rosto, através da pequena fresta da cortina. Olhei pro lado e Gizelly dormia feito um anjo, levei minha mão até seu rosto e fiz um carinho ali.
- Ei, acorda! falei baixinho.
Gizelly se mexeu e passou o braço em minha cintura se aconchegando em mim, acabei soltando um riso baixo.
- Gi, acorda! falei um pouco mais alto e deixei um beijo em sua boca.
Suas mão segurou meu rosto me fazendo permanecer ali e manter o contato dos nossos lábios.
- Você não tá dormindo, sem vergonha.
- Seu carinho estava tão bom. disse deixando seu corpo cair na cama de costas.
- Hum, tá carente?
- Eu estava, agora não estou mais. falou sorrindo e me puxou pra cima dela, distribuindo vários beijos pelo meu rosto, me fazendo rir.
- Tenho que ir embora, antes que minha mãe me liga.
- Vou lá fazer um café pra gente, se quiser tomar banho. Gi falou e eu assenti.
- Posso pegar uma roupa sua? perguntei.
- Claro, fica a vontade.
Gizelly saiu do quarto e eu me levantei da cama também, arrumei a mesma e fui até o guarda-roupa de Gi e escolhi uma roupa. Me vesti, arrumei meu cabelo e pus um de seus bonés.
O som do meu celular soou e eu fui até a mesinha até a cômoda e o peguei, era minha mãe e logo atendi.
- Oi mãe, bom dia!
- Rafaella eu te dou quinze minutos pra tá em casa. sua voz saiu firme.
- Quê? Mãe...
- Quinze minutos Rafaella, você e a sua professora Gizelly.
Senti meu coração falhar as batidas.
- Mas... mãe...
- Sem mas Rafaella, eu já sei de tudo, eu quero as duas aqui em casa.
- Posso pelo menos tomar café primeiro?
- Pode, trinta minutos, nada além disso.
- Tá.
- Tchau.
E desligou na minha cara.
Corri até a cozinha, Gizelly estava passando o café, na mesa, tinha frutas, pão e bolo.
- Gi.
- Oi bebê.
- Minha mãe sabe da gente. falei e Gizelly arregalou os olhos.
- O quê? Como?
- Não sei, só as meninas que sabem e elas não iam me entregar assim.
- Meu Deus! ela exclamou passando as mãos pelo rosto. - E agora?
- Agora que ela quer nós duas lá em casa, em trinta minutos.
- Ela vai me matar né? Socorro! ela falou em pleno desespero e eu cai na risada.
- Ei calma.
- Não tem como ficar calma em uma situação dessas.
E realmente não tinha, eu mesma estava com medo do que minha mãe ia fazer.
Tomamos café em silêncio, o clima ficou meio tenso. Esperei Gizelly se arrumar e logo saímos de seu apartamento.
{...}
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Professora Substituta
FanfictionDe um lado, Gizelly Bicalho Abreu, tem 23 anos, uma renovada professora de biologia. Uma mulher fria e fechada para qualquer tipo de relação amorosa. Motivo? Descobriu da pior forma possível que sua ex esposa Ivy gerava um bebê que ela acreditava se...
