Capítulo 30

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• pov. Narrador •

A noite chegou rapidamente naquele dia, especificamente dois de abril.

Horas mais cedo, Rafaella estava celebrando seu aniversário de 22 anos com Gizelly, sua família e amigos em um delicioso almoço.

No momento, a fotógrafa estava no elevador subindo até o apartamento da namorada. Como já tinha a chave, destrancou a porta e abriu a mesma, encontrando a o apartamento em completo silêncio.

- Amor. a chamou mas não obteve resposta.

Rafaella acendeu a luz e se deparou com um caminho de rosas vermelhas que ia até a mesinha de centro da sala. Sobre o tapete algumas almofadas esparramadas e balões vermelhos. Sobre a mesa, dois pratos, com os talheres do lado e duas taças.

- O que é tudo isso Gizelly? perguntou ao ver a mais velha caminhar ao seu encontro, toda produzida no preto.

- O que é tudo isso Gizelly? perguntou ao ver a mais velha caminhar ao seu encontro, toda produzida no preto

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°°°

- Uma surpresa simples pra você.

- Eu não te aguento, sempre me surpreendendo.

- Espero que tenha gostado.

- Eu sempre amo tudo que você faz.

Gizelly riu e passou um braço pela cintura da namorada depositando um beijo terno em seus lábios.

- Tenho um pedido a fazer. Gizelly pronunciou.

- Um pedido? a mais nova questionou.

- Sim. a capixaba respondeu sentindo-se nervosa e entrelaçou suas mãos as de Rafaella. - Você sabe que é a mulher da minha vida, né?

Gizelly disse olhando a namorada com tamanha admiração, fazendo a mineira dar seu mais lindo sorriso.

- Nesses quatro anos juntas, eu não me vejo com outra pessoa, você me conquistou desde o início Rafaella, não sei se foi esse teu jeitinho encantador que você tem, suas demonstrações de afeto e carinho, esses olhos verdes intensos, e todas essas junções juntas que te incorporam e deixa ainda mais linda que você já é.

- Para, que eu tô ficando sem graça já. Rafa disse tímida, mas ainda com o sorriso no rosto.

- Só estou falando a verdade, depois do desastre que foi meu casamento, as mentiras, as traições e decepções, eu estava certa que não queria me envolver sentimentalmente com ninguém mais, não queria ser machucada outra vez, mas então, eu conheci você, o amor mais puro que eu precisava para curar todas as minhas cicatrizes. Gizelly levou uma mão até o rosto da namorada e fez um carinho ali. - Rafaella, você é o amor da minha vida e eu quero que você seja mais que minha namorada, quero que seja minha mulher, minha esposa.

Prontamente, Gizelly enfiou a mão no bolso de sua calça e retirou uma caixinha com duas alianças.

- Você aceita se casar comigo? perguntou sentindo o coração bater mais rápido de tão ansiosa que estava.

Rafaella estava sem reação, não sabia se pelas palavras tão delicadas de Gizelly ou do pedido de casamento.

- É claro que eu aceito me casar com você, coisa linda. respondeu selando seus lábios. - Eu te amo, muito. sussurrou contra a boca da outra.

Gizelly pegou uma das alianças e colocou no dedo de Rafaella, em seguida, a mineira fez o mesmo. Trocaram um sorriso cúmplice, demonstrando toda a felicidade que ambas estavam sentindo naquele momento.

Trocaram mais um beijo e seguiram até a cozinha.

- Vamos comer?

- Vamos, o cheiro está delicioso.

- Frango ao molho pardo e um arroz para acompanhar, põe o vinho pra a gente por favor. pediu e Rafaella assentiu.

Enquanto a fotógrafa servia as duas taças com vinho, Gizelly serviu a comida para ambas. Em seguida, caminharam até a mesinha de centro, se sentaram sobre o tapete e começaram a comer.

- Hum... além de professora, cozinha muito bem, tirei sorte viu? Rafa comentou após provar o frango.

Claro, sabia que Gizelly era uma cozinheira de mão cheia, mas não cansava de elogiá-la.

- Quem teve sorte foi eu, pois vou casar com a mulher mais linda desse mundo.

- Linda é você, aliás ficou linda demais nesse conjunto, mas irei tirar ele agora mesmo. falou com um sorriso provocativo.

- Vai? Gizelly questionou.

- Sim, primeiro o jantar, depois a sobremesa. a mais nova respondeu dando uma piscadinha e Gizelly riu negando com a cabeça.

O jantar fluiu em um clima gostoso, entre conversas e risadas, juntas, esvaziaram duas garrafas de vinho.

{...}

- Vem cá, senta aqui.

Gizelly pediu dando dois tapas em sua coxa e Rafaella assim fez, ergueu o corpo e se sentou no colo da noiva.

- Já posso saborear a sobremesa agora? perguntou deixando uma mordida no lábio inferior da capixaba.

- Você é bem safada quando quer né?

- Só quando eu quero. respondeu rindo e grudou seus lábios, iniciando um beijo lento e apaixonado, suas línguas se encaixam em sincronia e o gosto do vinho, deixava tudo mais gostoso.

O contanto foi se intensificando, o clima ficando mais quente, as vontades de ambas explícitas. O beijo foi cessado com dois selinhos, e Gizelly desceu a boca pela pele da mais nova distribuindo beijos pelo seu pescoço sentindo a mesma se arrepiar.

- Cheirosa. murmurou contra seu pescoço.

Rafaella começou a rebolar lentamente sobre o colo da capixaba e soltou um gemido abafado ao sentir seu membro já dando sinais de vida. Gizelly desceu as mãos pelas curvas de seu corpo, deixando um aperto em suas coxas, e começou a subir seu vestido até tirá-lo do seu corpo, a deixando somente com um conjunto de lingerie. A fotógrafa não perdeu tempo e também tirou a roupa de Gizelly, primeiro o blazer, depois o croped e por último, a calça.

- Hoje sou eu que vou fazer o que quiser com você. Rafaella disse empurrando o corpo de Gizelly para trás a fazendo ficar com as costas no sofá.

- Rafa...

- Quieta, deixa eu matar minha saudade de você. Gizelly apenas engoliu em seco, conhecia muito bem a noiva quando ela estava sob efeito de vinho.

E a noite do casal foi assim, com uma Rafaella comandando o sexo até de madrugada.

•••

To be continued...

Professora Substituta Onde histórias criam vida. Descubra agora