Está conversando com Corin e minhas guardas, quando Sulpicia entrou correndo, ela parecia mais animada hoje que a vi sua existência inteira.
-At - Eu a olho e não respondo, sou mais velha, não gosto do apelido - Athenodora - ela dá pulinho na minha frente - Athenodora, você não vai acreditar, meu marido me contou, você não vai acreditar!
- O que foi Sulpicia?
- Ele encontrou uma parente sua. - ela diz e bate a mão na boca se arrependendo.
Eu fico nervosa, sinto Corin usar seu dom em mim, meu corpo dormente, entorpecido, me concentrar, preciso saber se é Agnes!
- Que parente?
Sulpicia fica com medo, ela começa a recuar e eu a agarrar a apertando, os guardas me seguram, mas eu não a solto. Ela, por fim, fala o que sabe.
- Aro, me disse que achou indício de alguém parecido com você, Athenodora, ele acha que pode ser sua parente, eu juro que eu não sei de mais nada, por favor me solta eu não tenho talento nem um.
Eu a solto. Estou furiosa. Aro me deve algo, ah, me deve, não importa a hierarquia, não importa nada, ninguém fica entre uma mãe e sua filha, ninguém! Nem todos os vampiros do mundo podem me parar!
Eu estou correndo pelo corredor e quem se põe em meu caminho eu arremesso longe. Finalmente chego a sala do trono, lá estão os 3. Caius me olha preocupado, ele não faz ideia do porquê estou aqui?
- Meu Amor, o que faz aqui? - Caius me pergunta apreensivo.
- Aro, como se atreve? - eu berro, sua indiferença é combustível para o meu ódio.
- Aro, o que está acontecendo? - meu marido pergunta confuso.
- Sulpicia te disse o que não devia, não é? - Aro.
Sulpicia chega na sala de cabeça baixa com medo.
- Me perdoe marido, ela me assustou. - Sulpicia.
- Covarde - rosnou em resposta.
- Eu deveria saber que uma coisa destas não se mantém secreta - Aro olha para Sulpicia e depois para mim.
- Meu Amor, o que foi? - Meu marido.
- Aro sabe onde está nossa Agnes. - eu.
Meu marido fica tenso e irado, seu olhos são pura raiva.
- Aro? - meu marido.
- Eu não contei porque achei mais prudente, não tenho certeza
- Como assim - eu.
- o informante que os gêmeos trouxeram da Austrália me mostrou uma visão de um grande e antigo clã, nos moldes antigos, eles vivem naquela região, eles estão sempre se movendo, mas sua líder é a imagem de Athenodora com os cabelos de Caius, seu cheiro é de enxofre, ela é maquiavélica, e tem uma personalidade muito parecida com Caius, mas eu não sei se é sua filha ou sequer sua parente.
Ele termina e me sinto fraca, meu marido me segura, eu o abraço forte, ele talvez encontrou minha filha perdida ou talvez não seja nada, mas...
- Quando ainda vivíamos juntos, Agnes sempre foi parecido com Caius, gostava das mesmas comidas, de ver as punições públicas, minha mãe me disse uma vez que Agnes se parecia comigo numa versão mais nova. - eu.
- Isto seria possível Aro? - Meu marido.
- Talvez. Precisamos investigar. A única coisa que tenho certeza é a informação de seu talento, ela tem um talento que funciona parecido com de Alec e pode destruir tudo aquilo que ela quiser. - Aro.
Ah, claro, o talento dela, tinha que ser o talento.
- Não espere que eu fique aqui esperando enquanto minha filha pode estar lá fora? - eu.
- Não, Athenodora, eu espero que você como mãe entenda que precisamos planejar a forma certa de nos aproximarmos, pois é possível que ela não tenha nem uma lembrança de sua vida humana ou de sua verdeira família, não se preocupe vamos trazê-la para casa. - Aro.
Ele tá planejando uma execução? Desde que pegue quem me tirou minha filha.
- Se for minha Agnes, ela deve ser trazida o mais rápido possível e ilesa - meu marido.
- Claro. - Aro.
- E os responsáveis devem ser punidos! - meu marido.
- Não precisa. - Aro.
- Como assim? - eu.
- Bom, ela já cuidou disto, ela ama punir os culpados. - como meu marido. - mas atualmente ela atende pelo nome de Lillythe.
- Lillythe?
Depois do alvoroço em torno de minha única filha, Aro me tranquiliza com 1001 planos de trazer Agnes para casa, mas agora ela se chama Lillythe. Sulpicia me bombardeia com perguntas, eu explico a ela nossa situação singular, de como sequestram nossa filha de 3 anos durante uma festa em nossa cidadela, de como nossa investigação nos levou ao vampirismo, ela finalmente entende que Agnes foi levada pelo nosso povo e só poderia ser vampira ou refeição, felizmente é uma vampira ou eu nunca mais teria minha filha, embora Aro tenha nos alertado que Agnes, Lillythe não lembra de nada, ela era tão pequena, e ainda tem os traumas e a transformação humana, é quase impossível se lembrar... minha bebê. Espera quando ele recebeu o informante? Há quanto Tempo ele está... ahn! Eu tenho que falar com Caius! Meu marido vai resolver. Ou cabeças vão rolar, ou melhor queimar!
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Alvorecer
फैनफिक्शनATENÇÃO: O conteúdo a seguir é contra indicado a menores de 16 por ter linguagem imprópria, insinuação sexual e violência. Lillythe esteve toda sua existência a procura de seus pais, sua origem, jamais encontrou. Sua fúria e o desejo incontrolável d...
