Amores, eu vim com um aviso agora no capítulo.
A obra está em andamento, eu escrevo ela, reviso rapidamente e posto.
Então pode ter muitos erros de gramatica e o
enredo vai se desenvolvendo conforme vai vindo a inspiração.
Então nem sempre ficara tudo redondinho.
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Layla e Enrico se arrumaram com uma mistura de expectativa e apreensão. Quando chegou à casa da família Corallo, o ambiente estava longe de ser tranquilo. Risos e vozes altas ecoavam pelos corredores, e o aroma de um jantar suntuoso pairava no ar. Na entrada, Lucca os aguardava, com um sorriso largo e olhar atento.
— Que anel enorme é esse? — disse Lucca, apontando diretamente para a mão de Enrico. — Coalinha não usa anel?
— Ele se casou sozinho. — Layla provocou, erguendo uma sobrancelha enquanto soltava uma risada. Layla, com seu charme habitual, deu um beijo no rosto de Lucca.
— Fico feliz que esteja aqui. Matteo está insuportável hoje, e papai está gritando com o chef porque quer preparar algo que a bisnonna faz, mas não sabe explicar direito. É um caos na cozinha.
Enrico colaborou com a interação de Layla e Lucca com uma expressão extremamente azeda, o ciúme evidente em seus olhos. Ele cruzou os braços e encarou Lucca como quem avalia um rival.
— Cara, eu realmente não gosto da proximidade de vocês. — Ele resmungou, a voz compartilhada de uma possessividade mal disfarçada.
Layla olhou para ele, surpresa, mas divertida. — Lucca é como um irmão para mim. — Ela se moveu de Enrico e deslizou as mãos até sua cintura, erguendo o rosto para ele. — Está com ciúmes?
— Estou. Não é óbvio? — Ele respondeu, uma expressão séria suavizada por um sorriso contido.
— Ah, vamos logo, Enrico. Você precisa ver o que papai montou para o jantar. — Lucca interveio, rolando os olhos e gesticulando para que eles o seguissem.
Quando chegou à sala de jantar, Layla ficou surpresa. A mesa estava repleta de adornos modificados, um espetáculo de cores e detalhes. Velas altas criavam um brilho acolhedor, e ao fundo, uma música suave clássica preenchia o ambiente. Pratos primorosamente satisfeitos e uma abundância de comida davam à cena um ar quase teatral.
— Quantas pessoas vão jantar? — Layla perguntou, ainda examinando a grandiosidade do local.
Antes que alguém pudesse responder, Don Corallo apareceu, sua presença imponente dominando a sala. — Filha! — Ele exclamou com entusiasmo, abrindo os braços para abraçá-la. — Que bom que veio.
— Ei, pai, Eu também vim, sabia? — Enrico interrompeu, sua voz brincalhona.
Don Corallo olhou para ele de lado, um sorriso irônico surgindo em seus lábios.
— Aposto que não queria ter vindo. — Ele respondeu, despreocupado, antes de entrelaçar seu braço com o de Layla, ignorando completamente Enrico e Lucca que ficaram para trás. Enquanto caminhavam juntos, Don Corallo baixou o tom de voz, falando diretamente com Layla.
— Então, pensei na minha proposta?
— Sim, senhor. E eu aceito. — Sua resposta foi firme, embora seu coração estivesse acelerado.
Um sorriso largo se formou no rosto de Don Corallo. — Maravilhoso. — Ele puxou uma cadeira para ela, posicionando-a ao seu lado. Era a cadeira que, normalmente, Enrico ocupava.
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A garota do Capo
RomantikATENÇÃO, ESSE LIVRO É EXTREMAMENTE ERÓTICOE CHEIO DE FETICHES. SE VOCÊ FOR SENSIVEL NÃO LEIA, NÃO ABRA, NÃO INCOMODE (PODE HAVER CENAS QUE OS PURITANOS CONSIDEREM NOJENTAS) Livro 1. da Serie "os Herdeiros da Máfia" Layla, uma jovem que perdeu tud...
