Amores, eu vim com um aviso agora no capítulo.
A obra está em andamento, eu escrevo ela,
reviso rapidamente e posto.
Então pode ter muitos erros de gramatica e o
enredo vai se desenvolvendo conforme vai vindo a inspiração.
Então nem sempre ficara tudo redondinho.
Estamos no capítulo 38 porém até o 44 está pronto e
houve uma quebra enorme entre ele
pra adicionar uma novidade.
Espero que gostem.
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Caio ajustou os óculos no rosto, enquanto observava os obstáculos da mansão Corallo se aproximando. Era a segunda vez no mesmo dia em que se encontrava naquele lugar, e o peso de sua decisão parecia maior a cada passo. Pela manhã, a recepção já estava tensa. Don Corallo deixou claro, por meio de uma empregada irritada, que não tolerava atrasos ou imprevistos. Mesmo assim, Vitória insistiu. Insistira como sempre fazia, com a mistura certa de lágrimas e persuasão de que Caio, por mais que tentasse, não conseguia resistir.
Era quase 17h quando atravessou os ocultos de ferro ornamentados e percorreu o caminho ladeado por ciprestes. As folhas balançavam ao vento, mas ele mal conseguia perceber. Estava absorto em seus pensamentos, questionando-se sobre a frequência com que cedia aos caprichos de Vitória. Havia algo nela que desarmava suas defesas: uma vulnerabilidade encenada com maestria, uma força disfarçada que transformava seus "nãos" em "sim, eu irei".
Quando entrou na mansão, foi recebido por uma empregada de uniforme impecável que o concordou até a biblioteca. O ambiente era exatamente como ele havia imaginado: móveis de madeira escura, prateleiras abarrotadas de livros antigos e o aroma persistente de charutos, impregnando o ar apesar das janelas escancaradas.
Ele se encontrou diante de um encontro peculiar. Todos os filhos de Don Corallo estavam presentes, inclusive Enrico, cuja postura ao lado da lareira indicava que o clima seria tão áspero quanto o olhar do patriarca. Próximo a ele, era a mulher que Caio rapidamente conheceu como sua namorada. Seu rosto era familiar; ele havia visto o perfil de Matteo, um dos filhos, em uma rede social. Foi ali que Caio, há algum tempo, descobriu detalhes do caso que Vitória jurava ser um segredo absoluto.
Apesar de tudo, ele não podia ignorar que aquela família, especialmente Vitória, o envolvia em uma teia de manipulação que era desconfortável e desconfortável, ele era incapaz de romper. Sentia-se como um peão em um jogo que não compreendia completamente.
— Olá, tudo bem? — Caio saudou os presentes, varrendo a sala com um olhar calmo, mas cauteloso.
O silêncio foi a única resposta inicial, exceto por Matteo, que curvou os lábios em um sorriso debochado. Sua voz ecoou pela sala com um tom de provocação.
— Pelo visto, não está tudo bem, né? Você é o gênio que resolveu os problemas?
Caio manteve a expressão impassível e ocupou o assento disponível, ciente de que sua presença não era exatamente bem-vinda. Os homens na sala eram altos e robustos, suas posturas e exigências lembravam mais uma reunião clandestina do que um encontro familiar.
— Doutor Caio Torres. — Ele foi convidado, colocando sua massa sobre a mesa. — Para começar, gostaria de saber os nomes de vocês e como cada um se relaciona com Vitória.
– Uhuul! Eu primeiro! — Matteo atraiu a mão como uma criança ansiosa. — Eu sou Matteo e estou aqui porque não sou bem-vindo e sempre faço o contrário do que espero de mim.
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A garota do Capo
RomanceATENÇÃO, ESSE LIVRO É EXTREMAMENTE ERÓTICOE CHEIO DE FETICHES. SE VOCÊ FOR SENSIVEL NÃO LEIA, NÃO ABRA, NÃO INCOMODE (PODE HAVER CENAS QUE OS PURITANOS CONSIDEREM NOJENTAS) Livro 1. da Serie "os Herdeiros da Máfia" Layla, uma jovem que perdeu tud...
