Mistérios, suspense e resoluções de crimes sempre foram áreas do interesse de Hailey e Luísa, o que uniu as duas, fazendo-as seguir seus sonhos juntas. Anos depois, após se tornarem investigadoras nos Estados Unidos, elas recebem uma grande oportuni...
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(Taeyong é muito lindo)
LUÍSA NAKAMURA
O vento batia em pausas constantes em minha franja, o resto dos fios presos em um rabo de cavalo como havia passado o dia inteiro. O banco de madeira em frente ao jardim do térreo do pequeno condomínio onde estávamos hospedados. A pequena árvore não havia dado frutos, então a presença se deu somente pelas folhas, mas não deixava de ser bonito.
— Obrigado, Lee. — Entreguei o copo de sorvete a ele, que juntamente com o dele, jogou no lixo. — Estava ótimo.
— O que você precisar, estarei aqui. — Disse. Estava me acostumando com toda aquela atenção vindo de um colega de trabalho, mas no fundo estava com um certo medo. Ele me encarou de maneira carinhosa até retornar seu olhar para a árvore à nossa frente. — Não tá sendo fácil, por isso não se contenha em expressar o que sente. Você não é de esconder seus sentimentos.
— Como sabe tanto sobre mim?
— Conheço a sua pessoa há um bom tempo.
— Você é estranho. — Falei a primeira coisa que veio à cabeça. Ele apenas assentiu.
A conversa se estendeu por um bom tempo. Em intervalos de silêncio admirando a lua e o vento que trazia a sensação de calmaria ao nosso redor, e em minha própria mente perturbada o dia inteiro pela culpa e luto.
— Obrigado, Lee. — Agradeci no momento em que chegamos a porta do pequeno apartamento. — Me ajudou muito hoje. Estou lhe devendo.
— Nada. — Sorriu brevemente. — E pode me chamar de Taeyong mesmo.
— Pela milésima vez. — Murmurei e por um segundo, esqueci o que estava passando, acabei sorrindo.
— Pela milésima vez, Luísa. — Os olhos brilharam através das lentes. — Me chame de Taeyong.
— Tá bom, Taeyong.
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Abri a porta do apartamento, mas antes que eu entrasse, meu “amigo” deu um passo, tendo meu rosto como único foco. Imediatamente minha barriga revirou, mas não da forma como diariamente, era um frio. De repente, o ar se tornou complicado de sair da minha boca, assim como minhas pernas de tirarem o pé de onde estava pisando. No entanto, o jovem à minha frente apenas repousou as mãos sobre meus ombros e senti minha testa ser beijada levemente.