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LEE TAEYONG

LEE TAEYONG

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— Tente novamente, senhorita Shihyeon.

Havia perdido as contas de quantas tentativas aquela garota teria feito. O número de telefone foi comprado em San Diego, mas não achamos a localização do dispositivo. Não houve nenhum rastro a mais. Quando menos percebi, estava caminhando de um lado para o outro. Eu só almejava saber quem estava fazendo isso e de quem ele se referia. Investigadores novatos no ramo não costumam ser perseguidos dessa forma. Algo me diz que seja com a senhorita Hailey e a Luísa, já que a experiência das duas é bem mais abrangente do que a do resto da equipe.

— Senhor, acho que colocaram um fim no dispositivo.

É claro que ele iria fazer isso, com certeza queimou o celular com o chip dentro. Sem deixar nenhuma digital e sem qualquer meio de conseguir localizá-lo.

— Não poderemos ir até San Diego. — Senhor Johnny olhava para a tela do computador de Shihyeon. — Tem que haver mais um jeito. Localiza a loja e ligue para saber de quem comprou o chip.

Maldita hora em que tirei a vida daquele homem, deixei a raiva me consumir por completo e dei um fim na vida dele. Além de não descobrir o que estava realmente acontecendo. Foi a primeira vez em anos em que errei em uma situação. Não sabia o que estava acontecendo comigo.

— E se procurasse o celular do falecido que matou o irmão da senhorita Nakamura?

Shihyeon estava tentando, diferente do início.

— Já deve ter queimado o celular que falava com a marionete dele. — Respondi, ainda analisando toda aquela situação. — A chave é a familia do falecido.

— Não poderemos ir até San Diego. — Lembrou meu chefe novamente. No entanto, era a única maneira de conseguir alguma coisa. — Tente de outra forma.

— O senhor não poderia deixar que eu fosse até lá?

Ele soltou um longo suspiro.

— Não sabemos que riscos nossa equipe corre, ainda mais se for apenas você até lá.

— Exatamente. — Olhei firme para o meu chefe, que até então, evitava contato visual, sabendo do meu futuro debate.—  Ele afirmou que tem conhecimento de nossa localização, pior será se continuarmos aqui!

— Lee, você não está pensando direito. Fale comigo quando estiver de cabeça fria.

Ele deixou a pequena sala de computadores. As teclas sendo digitadas aceleradamemte e o bipe de ausência de resultados.

— Shihyeon. — Uma voz familiar ecoou, não de forma literal no espaço da pequena sala, mas sim, através da minha pele, músculos e órgãos. Eu queria controlar, mas eram movimentos involuntários que meu corpo fazia toda vez que notava a presença dela. — Ah, desculpa o incômodo.

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