Se o bem e o mal existem então você pode e deve escolher, o que é melhor pra você, ou seja, é preciso saber viver. Assim, sendo se andarmos em más companhias podemos ter muitos problemas, e até aniquilar a nossa vida. Andar em boas companhias faz com que aprendemos coisas boas e nos transformemos em uma excelente pessoa; ou seja, cada pessoa será sempre o resultado das suas próprias escolhas. Por volta de do ano de 1500, depois de cristo em tempo de plena colonização do planeta terra surgiram dois amigos de procedimentos e línguas diferentes, mas com comportamentos e entendimentos bem aproximados; esses dois amigos tinham em comum, o desejo e a busca de serem gentes do bem; cada um, da sua maneira. O inglês e o português nesta historia sempre andaram muito próximo um do outro.
O inglês sempre com muito mais leveza de pensamento, mas sem deixar de ser filosófico, tanto conservador, que se mantém até hoje a figura mitológica como símbolo maior da cultura do seu país, a sua majestade a rainha. O outro amigo, o português, um sujeito gente boa, de coração e olhos bem grandes cujos procedimentos não nos permitem saber com clareza se ele é de ideologia conservadora ou progressista. E com tamanha indefinição fica a impressão de que ele age politicamente muito de acordo com as suas momentâneas necessidades e conveniências, por tanto quase que politicamente sem propósito.
O inglês uma pessoa de inteligência bem mais elaborada percebia com clareza que o português é gente boa, mas precisava ser orientado; e o português parecia entender com a mesma intensidade de que esse amigo gostava, e sentia prazer em poder lhe orientar – Assim o português começou entender que para ser vencedor nas longas estradas da vida ele precisava ter brilhantismo e investir em tecnologia como fazia o amigo inglês. Assim, o português foi se inspirando nas desenvolturas do inglês; e procurou investir no desenvolvimento tecnológico com um pensamento de que se não fosse possível ser tão criativo quanto o inglês, ele iria procurar ser pelo ao menos parecido com ele. Talvez tenha sido neste trecho que se criou aquela frase, "Por aqui nada se cria, tudo se copia".
Na era das colonizações saíam na frente quem melhor desenvolvia as tecnologias das navegações, que eram as canoas, os barcos, as caravelas e depois chegando aos navios etc. Essa boa convivência com o amigo inglês talvez explique como Portugal um país tão pequeno tenha conseguido conquistar tantos territórios em vários cantos da terra. O inglês sempre muito consciente sabia que era importe ter coragem e tecnologia para enfrentar a imensidão dor mar. Mas ele sabia que precisava ter também as tecnologias das armas de fogo para se defender dos inimigos invasores, que era o grande desafio da época. Ou seja, no entendimento do inglês, não era suficiente, ser um grande pioneiro desbravador e ter muitas terras; era preciso ter estrutura, e ser forte e bom em tudo, inclusive, bom de guerra para defender o seu povo, as suas idéias e as suas riquezas.
Certo dia o português teve uma crise de consciência e resolveu perguntar para o inglês o que ele, o português tinha que fazer para retribuir tantos benefícios, frutos dessa bela amizade - O inglês virou para o português e lhe disse: na vida e no mundo tem aquelas pessoas que nascem para ser professor cuja missão e satisfação é de tentar fazer as outras pessoas aprender a ser cada vez melhor, e quando isto acontece a gente se sente feliz, satisfeito e realizado com o desempenho do seu aluno; e fico feliz e compensado com o conforto da missão do dever cumprido. Eu faço isto pra você com muito prazer, pois percebo que você se esforça para aprender a ser melhor.
O inglês fala para o português: você mostra ser uma pessoa boa, tanto que você reconhece os benefícios dessa nossa boa e saudável amizade. Parece que na sua humildade de pensamento, você parece se indagar: o que seria de você sem mim? - E o inglês também faz a mesma indagação: o que seria de mim sem você? – O inglês explica que foi por causa das falhas oscilantes do português que ele se tornou um grande professor. A vantagem do português é que ele sempre se encantava com o comportamento do inglês, e hora, pois, às vezes até conseguia fazer uma reflexão. Em nome de todo esse ensinamento que o amigo inglês lhe proporcionava o português até encomendou uma musica cuja letra dizia: "Amigo é coisa para se guardar do lado esquerdo do peito e bem dentro do coração".

VOCÊ ESTÁ LENDO
Pela Direita ou pela Esquerda.
DiversosUma visão bem humorada dos problemas politico do Brasil e do mundo.