La nos primórdios

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Lá nos primórdios quando ainda não existiam armas de fogo o ser humano já começava fazer política com os cachorros. Os humanos perceberam que não tinham pique ou velocidade para capturar grande parte das caças que era muito mais veloz do que eles, assim, os humanos identificaram o cachorro como um animal que pelo os trejeitos, inclusive o seu fino faro, ser o mais adequado para lhes ajudar nessa empreitada. Como dar para perceber essa parceria política do humano com o cachorro é cercada de conveniência por parte dos o humano. Com o decorrer dos tempos os humanos perceberam que existia um pequenino animal, mas que muito o incomodavam; certa vez, o desafia-mento, foi tal, que dizem à lenda que o rato roeu a roupa do rei de Roma, aí, foi quando os humanos adotaram o gato para tomar conta dos ratos.

A escolha feita pelos humanos em adotar o gato para tomar conta dos ratos parece ter sido acertada porque o gato é um, pedrador natural dos ratos, ou seja, o gato exerce a função de manter o equilíbrio do excesso de ratos. Estamos falando exatamente dos excessos de populações que gera grandes desequilíbrios. Com o surgimento das armas de fogo, mesmo lá na roça o cachorro tem pouca utilidade, nas cidades alem de nenhuma utilidade eles passam a ser problemas principalmente de higiene, alimentação, saúde, e aí vêm os maus tratos e os ressentimentos. Em alguns países talvez até por conta do excesso de população dos próprios humanos os cachorros são iguarias, mas no Brasil não temos esse habito.

Lá na roça existe uma tática para essa convivência ter equilíbrio, por exemplo, como por lá as pessoas moram bem longe uma das outras se o humano cria uma ou duas cachorras ou um ou dois cachorros, não haverá reprodução. Assim, quando o humano quer a reprodução desses animais eles fazem as trocas de cachorros por cachorras ou vice-versa e dessa forma tudo fica sobre controle e com equilíbrio. Nas cidades definitivamente os cachorros não tem quase nem uma utilidade e o grande problema é que, a exemplo, do que ocorrem com outras espécies, inclusive com os próprios humanos que nessa falta de planejamento do controle de natalidade. Por conseqüente o resultado é a superpopulações com todas as precariedades de qualidade de vida, ou seja, na traumática busca da sobrevivência essas populações flutuantes encontram a violência, os desprezos, os abandonos, entre outros.

Desde que o mundo é mundo, o bom para o ser humano, é que a pesar da coletividade ele, é livre para decidir os rumos que ele acha melhor para a sua vida. Se a pessoa que ganha pouco mais de o salário mínimo; e que sequer tem emprego fixo e tem 8 a 10 filhos para criar. Se essa pessoa consegue criar todos esses filhos com dignidade compreendo essa pessoa quase como uma heroína, e certamente nesses meios deve ter também muitas heroínas; mas, todavia, se centenas de milhares de outras pessoas seguir esse mesmo procedimento, certamente vai ter muitos outros tantos que não vão serem tão heróis assim. E aí, é onde está o extrapola-mento do sistema; quando se vê muitos zumbis e medingos morando nas ruas, quase sempre juntos, o humano e o seu cachorro ambos foram abandonados.

Aí, aquele político que nos princípios da sua função que é de fazer projetos de organização para melhorar as condições de qualidade de vida sustentável para o nosso país e o nosso povo. Não sabemos por que, mas eles não estão fazendo a sua parte. Que nesse caso seria um planejamento familiar que é um planejamento de médio e longo prazo, ou seja, o país não faz o planejamento familiar e fica aí tentando controlar rebeliões de menores abandonados; essa situação é quase a mesma coisa de que tentar colocar uma garrafa de um litro dentro de uma de 500 ml.

Até por que a grande maioria desses menores já são filhos de pais que também estão abandonados por falta de empregos. Em outra ponta é preciso diminuir as desigualdades sociais, mas a política praticada é a da ganância, de farinha pouca o meu pirão primeiro. Quando falamos em planejamento familiar nós, sociedade constituída de direitos e deveres estão tentando fazer entender que o nosso país, Brasil deve se comportar como um pai de família responsável, ou seja, que ele tenha quantos filhos que ele possa criar com dignidade. Em um entendimento que democraticamente os brasileiros podem e devem ter quantos filhos quiserem, mas com o compromisso e a responsabilidade de criar todos eles. Em 1970 o Brasil tricampeão de futebol, o Brasil tinha uma população de 90.000.000 de habitantes.

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