Eu vou dirigindo e João ao meu lado, é impressionante como esse carro é veloz, até o cheiro de coro embriaga. Subo um morro muito bonito que João me pediu pra ir. Não tinha muitas pessoas, dava pra ver uma boa parte do bairro, todas aquelas luzes formam uma bela vista mesmo depois que começou a chover, as pessoas que estavam ali foram embora e nós dentro do carro só observando.
- Sabe Maryah, até parece que o céu sabia das minhas intenções e cooperou com essa chuva. Estava pensando em estrear de uma forma diferente.
- João como você é malicioso...eu adoro você sabia? Eu também ia gostar mas não sei se aqui é uma boa ideia.
- Não sei se é verdade, mas me faça acreditar.
Subo em seu colo, agarrando seu cabelo e o beijo enquanto suas mãos apertam minha bunda, eu vou usando meu corpo para o seduzir, como se estivesse dançando algo para ele, me esfregando, rebolando, remexendo até que ele tenta tirar minha roupa.
- Não, não João é perigoso.
- Pro banco de trás agora Maryah! Com esse tom de voz, mais esse jeito mandão, não tinha como resistir.
Com jeitinho vou para o banco e João já foi tirando minha roupa, eu tirando a dele, ele me posiciona de forma que possa ficar de quatro, coloca meus cabelos para o lado e beija meu pescoço me fazendo arrepiar. Com o barulho da chuva caindo ali fora, parecia fazer com que o clima entre nós ficasse mais quente ainda, com aquele gostinho de perigoso, João mexeu gostoso, rápido e com força quase me fazendo explodir com poucos movimentos.
- Minha pequena vem aqui que agora é a tua vez de mexer, sobe aqui no pai.
Subo no seu colo e mexo como ele me pediu, do jeito que ele gosta, descendo e subindo, ele segurando firme na minha cintura enquanto eu quico e rebolo, fazendo o movimento ser mais intenso, seus beijos passeiam pelo meu pescoço e meus peitos, deixando um rastro de chupões e mordidas. Estava tão focada, que até perdi as contas de quantas vezes fiquei molhada, só sei que foi muitas. Mesmo num tempo frio e com chuva, nós dois estávamos suando e morrendo do calor, faltando até o ar...
- Assim Maryah, contin...
- Que eu me lembre o senhor, foi um tanto que mau comigo hoje, hora do troco. Ele pensou que eu não ia me vingar? Agora ele vai ver!
- O que é isso Maryah?
- Quero ir pra casa! Me levanto e vou me vestindo.
Da pra perceber na cara de João o quanto ficou com raiva mas de uma forma que ele não conseguiu entender o porque, ele pega o volante e dessa vez sou eu quem fica no carona, a minha intenção é essa mesma, ele da a partida, vamos para a casa.
- Você vai ficar com essa cara ai João?
- Olha só o que você fez Maryah, não faça mais isso, ok. Ele realmente ficou bravo. Eu só quero brincar e provar as possibilidades.
- E isso aqui sim? Meto a mão por dentro da sua calça e pego no meu brinquedinho favorito, que reage na mesma hora, abro seu zíper colocando para fora. Passo a mão delicadamente, depois dou um beijo fazendo o estilo carinhoso, com cuidado passando a língua, vou colocando a boca e conforme o ritmo vai acelerando, vou chupando com mais vontade. Algumas vezes tentado colocar tudo na boca, descendo e subindo, contraindo meus lábios em torno de si. Estamos quase chegando em casa e a respiração de João ficando cada vez mais ofegante, trato então de caprichar e vou com tanta vontade que João tira a mão do volante para empurrar e segurar minha cabeça enquanto despejava seu líquido. Me ergo e ele me beija.
- Sempre me surpreendendo e no tempo certo mocinha. Carro inaugurado com sucesso. A novinha mais gostosa é minha. Ao sair do carro no estacionamento da casa, João me dá um tapa na bunda e saí rindo, maliciosamente.
*
De novo voltamos a nossa rotina, João trabalhando, eu estudando, só que agora não preciso mais de motorista, sei que é arriscado por estar sem a carteira. Depois do carro foi até engraçado, na faculdade sempre me rejeitaram e depois que me viram de carro, até tentaram fazer amizade mas eu evito esse tipo de pessoa, falsa e interesseira.
Amanhã é meu aniversário e infelizmente João não conseguiu folga para passar o dia junto comigo mas eu também não teria atenção para dar a ele, pois com prova eu vou passar a maior parte do tempo estudando. Quis fazer algo legal para nós hoje, fiz uma pequena compra e fui para o consultório. Enquanto ele atendia seus pacientes, eu fiz o almoço, frango assado, arroz branco, purê e salada, com suco de maracujá para acompanhar.
- Caprichou hoje amor, parabéns.
- Deu vontade, até trouxe uma sobremesa. Sabe quando da aquela vontade de comer doce depois do almoço? Eu preciso.
- Olha que novidade, você que não é chegada no doce, ta me surpreendendo.
- Torta de limão. A torta tava tão boa que só eu, comi a metade.
Comi as pressas, não tinha como resistir aquele doce azedo, também estava dando a hora de ir para a aula, e ao levantar me senti mau e o estômago embrulhou.
- Deu pra ver como você tava com vontade, mas tá tudo bem?
- Acho que sim,vai ver que eu comi demais. Me despeço de João e vou para a faculdade.
Foi um dia muito ruim e durante a tarde me senti várias vezes com o estômago embrulhado, depois da aula fui buscar Luíza na escola, no trajeto para casa em meio ao trânsito de Curitiba, eu não aguentava mais, não via a hora de chegar em casa, e quando parei na garagem dei graças. Só abri a porta do carro e vomitei.
- Mary, você tá se sentindo mau, quer que eu ligue pro meu papai? Aí ele vem te curar? Ele me cura quando eu to doente. Linda, preocupada comigo. Mas isso logo passa.
- O papai tá trabalhando amor, e agora já estamos em casa.
Subo as escadas e aviso Ana, que estou indisposta e que não desceria para a janta.
No meu quarto tomo um banho e tento dormir, no começo rolei de um lado para o outro, mas o cansaço me venceu, e dormir tão profundamente que nem vi João chegar, nem no outro dia se levantar para trabalhar. Acordei fiz minha higiene pessoal e pedi para trazer o café no quarto.
- Eu já estava indo trabalhar mas vim aqui só pra te trazer o café, fiquei sabendo que você passou mau, tá melhor?
- Acho que foi o almoço de ontem, mas agora eu já to bem melhor. Pelo menos me sinto mais disposta hoje.
- Sabe Maryah, ontem quando fui dormir, reparei que você tá sem adesivo, vou trazer hoje. Mas sabe desde quando você ta sem?
- Não, nem reparei. Ultimamente a vida da gente ta uma correria que não temos tempo praticamente pra nada.
João vai trabalhar, Bella para sua aula, Luíza para a escola e eu como sempre em casa com os empregados.
Tomo meu café e vou estudar. São quase 11:30 quando terminei de estudar, tomei banho e me vesti, arrumei minha bolsa. Depois da aula quero ir no shopping comprar uns presentinhos, principalmente calças, o frio ta chegando e algumas estão me apertando. Quando estava prestes a sair, me olhei no espelho e pensei:
18 anos não deve ser tão ruim assim, olha só pra mim, não mudei nada.
Pelo espelho puder notar uma caixa preta, bem no fundo em cima do guarda roupa, pedi a Ana que trouxesse uma cadeira ou escada. Fiquei muito ansiosa e curiosa para saber o que tinha ali, pois todo esse tempo que estou aqui nunca tinha reparado, será que é mais uma surpresa de João?
- Ana, coloca a cadeira do lado do guarda roupa e pega aquela caixa preta pra mim por favor.
- Aqui está Maryah, mais alguma coisa? Ela ainda continuava me odiando mais isso, é um problema dela e não meu.
- Por enquanto é isso, obrigada mas agora pode se retirar.
Na caixa de cor preta e muito bem isolada com várias fitas, foi chato e cansativo desfazer cada laço enozado, tantas fitas que posso até jurar que quem fez isso, com certeza não queria que ninguém abrisse a caixa, nem mesmo visse seu conteúdo ...
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Primeiro olhar
RomancePLÁGIO É CRIME! PROIBIDO PARA MENORES DE 18 ANOS. CONTÉM PALAVRAS ILÍCITAS, VIOLÊNCIA E CENAS DE SEXO. Quando nós trocamos o primeiro olhar, o meu coração pediu pra se apaixonar! Será que existe mesmo esse amor ao primeiro olhar? Maryah, é uma jove...
