Capítulo Vinte e Nove:

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Theo estava com raiva. Onde esse imbecil queria chegar? O que esperava? Será que não havia se dado conta de que Jade era comprometida? Que ela não estava interessada?

Sempre ouvira falar de pessoas, homens e mulheres que eram extremamente narcisista e se achavam o centro do mundo, pessoas que se davam muita importância e se achavam especiais. Que não sabiam ouvir um não. Ouviu falar de um rapaz na faculdade que forçou uma garota, simplesmente porque ela não o aceitou.

-Amor, o que pretende fazer? — questionou Jade, preocupada.
-Vou dar a lição que esse palhaço merece, esse cara está ultrapassando os limites.
-Não quero que se meta em problemas por minha causa.
-Não se preocupe, eu vou resolver isso da melhor maneira. Esse anel ficará comigo. Amanhã mesmo resolverei isso.

Chegaram em casa e Jade já foi tirando a roupa para tomar banho, abriu o chuveiro e se deixou relaxar debaixo do jato forte, tudo o que mais queria agora era relaxar e esquecer esses problemas, estava cansada, o estágio havia sido intenso.

Desligou o chuveiro e se secou, vestiu um pijama curto e voltou para a sala. Theo havia tirado a camisa e estava sentado no sofá tomando um vinho, não gostava de beber, mas precisava de fato relaxar.
-Pedi uma pizza, acho que logo chega.
-Perfeito, obrigada, amor!
-Vem, senta aqui comigo. — ele pediu, carinhoso.
Ela se aproximou, sentando-se em seu colo, deitou a cabeça em seu ombro, logo cochilava, sentindo a mão dele fazer um carinho relaxante em suas costas, o cansaço tomou conta de seu corpo, um entorpecimento gostoso a dominou, apreciando os carinhos de Theo, se deixou levar pelo sono.

Acordou com o som do interfone, se desvencilhou dele indo para o quarto. Theo atendeu o interfone e autorizou o entregador a subir. Comeram e enquanto Theo apagava tudo, ela foi escovar os dentes para dormir. Theo tomou um banho e se deitou ao lado dela puxando-a para si.

~*~

Ao acordar na manhã seguinte, Jade sentia-se renovada, não teria estágio, por isso planejava passar a tarde com Theo no escritório.
Ele a levaria, estava convicto de que hoje resolveria a pendência com Hidalgo.

Mesmo achando que a partir de agora Hidalgo a deixaria em paz, não podia deixar de sentir-se nervosa, inquieta. Nunca gostou de resolver as coisas através da violência, esperava que não precisasse a tanto.

Acordou Theo e dirigiu-se para o banho, ao ligar o chuveiro sentiu-o atrás de si.
-Theo! Que susto, achei que não tinha acordado quando o chamei.
-Perdão amor, mas é que tomando banho juntos, ganhamos tempo. Além do mais, tenho segundas intenções. — ele respondeu rindo.

Claro que ele tinha segundas intenções, uma noite sem amá-la era muito para ele.
-Está melhor? Será que já posso me aproveitar de minha noiva?

As mãos já apertavam delicadamente os seios perfeitos, encostando as costas no tórax dele, deitou a cabeça em seu ombro, sentindo-se excitar com as carícias dele.
-Sim, acho que já pode se aproveitar. — ela concordou, afinal, já estava se sentindo toda molhada só com a expectativa de senti-lo dentro de si.
-Tem certeza, minha pequena? Não quero machuca-la. — ele tornou a perguntar, mordiscando de leve seu pescoço.
-Mesmo que não estivesse, acha que eu iria recusar depois disso?

Com um sorriso safado, ele a virou para si, tomando o mamilo esquerdo na boca, sugando com vontade, ao mesmo tempo em que a erguia nos braços.
Envolvendo a cintura dele com as pernas, ela afundou as mãos nos cabelos dele, aprofundando a carícia que ele fazia em seu seio.
Caramba! Ele sempre sentiria essa necessidade dela, necessidade de sentir suas mãos tocando o corpo dela, de sua boca tomar a boca dela, de sentir o cheiro da pele dela, que para ele, era único e o reconheceria em qualquer lugar.
-Você é tão deliciosa! Não consigo ficar mais que uma noite sem sentir você. — Theo tomou-lhe os lábio em beijo cheio de luxúria, enquanto a beijava, a penetrou com cuidado, invadindo-a devagar. Não queria machucá-la, mas estava ardendo de vontade de estocar forte, senti-la tão quente e úmida por ele o deixava fora de si. Segurando-a pelas nádegas, ele impulsionava para entrar e sair lentamente, em uma cadência que estava enlouquecendo a ambos, aumentou aos pouco a velocidade das estocadas, até que não puderam mais se controlar e deixaram-se levar por um orgasmo arrebatador. Ele ainda a segurou nos braços até sentir que as respirações voltava ao normal.

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