Capítulo Trinta e Nove:

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Theo nunca havia sentido nada parecido, era uma sensação diferente, entre gelado e quente, muito quente, porém, se ele achava que isso estava bom, ela o surpreendeu mais ainda, quando envolveu com as mãos seu membro que já latejava pela excitação, passando algo gelatinoso e muito refrescante, de repente seu membro foi abocanhado pela boca dela, que começou a chupá-lo devagar, a sensação era ora refrescante, ora incendiante, intensa, indescritivelmente maravilhosa. Ela começou a abocanha-lo com vontade, chupava e sugava com loucura. Era a primeira vez que o chupava. Sabia que mesmo sentindo um tesão desgraçado, ele demoraria muito ainda para gozar, até porque, o gel que ela usara também retardava a ejaculação, essa noite seria espetacular.
-Jade, amor, isso é incrível, eu nunca imaginei sentir tanto tesão assim, que boquinha deliciosa! — Ele lhe revelou puxando-a para si, queria que ela também sentisse o mesmo que ele sentia.
-Que bom, sabe que eu cheguei a ficar um pouco receosa, com medo de que você não fosse curtir. — Ela revelou.
-Tudo o que você faz comigo eu curto, sabe disso, basta que seja você e só pelo fato de se preocupar comigo, com o meu prazer, me faz te desejar ainda mais, mas agora é sua vez de sentir. — Ele respondeu retirando a venda dos olhos e tomando os lábios dela em um beijo erótico, sensual e prazeroso.
Ele terminou o beijo com pequenas mordidas em seu lábio inferior, amarrou a venda em seus olhos e a deitou na cama, pegou ao lado o gelo e fez da mesma maneira que ela havia feito com ele, começou passando pelos lábios, rosto, descendo pelo pescoço, colo, pela fenda entre os seios, contornando-os devagar, chegou ao mamilo, deixando-o endurecido, ela se remexeu, gemendo baixinho, ele fez da mesma maneira no outro mamilo, descendo pelo abdome, barriga, contornou o umbigo, desceu pelas coxas roliças, subindo pela parte de dentro das mesmas, ela afastou as pernas dando-lhe abertura, passou o gelo pelos lábios vaginais, em toda sua volta, até chegar ao seu clitóris, nesse momento, ela se retorceu na cama gemendo, sentindo um prazer inenarrável. Mais um pouco ela chegaria ao primeiro orgasmo, mas ele parou, contornando a entrada da sua vagina com o gelo, ela estava encharcada pelo tesão que sentia, seu coração tamborilava como um louco dentro do peito, ela não suportava mais, precisava, queria gozar, libertar todo o tesão que sentia.
-Theo, por favor! — Ela implorou.
-O que meu amor? Diga o que você quer. — Ele incentivou.
-Me faça gozar, por favor! Não aguento mais.
-Mas nós mal começamos minha linda.
-É que está bom demais.
-Está né? Eu sei disso, mas vai ficar ainda melhor, apenas sinta, relaxe. — Ele pegou o gel que ela havia usado nele e derramou um pouco sobre a vagina já lubrificada dela, percebeu que a pele dela se arrepiara toda, separou mais um pouco as pernas dela e desceu com a boca, sentindo um gosto afrodisíaco de menta, saboreou com vontade da intimidade dela, o sabor da menta, misturado com o gosto dela estava delicioso. Com o dedo, ele começou a estoca-la devagar, ela remexia o corpo incentivando-o.
-Deliciosa! — Ele exclamou, sua língua percorria com vontade cada pedacinho exposto da intimidade dela, que gemia cada vez mais alto, nunca imaginara sentir um prazer tão intenso como estava sentido.
-Theo, eu quero você, preciso sentir você dentro de mim, por favor! — Ela pediu. Ele prontamente a atendeu, pegando uma das bolinhas, ele a posicionou para colocar dentro dela.
-Posso? — Ele lhe pediu permissão, que ela prontamente lhe deu, retirando a venda dos olhos.
-Sim, pode. — Ele introduziu-a com delicadeza, se posicionando para penetra-la, invadiu a cavidade úmida e quente com cuidado, os dois estavam muito excitados, suas terminações nervosas pareciam pequenos choques por seus corpos, como se descargas elétricas lhes dessem pequenos choques, a cada toque.
Ele começou a estoca-la devagar e foi aprofundando as investidas aos poucos, até que em uma investida mais forte, ele furou a bolinha que estourou dentro dela, imediatamente um delicioso cheiro de morango com champanhe fez-se sentir, inebriando ainda mais os sentidos dos amantes, um calor ainda mais intenso tomou conta dos corpos.
Jade sentia como se um formigamento tomasse conta de seu corpo, que começou desde os dedos dos pés, até seu couro cabeludo, Theo sempre a levara a maravilhosos orgasmos, mas por Deus que nunca tivera um tão intenso e arrebatador desse jeito.
Theo a estocava com vontade, com força e velocidade, os dois gemiam enlouquecidos, ele sentia seu membro inchar cada vez mais dentro dela, sentindo sua quentura, sua umidade que o ajudava a deslizar cada vez mais para dentro, sentia como se a cada estocada, ela ficasse ainda mais apertada. Não pode conter o grito de prazer quando finalmente se libertou dentro dela.
-Uau! Sem palavras para descrever a perfeição desse momento meu amor. — Ele disse puxando-a para seu corpo e acariciando suas costas.
-Sim, a única que encontro é que foi maravilhoso.
-Com você é sempre maravilhoso minha pequena. Será que está tudo bem com os bebês? — Ele perguntou preocupado, acariciando sua barriga.
-Ah, sim, com certeza, não se preocupe. Nosso amor só vai fazer bem a eles, eles saberão desde sempre que os pais se amam e que eles foram concebidos com muito amor.
-Isso é verdade, mas eu não vejo a hora deles começarem a se mexer dentro de você.
-Eu também não vejo a hora. Vamos tomar um banho?
-Sim, vamos. Eu vou encher a banheira antes, espera aqui.
-Ok. — Ele se levantou e foi para o banheiro, ligou as torneiras da banheira, escolheu os sais que estavam na bancada ao lado, vários vidros com diversas fragrâncias, depois de cheia, desligou as torneiras e voltou para o quarto pegando-a nos braços. Entrou com ela ainda nos braços, soltando-a devagar, banhou-a com carinho, ela fez o mesmo com ele, quando a água começou a esfriar, saíram da banheira tirando o excesso de espuma debaixo do chuveiro, enrolaram-se nas enormes e felpudas toalhas de banho, voltaram para a cama.
-Está com fome amor?
-Hum, sabe que estou? — Mas não gostaria de sair daqui por enquanto, estou com uma preguicinha tão gostosa.
-Quer comer algo especial? Eu peço para que tragam.
-Agora que me perguntou, sim, eu quero, eu vi o anúncio quando chegamos, do restaurante. É abobrinha recheada com arroz e queijo, salada de batatas e carne de porco com azeitonas.
-Só isso? — Ele perguntou divertido.
-Por enquanto sim.
-Então, comeremos o que a senhora deseja e para sobremesa, teremos sorvete de limão.
-Sorvete de limão, Theo? Eu nem sou fã de sorvete de limão.
-Então porque raios me pediu para comprar? — Ele quis saber, implicando com ela.
-Ah, é né? Eu te pedi para comprar, bom, eu como, sem problemas.
-Tudo bem amor, eu também trouxe de chocolate, estranhei você me pedir para trazer sorvete de limão, sendo que eu sei que não gosta, mas, vai saber né? — Ele vestiu um robe e pegando o telefone, fez o pedido de tudo o que ela queria.

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