Capítulo Doze:
Pamela ficou encantada com o belo moreno. O jantar transcorreu muito bem, Júlio se deu bem com os rapazes Escobar Vásquez e com Joseph, até parecia que eram amigos há muitos anos.
Após o jantar, como sempre todos se reuniram na sala, Júlio pensou que não poderia ter sido melhor sua noite, nem se lembrou da loira que havia deixado na mão, conhecer a linda morena estava sendo uma surpresa e tanto.
Theodoro não via a hora de subir para o quarto, sentia-se louco de vontade de ficar a sós com Jade, controlara-se durante toda a noite e agora não suportava mais. Precisava tê-la ao menos uma vez para poder aguentar os vinte dias que viriam pela frente.
-Vamos subir amor?
Ele sussurrou baixinho em seu ouvido fazendo-a se arrepiar.
-Mas já? Ainda é tão cedo.
Ela perguntou para provocá-lo.
-Por favor, eu preciso. Vamos. - Ele tornou a pedir.
-Precisa? Do quê?
Caramba, ela havia resolvido provocá-lo ainda mais? Não bastava a vontade que sentia de arrancar aquele vestido do corpo dela para poder se deliciar naquelas curvas maravilhosas e enlouquecedoras. Mesmo sabendo que ainda não era hora certa, que ela não estava pronta.
-Preciso de você, de tê-la em meus braços, de sentir seu corpo colado ao meu.
Jade sentiu-se inundar de paixão ao ouvi-lo dizer aquelas palavras em seu ouvido, na verdade também desejava estar entre os seus braços fortes.
-Bom, sendo assim, eu aceito.
-Então vamos.
Rindo, ela o puxou pela mão, começaram a subir as escadas devagar, porém, quando chegaram ao meio das escadas, Theodoro a pegou no colo subindo os lances finais com ela nos braços, chegando no quarto, ele fechou a porta com o pé e a colocou no chão fazendo com que seu corpo deslizasse sensualmente junto ao dele. Os rostos deles estavam muito próximos, os olhos presos um no outro, as respirações aceleradas. Uma tempestade interior tomou conta dos dois, coração encontrado coração, desejo encontrando desejo.
Theodoro a puxou ainda mais para si, de um jeito que nada poderia passar entre os dois.
-Eu a quero Jade, eu a quero com loucura e com tanta intensidade que estava quase ficando maluco lá embaixo. Por deus! Como eu a quero. Mas sei que você não está preparada, eu entendo e a esperarei, não quero desrespeitá-la jamais.
-Você não está me desrespeitando meu amor, eu quero ser sua, inteiramente sua.
Theodoro ficou estático ao ouvir essas palavras da boca dela, não pode deixar de se sentir feliz. Jade desejava-o sim, claro que sim, sabia muito bem o que queria e estava disposta a fazer de tudo para tê-lo. Sabia que a primeira vez poderia ser dolorida, mas não aguentava mais esperar.
-Você tem mesmo certeza? - Ele perguntou com voz enrouquecida pelo desejo. -Tudo o que eu quero é fazê-la minha, só minha.
-E o que está esperando?
-É isso mesmo o que quer? -
Insistiu ele segurando o rosto dela entre as mãos, estava perturbado, tudo o que queria era fazer amor com ela, mas ele precisava ter certeza se era o que realmente ela queria.
-É sim Theo, nunca tive tanta certeza de algo em minha vida.
Sua boca tomou a dela com loucura, Jade correspondeu com a mesma intensidade, a paixão tomou conta dos dois, tirando-lhes a sanidade. Os lábios dele moviam-se com suavidade pelo rosto dela, descendo pelo seu pescoço, roçando de leve os dentes sobre a pele delicada. O perfume dos cabelos e da pele dela inebriava seus sentidos, mesmo assim lembrou que o corpo dela junto ao seu não era sinônimo apenas de prazer, mas também de afeto, de amor. A força do abraço dele a fazia sentir-se segura. Um desejo selvagem tomava conta dos dois corpos, a pulsação aumentava, o calor os consumia. Quase enlouquecido, ele já se imaginava possuindo-a. Theodoro esqueceu-se de tudo mais a sua volta quando o corpo dela tocou o seu. O corpo delicado parecia em brasas, as mãos se exploravam, as bocas fundidas como se fossem uma só.
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Totalmente Seu
RomansaEssa é uma história de minha autoria, qualquer cópia é totalmente proibida, pois a história está devidamente registrada. Plágio é crime e passível de punição.
