Capítulo Vinte e Quatro:

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Theodoro:

Eu acordei com uma sensação gostosa, meio dormindo ainda demorei para me dar conta que era o corpo de Jade ao meu lado que me despertava essa sensação, erguendo a mão e abraçando-a, trouxe-a para mais perto de meu corpo, abrindo os olhos pude contemplá-la, ela estava deitada de bruços, com o rosto em cima de um braço, os cabelos esparramados pelo travesseiro cobrindo parte de seu corpo que os cobertores deixaram a mostra ao escorregarem até sua cintura.
O rosto sereno em meio ao sono. Tocando-a com carinho, virei-a com cuidado e contemplei-a mais uma vez, abaixei meu rosto de encontro ao seu e comecei a distribuir vários beijos por seu rosto, coloquei nesse gesto todo o amor que sinto por ela, percebi que ela se remexeu em baixo de mim. Fui descendo minha boca por seu pescoço, até chegar em seus seios, beijei-os com todo cuidado.
Minha vontade dela foi aumentando ainda mais, cada vez mais eu a desejava, eu a amava, doía em mim ver aquela marca da cirurgia em seu corpo.
-Theodoro!
Ouvi-a me chamar. E ergui os olhos para olhá-la.
-Bom dia meu amor!
-Hum, bom dia! Não para não, por favor.
Ela me pediu, mas, quem disse que eu conseguiria parar?
-Não vou parar, eu prometi que iria beijar cada pedacinho do seu corpo, lembra-se?
Ela riu, aquele riso doce e suave.
-Claro que eu me lembro.
-Então, estou pagando minha promessa. Não gosto de ficar devendo nada.
-Ótimo, bom saber que sempre paga suas promessas.
-Você é tão linda Jade, tão deliciosa e linda, me deixa louco, será que podemos fazer amor? Você se sente bem?
-Fazer amor com você me faz bem. — Eu tomei seus lábios deliciosos entre os meus beijando-a com prazer, bem devagar, apreciando a doçura daquela boca, como senti falta de beijar aqueles lábios, não sei como consegui ficar longe dela todos aqueles dias, não era a toa que meu humor estava péssimo, como dizia o Murilo, eu estava subindo pelas paredes.

Minhas mãos passearam por seu corpo, despindo sua camisola transparente, agora sim, ela estava como eu a queria, totalmente nua para mim, toquei seus seios com cuidado para não machucar, parei o beijo com vários selinhos e desci minha boca novamente por seu corpo até chegar em seu mamilo, onde abocanhei um deles entre meus lábios, sugando com vontade, as vezes sugava, as vezes só contornava-o com minha língua, senti suas mãos puxar de leve meus cabelos, passar as unhas pelas minhas costas.

Abri suas pernas e me coloquei no meio delas, descendo minha boca pelo corpo dela beijei cada pedacinho de pele até chegar ao centro de sua intimidade. Passei minha língua devagar, apenas saboreando de seu sabor indescritível, aos poucos comecei a sugá-la, aumentando a pressão da minha língua, ouvia-a gemer baixinho, o som do seu gemido era um afrodisíaco para mim.

Senti seu corpo se enrijecer e sabia que ela logo gozaria, queria-a gozando em minha boca, queria sentir seu gosto, o gosto do prazer que eu despertava nela, que apenas eu tinha o direito de fazê-lo. Seu corpo estremeceu e ela gemeu meu nome. Ouvi-la chamar meu nome me excitou ainda mais. Ergui-me e me posicionei para penetrá-la, quando ela mesma me lembrou de usar proteção.
-Amor, não podemos sem proteção.
-Eu nem lembrava mais desse detalhe.
-Mas ainda temos que usar, não tem nenhuma semana que estou tomando pílula.
-Está certa.
Eu respondi pegando minha carteira em cima do criado mudo, peguei um preservativo, colocando-o, me posicionei novamente e finalmente a penetrei, senti que suas carnes me apertavam, mesmo com o preservativo, ela ainda me apertava. Aos poucos fui me movimentando, até que ela se acostumasse comigo dentro dela, aumentando o ritmo gradativamente, até que estava estocando-a como um louco, ela passou suas pernas por minha cintura e eu pude me enfiar ainda mais dentro dela.
Senti que ela se apertava ainda mais, até que seu corpo novamente se entregou ao prazer chegando a mais um orgasmo, eu adorava olhar para os olhos dela no momento do orgasmo, eles ficavam mais escuros, as pupilas dilatadas, ela se entregava totalmente, logo senti que meu próprio orgasmo se aproximava, derramei-me dentro dela sentindo a satisfação do prazer que apenas ela me fazia sentir.

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