Cap. 62

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E lá vem ela com sua camisola vermelha , transparente nos seios , calcinha fio dental , meias até a coxa , cabelo preso num rabo de cavalo , chicote na mão , um perfume que isala o quarto todo e um sorriso maléfico , passou até um filme na minha cabeça da nossa primeira transa aqui nesse quarto , o qual eu chamava de quarto das maluquices. Aqui estou eu , amarrado com com cordas , com as mãos pra trás , completamente nú , a espera do meu maior prazer.

Lua
- Está preparado? - Olho ele e bato o chicote na mesa.

Arthur
- Estou.. - Olho ela , dou um sorriso safado e me ajeito.

Lua
- Hummm.. Será? - Pego uma venda , e coloco sobre seus olhos , deixo ele sentado e abro a porta , deixando entrar uma mulher que eu contratei pra essa noite. Colocamos o mesmo perfume e a mesma roupa. Ordeno pra que ela suba em cima dele e faça o que eu disser.

Arthur
- O que está tramando? - Sorrio , sentindo ela rebolar em cima do meu pau , seus seios no meu rosto me fazem querer lamber e chupa - los nesse istante.

Lua
- Está gostando? - Falo em seu ouvido , enquanto a outra diverte ele , levanto , pego o chicote e bato em suas costas.

Arthur
- Lua.. - Escuto seus passos , do meu lado esquerdo , mas sinto ela rebolar em cima de mim. O que está havendo aqui?

Lua
- Oiii.. - Paro e peço pra garota sair , então eu subo em cima dele e beijo sua boca , com rapidez , também rebolando em cima dele.

Arthur
- Me desamarra. - Falo entre..

Lua
- Não , a brincadeira ainda não acabou.. - Chupo seu queixo e saio de cima , chamo a garota que se abaixa entre as pernas dele e começa a chupar seu membro.

Arthur
- Ooh.. Lu-lua.. - Me contorço e jogo a cabeça pra trás.

Lua
- Está gostando?! - Vou por trás dele e puxo seu cabelo com força , mordendo sua orelha.

Arthur
- Huummm.. Lua!!!! - Percebo logo que tem outra pessoa naquele quarto , como não percebi antes?

Lua
- Se gozar eu te mato! - Falo em seu ouvido e solto ele.

Arthur
- Mas o que? - Tiro a venda , abro os olhos e olho a garota me chupando , Lua tira a roupa e me deita , subindo em cima da minha barriga , indo em direção ao meu rosto.

Lua
- Eu sei que nunca fez sexo a três , mas você vai adorar. - Faço ele me chupar , rebolo em sua boca e gemo.

Arthur
- Não.. - Empurro ela pro lado , e levanto da cama , olhando elas.
- Eu não vou transar com outra , pode mandae ela sair? - Olho ela.

Lua
- Pode sair.. - Olho ela.

Arthur
- O que é isso? - Olho ela , sério.

Lua
- Sexo a três.. - Olho , sorrio e fecho a porta.

Arthur
- Esse não era o combinado. - Sento na cama.

Lua
- Você saberia se lesse o contrato. - Subo em cima dele e abraço seu pescoço.

Arthur
- Droga de letras miúdas! - Seguro em sua bunda.

Lua
- Podemos continuar? - Rebolo , e me encaixo em seu membro , cavalgando.

Arthur
- Sshhh.. - Aperto sua bunda e olho seus seios.

Lua
- Annn.. - Cavalgo e beijo sua boca , abafando meus gemidos. Puxo seus cabelos e vou indo cada vez mais rápido.

Arthur beija meus seios e lambe com uma habilidade insana , meu corpo fica a mercer de qualquer desejo ou fantasia dele , a cada toque de sua boca um arrepio e uma rebolada mais forte e rápida. Me deitei por cima dele , ficando de quatro e quicando naquele pau gostoso , que não fazia outra coisa além de me comer e penetrar fundo.

Levando uns tapas nas bandas da bunda , eu quicava ainda mais rápido , fazendo com que minha respiração ofegante fosse tão alta quanto o barulho que fazíamos batendo nossos sexos , quanto nossos gemidos de prazer.

Arthur
Trocamos de posição , virei por cima dela , sem sair de dentro dela um minuto se quer. Mete nessa safads bem forte e fundo , do jeito que ela gosta de merece , fiz sem parar , fazendo com que ela gritasse de desespero e pedisse mais. Assim foi , seu rosto estava todo suado , vermelho , sua testa franzida e sua boca nesse momento estava sendo consumida pela minha. Prendi seu corpo de baixo do meu , indo cada vez mais rápido , forte , violentamente , seu corpo se contorcia contra o meu , suas pernas prendiam a minha cintura , suad unhas cravadas em minhas costas , doiam , e era prazeroso , arrepiava até o meu último fio de cabelo.

Deixei ela completamente imobilazada , menos sua intimidade , que chupava meu membro de um jeito surreal , era um prazer do caramba. Ela ficava ainda mais apertadinha assim , o que era bom , meu pau agradecia o maravilhoso estímulo que tinha dentro dela. Safada , gemia como uma putinha , e isso era música aos meus ouvidos.







Minha Dona - ConcluídaHistórias para pegar e não largar. Descubra agora