capítulo quatorze

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Ret

DG: aí mano, os bagulhos lá do x9 deu mó caô, tá ligado o binho da boca 7? - assenti - pô, o lucas mandou apagar o cara sem provas nenhuma, deu que acharam o x9 e é aquele vapor lá de baixo branquinho, sei nem como ele sabe essas informações todas se ele nem sobe pra cá pra cima.

Ret: e cadê o lucas?

DG: sei não, deve tá fazendo a ronda

Ret: pois traz ele pra cá, vai ser cobrado, aonde já se viu fazer as coisas sem minhas ordens? não, faz disso, traz pra cá não, se vira com ele por lá mesmo

DG: apaga?

Ret: tu que sabe, mas se não pagar, deixa ele bem acabadin, e o vapor tu traz pra cá - DG assentiu e saiu.

PL: eai mano - assenti

Ret: deu certo o bagulho das cestas?

PL: deu bom, parece que sobrou umas 11 por aí, e os meninos deram pra pensão da tia Vera e pra umas mulher aí.

Ret: e o baile, tá tudo nos conformes?

PL: tá cara, vai ficar o natal aqui?

Ret: ana tá querendo ir no pai dela, e eu vou lá na mãe, vê se ela tá querendo alguma coisa, tô fortalecendo ela mesmo só com o dinheiro, faz tempão que eu não vejo a manu.

PL: tá de verdade mesmo esse bagulho com a ana?

Ret: aquelas coisas né, tô amarradão nela, fortalece legal, mas como, pai é bicho solto, tô comendo uma aqui e outra alí, terror nenhum, tem nada assumido.

PL: tu que sabe parceiro, mas a garotinha lá é fogo, decepciona ela não.

Ret: ih, papo de viado é esse irmão?

PL: só te falando só cara, ana fecha junto, não é essas outras não, mas tu que sabe.

Ele saiu e eu fui em casa tomar um banho, e passar no salão da mandada.

Cheguei lá e ela tava ajeitando uns bagulhos

Ret: chega aí - ela arqueou uma sobrancelha e veio.

Ana: que é?

Ret: vamo ali mais eu?

Ana: nem posso, tô cheia de coisa pra fazer

Ret: tô vendo tu fazer nada

Ana: aonde?

Ret: matar quem tá me matando - ela fez uma cara de leiga, entendendo nada.

Ret: nada não, tu é toda burra - falei rindo

Ela falou lá com as meninas e veio, subimos na moto e fomos em direção a tia Vera.

Sentamos e fizemos o pedido, gisely veio deixar, e claro, tinha que soltar o veneno dela.

Gisely: fortaleceu ontem em ret. - falou com aquela voz de puta dela, olhei logo para ana que tava rindo que nem uma doida.

Gisely entendeu nada.

Ana: então fortaleceu nós duas né amor, porque até onde eu sei ele passou a noite comigo - deu de ombros e começou a comer.

Ana: traz um suco de laranja por favor.

A gisely se contorceu em raiva e saiu.

Ret: tu é foda né cara

Ana: não sei o que te faz pensar que eu vou ficar quebrando cabeça por causa de tu, isso sendo verdade ou não, eu não ligo, não temos nada.

Só precisamos de nós. {M}Histórias para pegar e não largar. Descubra agora