Provocação

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Boa leitura <3

(...)

– Isso é covardia – Yok murmurou em meio à sua respiração pesada tendo seu corpo explorado pela mão do baixinho.

– Você não quer? – Ayan questionou com os olhos suplicantes e um pequeno beicinho nos lábios que acabaram com a pouca sanidade que o maior ainda cultivava.

– Filho da puta – resmungou mordendo leve o lábio inferior ao sentir uma digital arrastar-se forte por seu mamilo já sensível.

– Shh – murmurou com um sorriso travesso nos lábios aproximando-se do ouvido do maior que suspirava – Fica quietinho e aproveita, bebê – ordenou baixinho deixando uma mordida leve no lóbulo do outro.

Yok obedeceu sentindo as mordidas descerem por toda a extensão de seu pescoço.

Os dentes cravavam leve por cada pedaço exposto, após, um beijo leve era despejado por cima da área machucada deixando-o com ainda mais desejo de terminar o que o menor havia começado.

As mãos envolveram a cintura do baixinho apertando-o contra seu membro já pulsante dentro da calça que o cobria. Mas sua tentativa de aliviar o tesão que o tomava foi cortada logo após.

– Eu mandei você não me tocar – Ayan lembrou dando um tapa leve sobre as mãos que o seguravam.

– Desculpa, tá foda pra mim né, cê é mó gostoso e tá no meu colo se esfregando, não aguentei bebê –  Yok murmurou soprado próximo ao rosto do menor – Cê não sabe o esforço que tô fazendo pra não te agarrar – assumiu mordendo o lábio inferior.

– Você não queria? Estou te dando, mas é pra fazer as coisas do meu jeito – Ayan ordenou arranhando leve as costas que explorava.

O maior rendeu-se e segurou seus braços atrás de si sentindo os beijos do rapaz descerem desesperados até a gola de sua camiseta enquanto o corpo movia-se devagar em cima de seu membro fazendo gemidos baixos escaparem de sua garganta.

Sentiu os dedos percorrerem leves até a barra de sua calça abaixando-a minimamente acariciando a glande úmida e sensível ainda coberta.

– Cê é atraente Yok – Ayan admitiu sério próximo aos lábios do maior – Mas não ache que a sua historinha vai fazer eu ceder pra você, cachorrinho – contou irônico retirando-se de cima do corpo que o segurava.

– Isso não se faz – Yok sussurrou com os olhos cerrados e com os lábios entreabertos – Cê vai me deixar assim mesmo? – questionou olhando para o volume que marcava na roupa que vestia.

– Tô afim de ser homenageado – Ayan provocou baixo com as sobrancelhas arqueadas.

– Cê não presta, burguês – reclamou manhoso desacreditado que acabara de ter sido enganado – Mas.. se quer tanto uma homenagem posso fazer isso agora pra você – afirmou provocante em meio à um sorriso.

Ayan riu desviando o olhar para baixo tentando disfarçar as bochechas que coraram pela fala do maior.

– Você se humilha pra qualquer cara que quer pegar ou isso é exclusivo meu? – o baixinho questionou em um riso nasal.

– Se ser humilhado é eu querer bater uma agora enquanto te olho... então é exclusividade sua burguês, pra cê ver como é privilegiado até nisso – brincou sorrindo.

Ayan aproximou-se do rosto do outro mantendo um contato visual intenso e, calmamente foi em direção aos lábios do maior que entreabriram esperando receber um beijo.

– Faça isso então – ordenou soprado afastando-se logo após.

Yok fitou-o surpreso questionando-se se ele realmente estava falando sério ou se, novamente, estava brincando consigo.

– Mas não espere receber ajuda, irei apenas te observar, quero ver se eu te deixo tão louco assim – contou enchendo seu copo com o resto da bebida que sobrara na garrafa – Anda! Tá esperando o que? Me mostra – ordenou sorrindo com o copo em meio aos seus lábios.

Yok desviou o olhar para sua calça questionando-se se realmente deveria fazer aquilo ali. Talvez fosse uma má ideia masturbar-se na frente de outras casas que haviam em torno da sua.

– Cê tá falando sério? – questionou com a feição surpresa arrancando uma risada alta de Ayan deixando-o ainda mais confuso.

– É claro que não! Cê achou mesmo que eu ia querer te ver fazendo essa merda? – indagou entre risadas.

– Achei – Yok respondeu sincero – Vai que cê gosta de assistir, ia ser bem excitante – afirmou arrancando ainda mais risadas do baixinho.

– Vai ficar só pra tua imaginação  –

(...)

Ayan teve de passar o resto da noite junto ao outro. Ainda que desejasse ir pra casa, sentia não ter condições de dirigir até o outro lado da cidade.

A mistura da bebida e do baseado deixaram-o completamente incapaz de realizar qualquer atividade que pudesse trazer algum problema.

Deitou-se ao meio de Thua e Yok que tentava não manter contato direto com seu corpo.

O maior buscava conter a vontade que havia sido despertada em si. E, ter quem a despertou deitado logo ao seu lado não era a maneira mais fácil de fazê-la sumir.

Sabia que os atos daquela noite ficariam guardados em sua memória, não seria capaz de esquecer-se dos toques que havia recebido e de quase masturbar-se em frente ao rapaz.

Ayan definitivamente era, para si, o maior desafio que já teve de encarar.

Ele fazia-o perder completamente a cabeça. Qualquer simples troca que havia entre eles, fazia seu corpo queimar em desejo.

Não sabia porquê o rapaz o causava essas reações, não entendia o porquê seria capaz de fazer o que ele lhe ordenasse à troco de ser minimamente tocado.

– O que que cê tem em burguês? – questionou baixinho fitando o menor já adormecido – Se cê soubesse o tanto que eu te desejo cê não deixava eu passar por essa tortura –



Obsession (YokAyan)Onde histórias criam vida. Descubra agora