"mi casa es su casa"

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Oie :)

Desculpem pelo capítulo xoxo capenga e anêmico q eu escrevi 😭😭

Votem e comentem 🤩

Boa leitura <3

(...)

– Você não vai negar algo pro seu amiguinho, não é, cachorrinho? – Yok questionou sorrindo para Thua que olhava para Ayan esperando uma resposta.

Aye suspirou desejando recusar a oferta do maior, mas devido a empolgação de seu amigo quanto ao convite, viu-se obrigado à aceitar para que o mesmo pudesse aproveitar decentemente sua estadia em Bangkok.

– Eu tô fazendo isso por ele, não por você – o baixinho afirmou apontando respectivamente  para ambos com uma feição descontente.

– Eu sei que você só aceitou pra ficar pertinho de mim, cachorrinho – o maior provocou sorrindo com a língua entre os dentes fazendo o baixinho revirar os olhos.

– Por que você chama o Aye de cachorrinho? – Thua questionou percebendo a forte aversão de seu amigo para com Yok.

– Antes era porquê ele só latia – afirmou desviando seus olhos até o menor – Mas agora, acho que é porquê ele é fofo igual a um – assumiu dando um leve aperto na bochecha ainda corada de Ayan que afastou-se rapidamente do toque do outro.

– Só.. latia? – Thua indagou ainda mais confuso com a relação que ambos mantinham.

Questionou-se se estavam realmente falando de latir como um cachorro, e se seu amigo havia se prestado ao papel ridículo de agir como um, e, em que maldito momento isso havia acontecido.

– Não é o que você tá pensando – Aye afirmou com a voz séria já sabendo dos pensamentos que atingiram a cabeça de seu amigo – Ele está apenas me provocando porquê é insuportável – reclamou impaciente – Mas, enfim, Yok, o que você quer fazer? Não tenho a noite inteira! – exclamou encarando o maior que já mantinha os olhos sobre si.

– Faço o que cê desejar, cachorrinho –

(...)

– Ele é bonito – Thua elogiou para Ayan que riu nasal negando com a cabeça.

– Ele é insuportável – revidou seguindo Yok em seu carro – Só tô fazendo isso porquê cê parecia animado, mas, sinceramente, não suporto esse cara – afirmou desviando seu olhar rapidamente para seu amigo que olhava-o boquiaberto.

– Ele parece legal, sei lá! Receptivo – elogiou novamente – E ele tá bem caidinho por você, não sei porquê você não aproveita a oportunidade que a vida tá de dando de ficar com um gostoso igual ele – Thua brincou incentivando-o à ceder.

Ayan não podia dizer que Yok era feio. Se havia uma coisa que o rapaz não era, com certeza, era isso. Pelo contrário, ele realmente era uma pessoa atraente.

Os olhos escuros que sempre tinham um olhar suplicante, o recorrente sorriso provocante nos lábios e os cabelos em um corte rebelde traziam uma sensualidade pro maior que era explícita para Ayan que negava-se à aceitar que, Yok, realmente chamava sua atenção.

Porém, a insistência e sua falta de noção, faziam Aye perder totalmente a vontade que por vezes despertava em si.

Talvez se Yok permanecesse em silêncio absoluto, Ayan seria capaz de recompensar as inúmeras investidas em si.

– Ele é chato demais, desde o primeiro dia que me viu vive atrás de mim como um cachorro e ainda diz que o cachorro sou eu! – exclamou indignado – Se um dia eu aceitar ficar com alguém como ele, pode me internar porquê certamente eu estarei louco – reclamou batendo leve no volante.

– Você tá pensando demais, Aye – Thua retrucou – Sei lá! Só usa ele e depois cai fora, ele é gostoso pra caramba e tá te dando mó mole! – brincou – Tu não transa faz anos Ayan! Pelo amor de Buda vai aproveitar o homem que te quer! – exclamou entre risadas baixas.

– Ei! Eu transo sim! – Ayan resmungou desviando rapidamente o olhar até seu amigo – Eu que não te conto! – murmurou com um pequeno beicinho nos lábios.

– Eu vou fingir que acredito – Thua riu negando-se à acreditar nas palavras de seu amigo.

Ele sabia que Ayan era extremamente metódico quanto à isso. Sabia que seu amigo realmente não se relacionava há tempos e por isso acumulava todo aquele ódio dentro de si.

E, estava pronto para empurrá-lo para quem mais o desejava.

Faria-o enxergar que, por mais chato que Yok pudesse ser, ainda assim, isso não impedia-o de ser gostoso.

(...)

– Fiquem a vontade – Yok falou abrindo a porta para que seus convidados adentrassem sua casa – Mi casa es su casa, bebê – murmurou sorrindo para Ayan que tentava ignorar a proximidade de seu rosto ao dele.

– Achei que você era rico, pra se achar tanto e ter toda essa marra – o menor afirmou seguindo o maior até a parte externa da residência.

Yok riu desacreditado das palavras direcionadas à si. Ele realmente parecia rico?

– Você tá me insultando – reclamou sentando-se sobre a mesa posicionada na parte traseira de sua morada – O único burguês aqui é você, cachorrinho– brincou vendo os rapazes sentarem logo à sua frente.

– Eu não sou rico – Ayan afirmou encarando o maior – Eu sou? – questionou à Thua que riu baixo.

– Você não né, teus pais – o rapaz lembrou arrancando uma risada baixa de Yok que mantinha seus olhos fixos no que desejava.

– Tuas fotos não negam de onde tu vem, cachorrinho – o maior insultou retirando o fino de seu bolso – Mas pra tua sorte eu gosto dos mocinhos – provocou umedecendo os lábios enquanto o entregava o cigarro que segurava – Acende aí, vou pegar uns copos pra gente poder beber – pediu levantando-se rapidamente.

Ayan colocou o baseado entre os lábios sentindo o olhar curioso de Thua sobre si.

Era a primeira vez que seu amigo o via fumar, e, sabia que seus atos havia deixado-o surpreso.

– Vai querer? – ofertou colocando fogo sobre a ponta do papel que enrolava a erva.

– Acho que.. sim? – Thua respondeu confuso.

Ainda que amedrontado pela nova experiência, estava tentado à saber o que aquilo causaria em si.

(...)

– Isso é covardia –

Obsession (YokAyan)Onde histórias criam vida. Descubra agora