15 - Desejo insaciável

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Mas ela não virou de imediato. Se aproximou da borda da mesa e apoiou a palma das mãos ali, seus braços fizeram pressão em seus peitos, evidenciando mais os seios fartos por baixo do cropped.

- Com licença, Boss. Vou ao banheiro, mas confesso, vou sonhar com essa mesa mais tarde... - ela apenas sussurrou a última frase, e eu senti o reflexo diretamente lá embaixo.

Apreciei seu corpo se afastando lentamente, poderia ser impressão minha mas pareceu que ela estava rebolando ao andar. Aquela bunda maravilhosa que eu adoraria provar se remexia dentro da saia de tecido jeans.

Eu me levantei em desespero, segui ela e a alcancei antes que ela abrisse a porta. Me antecipei e girei a maçaneta para abrir, dando passagem pra que ela entrasse primeiro. Ela me olhou de relance ao passar, um jeito que eu poderia atacá-la a qualquer momento, Valentina sabia seduzir com apenas o olhar.

Meu banheiro era grande e luxuoso. Como aquele prédio era corporativo, o meu andar era para atender duas ou três salas e o banheiro poderia ser adaptado para mais cabines sanitárias. Como só havia a minha sala lá, eu solicitei que ele fosse transformado em dois ambientes, o primeiro ambiente possuía uma bancada comprida com duas cubas na extremidade, um armário pequeno com poucas peças de roupa e sapatos e uma chaise para descanso e trocas, o segundo ambiente era para a cabine sanitária e a cabine de ducha. Valentina entrou observando a chaise, provavelmente pensando em usá-la.

Assim que fechei a porta atrás de mim, agarrei sua cintura e a virei para me encarar de frente. Empurrei ela para trás e subi seu corpo em minhas mãos a colocando sentada sobre a bancada, onde não havia pia. Ela agarrou minha nuca me puxando para um beijo apressado.

Eu sentia cada poro do meu corpo necessitando dela. Seu beijo já despertava um tesão absurdo em mim. Sua língua era macia, sedenta e acariciava a minha. Entre o beijo desesperado com sugadas de lábios e sorrisos de excitação, ela se desfazia de minha blusa e abria o zíper de minha calça social, enquanto eu puxava sua saia para cima da cintura, me desfazendo do cropped dela também. Ambas necessitadas pelo toque uma da outra.

Investi com minha boca na lateral de seu pescoço, lambendo e sugando sem pressa, ela inclinou a cabeça, me dando abertura e se contorcendo sob as minhas investidas, eu a alisava com minhas mãos descendo pelo seu corpo, agarrando sua pele. As mãos dela se apoiaram em minhas costas, apertando a pele fina às vezes.

Avancei sobre o seu sexo com a mão direita, empurrando a calcinha para o lado e explorando com meus dois dedos toda sua boceta. Ela estava muito molhada, exatamente como eu desejava. Subia e descia com a ponta do dedo, espalhando sua lubrificação ali e estimulando-a.

Gemia baixinho, bem próximo do meu ouvido, e aquilo era como música para mim. Até seus gemidos eram poéticos. Eram excitantes e perfeitos.

- Isso, geme baixinho. Geme só pra mim, Valentina... - agarrei com a mão livre entre as suas mechas, e puxei conforme eu necessitava explorar mais do seu pescoço. Eu comandava os movimentos de sua cabeça e fazia ela me encarar conforme eu a estimulava, seu peito descia e subia descompassado pela respiração.

Impulsionada pelo meu pedido, ela continuou com os gemidos que se intercalavam com a respiração ofegante de sua boca entreaberta, seu quadril já tentava se remexer, ela queria muito ser fodida. Puxei sua bunda para frente, deixando ela na borda da bancada. Ela se inclinou para trás, se apoiando pela palma da mão e abriu mais as pernas. Eu molhei os lábios com a visão. Olhei fundo nos seus olhos famintos e falei com seriedade...

- Não geme alto, as paredes são de gesso. Você entendeu? - ela confirmou, suplicava pelo olhar.

Penetrei dois dedos deslizando rápido e fácil para dentro dela.

LILACOnde histórias criam vida. Descubra agora