Capítulo 4 : Show Inebriante

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ALERTA DE HOT+18

SE NÃO CURTE PULE

Notas:

Encubado = não assumido

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O caminho até meu apartamento durava em torno de 20 minutos saindo da Rocinha mas com Vagner nos levando demorou o dobro ou talvez o triplo do tempo, não consigo nem lembrar mais.

A cada sinal vermelho ele pousava a mão em minhas pernas e começava a me perguntar coisas sobre mim ou me elogiar enquanto me alisava suavemente. Cada vez que ele freava a moto um pouco mais forte meu corpo era jogado um pouco pra cima do dele e eu sentia como o corpo daquele homem era quente.

Quando eu dei por mim já estava abraçando o torso dele e acariciando sua barriga, meu membro já dava sinal de vida e meu coração estava mais acelerado do que a moto. Agora Vagner alterna entre alisar meus braços em seu torso e alisar minhas pernas.

Eu já estava soltinho então dei o passo adiante e raspo suavemente a ponta dos meus dedos no volume já aparente em sua bermuda, no começo apenas roçando a ponta de dois dedos naquele volume generoso que ele tinha entre as pernas.

No sinal seguinte quando ele parou ele botou a mão por cima da minha e apertou contra a bermuda dele e eu pude sentir o volume aparentemente grosso e respirei fundo me arrepiando. Eu começo a alisar as coxas de Vagner, meu corpo está colado no dele e vejo no retrovisor ele sorrir maliciosamente e morder os lábios.

"Ele não faz o tipo que eu normalmente me atrairia, mas não custa provar. Uma pica boa nunca pode ser negada, não é mesmo?" pensei.

Nos aproximamos de um lugar em que parecia haver um tipo de praça e Vagner encostou a moto em uma rua lateral a tal praça e tirou o capacete, descendo rápido da moto.

-Vem cá. - ele pegou na minha mão me levando pra dentro de uma rua lateral pouco iluminada.

Vagner me encosta na parede e aperta o corpo dele contra o meu e começa a beijar meu pescoço. A barba dele roçando em mim me causou arrepios até nos lugares ocultos do meu corpo, eu soltei um suspiro e um gemido suave.

-Eu te quis assim que eu te vi com teu primo naquele dia.... - ele sussurrou lambendo meu pescoço

Nossos paus duros roçando enquanto eu gemia baixinho, Vagner desceu as mãos a minha bunda e começou a maltratar minha carne ali. A minha boca se abriu e ele tomou ela de uma vez só, o beijo dele era quente e desesperado , parecia que ele queria me sugar para dentro da boca dele, chegou até a me machucar um pouco.

Eu afastei ele um pouco para recuperar o ar. Ele me olhava rindo de um jeito estranho que me fez arquear a sobrancelha.

-Você tem uma boquinha linda. Feita pra beijar muito e chupar bem gostoso. - Vagner diz umedecendo os lábios.

Eu dei um sorriso e meti a mão no meio das pernas dele puxando ele de novo contra meu corpo, ele desce as mãos já abrindo o botão e o zíper da calça revelando um pau branco, da cabecinha rosada e não muito grande porém grosso. Os pelos pretos aparados baixinhos deixavam aquela visão ainda mais linda.

Vagner botou a mão na nuca me puxando pra baixo, eu olhei e ele estava mordendo o lábio inferior. Eu desci e me ajoelhei em frente a ele, o pau dele parecia estar em chamas de tão quente, eu segurei bem firme e olhei pra cima e Vagner parecia hipnotizado suplicando que eu consumasse logo o que começou quando eu subi em sua moto.

O Dono do Morro : Eu Odeio Amar VocêHistórias para pegar e não largar. Descubra agora