Capítulo 101: Aqui Outra Vez

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Mateus Sottomayor

~Domingo a noite~

Eu estava no avião ao lado do Victor, ele segurava minha mão e a beijava, no outro lado estavam Jean e Fábio agarradinhos e o Júlio e o Lucas estavam em outras poltronas. Fábio conseguiu um voo particular para nós todos retornarmos ao Rio.

Quando eu disse para a minha mãe que eu ia voltar para o Rio com o Victor ela me disse que sabia que isso iria acontecer mais cedo ou mais tarde.

-Vai, meu filho! Vá e seja feliz! - ela disse com lágrimas nos olhos.

-Eu vou mas vou voltar sempre pra te ver! - eu disse.

-Me mande a passagem pra ir te ver no Rio que é melhor! Eu nunca fui lá e quero passear bastante! - ela disse rindo.

O voo foi rápido e em menos de 1 hora já chegamos numa pista de pouso particular no Rio de Janeiro, quando descemos fomos recebidos por motoristas particulares que levaram cada um de nós para o nosso destino. Júlio, Lucas, Jean e Fábio foram em um carro e eu e Victor fomos em outro. Fazia tanto tempo que eu não vinha ao Rio que até estranhei a paisagem bem diferente de São Paulo, o mar de luzes da cidade e das favelas me dava um ar de nostalgia, Victor segurou minha mão e me abraçou a viagem toda de volta ao morro do Alemão.

Quando chegamos no morro ele pediu pra que o motorista parasse na entrada e ele ligou pedindo para que trouxesse uma moto pra ele. Um rapaz branquela trouxe a moto, era o Tomé, o fantasma. Ele ficou de olhos esbugalhados ao me ver, ele parecia que estava vendo uma miragem ou um espírito na frente dele.

-Mateus? É tu mesmo, playboy? - Tomé disse rindo

-Sou eu sim! - eu disse rindo.

Fantasma me abraçou e tentou me levantar no ar mas eu sou pesado demais pra ele hahaha

Victor segurou minha mão e me beijou na frente de todos os crias que estavam ali sem nenhum receio.

-Vamo, meu amor! Vamos pra nossa casa! - Ele disse com um sorriso no rosto expondo seu dente que faltava.

Nós subimos de moto e o Victor mandou que todos os seus homens começavam uma salva de tiros. Eram tantos tiros que eu me assustei muito no caminho, nós subimos até o topo do morro onde ficava a antiga casa do pantera e lá tinha uma segurança reforçada com no mínimo uns 20 homens fortemente armados guardando a rua onde ficava a casa.

-Atividade! Eu não quero confusão e ninguém pode subir aqui! Hoje eu vou passar a noite com meu fiel e o Fantasma vai cuidar de tudo na minha ausência! - Victor gritou pros seus homens.

Quando nós entramos na sua casa eu não conseguia parar de rir.

-Seu fiel? - eu disse rindo.

-Sim! Todinho meu e de mais ninguém! Assim como eu sou seu pra sempre! - Victor disse me pegando no colo e me beijando.

Ele não aguentou nem 10 segundos comigo no colo e a gente caiu por cima do sofá, os dois rindo como retardados.

-Eu tô meio gordo, Victor!

-Meio gordo tô eu! - ele disse rindo.

Victor nem esperou chegarmos no quarto e já foi metendo a mão na minha bunda e no meu pau já na escada pro andar de cima. A gente ficou se pegando na escada a caminho do quarto e ele veio com tanta fome que derrubou meus óculos no chão e eu tive dificuldade pra parar ele pra poder pegar meus óculos caídos. Fomos até pro quarto e ele começou a catar camisinhas pra gente usar, eu decidi não perder tempo e já me ajoelhei na frente dele botando o pau dele na minha boca, Victor deu um gemido quando eu fiz isso e eu comecei a sugar ele com força.

O Dono do Morro : Eu Odeio Amar VocêHistórias para pegar e não largar. Descubra agora