Melinda Winfred é uma boa garota. Ama sua família mais que tudo e ama cafés amargos também.
Em seu último ano na Universidade de Montreal, no Canadá, Melinda conhece o astro de hóquei universitário Colin Balenger.
Ou Sebastian para os íntimos.
Col...
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Saímos do cinema após um filme de ação da escolha do meu namorado e vamos direto a uma loja de departamento atrás de presentes de Natal.
—O que você acha que a Kris vai gostar?—Sebastian me pergunta erguendo uma vela aromática em formato de papai noel e uma caneca com uma árvore de Natal na estampa.
Seguro o riso e franzo o cenho.
—De nenhum dos dois.—Murmuro mais para mim mesma.—Que tal um cachecol?
Aponto para os vários cachecóis pendurados mais à frente.
Meu namorado morde o lábio e deixa suas opções no balcão.
—Eu nunca fiz isso antes.—Confessa com um sorriso.
Eu agarro seu braço e entrelaço nossas mãos, deixando um beijinho em seu peito.
—Está se saindo muito bem.—Elogio.—Podemos comprar cachecóis para todos eles. Tem um preço legal e todo mundo gosta. Você mesmo precisa de um.
Ajeito a touca do moletom para tapar seu pescoço e dou um selinho em seus lábios.
—Tudo bem.—Resmunga agarrado a minha cintura.—E a sua mãe? O que ela gosta? Preciso comprar algo melhor para a minha sogrinha e meu cunhado.
Eu abro um sorriso largo e ele também.
—Já deu um par de patins ao Mad, não precisa comprar outra coisa.—Explico enquanto pego os cachecóis para nossos amigos.
—Mas isso foi na Ação de Graças.—Insiste.—O que tá fazendo?
Ele pergunta quando jogo todos os cachecóis em seus braços e vou pegar uma grande quantidade de chá de gengibre e limão na parte alimentícia.
—Pegando os presentes para os meus amigos.—Retruco.—Kris adora chás com esses biscoitos de erva doce.
Levanto a caixinha com os biscoitos e abro um sorriso.
—E o meu presente?—Ele pergunta com um biquinho.
Suspirando, termino de pegar tudo, me certificando do chaveiro com um taco de hóquei para o Darius, e passo em frente ao meu grande namorado.
Subo na ponta dos pés e me aproximo do seu ouvido.
—Vai ser algo muito melhor que chás ou cachecóis.
Me afasto sorrindo e vamos pagar no caixa.
Ouço sua risada afetada e então recebo um tapinha na bunda e um beijo no topo da cabeça.
Após pagar tudo e sairmos com uma grande sacola cheia de presentes em embrulhos natalinos, Sebastian me obriga e ir em uma loja de equipamentos esportivos e ainda compra um tênis caríssimo para o meu irmão.
—Você é maluco.—Resmungo insatisfeita.
Ele pergunta um bilhão de vezes o que comprar para a minha mãe, e antes que ele vá até uma loja de luxo pegar qualquer coisa cara, me apresso em dizer que ela gosta de suéteres natalinos.
—Agora vamos comer?—Pergunto em um resmungo, enquanto ele observa as lojas como uma criança em um parque de diversões.—Amor.
Chamo, mas sou arrastada para dentro de mais uma loja.
Uma joalheria.
Engulo seco.
—O que você gosta?—Ele pergunta apontando para os anéis em exposição.
Nego freneticamente.
—Não.—Nego.—Não faça isso. Tenho certeza que deve custar o valor de uma apartamento.
Sebastian gargalha e se aproxima de mim.
—É o meu presente para você.—Sussurra segurando meu rosto em mãos.—Não me importo com o valor. Se você gostar... Vou me esforçar para conseguir dar tudo o que quiser.
Sorrio fraco, mas permaneço negando com a cabeça.
—Já tenho tudo que preciso, Sebastian.—Falo tocando sua mão por cima da minha bochecha.—Não preciso de coisas caras.
Ele franze o cenho.
—Não veja o valor.—Rebate.—Veja o que gosta.
—Você é rico e não me contou?—Debocho me aninhando mais em seu corpo grande.
Ele ri.
—Posso me tornar só para poder cuidar de você como merece.—Sussurra.
Meu coração acelera.
Todos os meus pelo se arrepiam e eu uma vontade imensa de beijar Sebastian loucamente, me invade.
E é isso que fazemos. No meio da loja e na frente de todas as pessoas presentes.
Como se o mundo fosse só nosso e ninguém nunca pudesse nos atingir. É assim que é a vida com Sebastian? A constante sensação de eu nunca vou sofrer? Que tudo vai ficar bem?
Se for...
Eu quero viver com ele para sempre.
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