Capítulo 29

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• Boa leitura •

VINÍCIUS

21h30

Como ela mandou, eu estou aqui na sala, sentado no sofá, esperando por ela, então ouço o barulho dos saltos que tanto conheço, levanto e olho pra escada, ela está descendo, os cabelos no alto, em um rabo de cavalo, uma maquiagem leve, mas a boca vermelho-sangue, do jeito que eu gosto. Ela usa um vestido vermelho-vinho, grudado ao corpo, de alças bem finas, o decote quadrado valorizando muito bem seus peitos e os bicos ouriçados que marcam no vestido, que vai até os joelhos, nos pés, um scarpin bege, quase da cor da sua pele, com o solado vermelho, a deixando ainda mais gostosa, ela está com uns brincos pequenos, uma pulseira de pedras, dois anéis em cada mão e uma tornozeleira, tudo em ouro branco e diamantes, bem delicados.

Ela chega perto e sinto seu perfume caro, com um toque de baunilha, eu a olho de cima a baixo, ela dá uma rodadinha com um sorriso sedutor.

— Gostou? — pergunta, já sabendo muito bem a resposta.

— Eee, você é uma tentação, mulher!!! — digo, sem tirar os olhos dos seus seios.

Eu sei que vou chupá-los hoje e, só de pensar, meu pau já fica duro.

— Então vamos... — diz, passando por mim, e eu vou atrás.

Entramos no Volvo e seguimos pro apartamento, não demoramos a chegar e fomos pegar o elevador, ela fica na minha frente e eu olho pra sua bunda, admirando seu corpo nesse vestido maravilhoso.

— Vai ficar me olhando assim até que horas? — pergunta, ainda de costas pra mim, e eu sorrio, negando com a cabeça.

— Você pegou pesado com esse vestido hoje! — respondo, passando a mão na barba, doído pra atacá-la.

Ela me olha sobre os ombros e sorri de canto, a porta do elevador abre e, quando vejo ela rebolando na minha frente, não me controlo mais e avanço sobre ela, a puxando pelo braço, colo nossos corpos e começo a chupar seu pescoço, sentindo a textura da sua pele com a língua e seu cheiro que tanto gosto, sinto ela apertar meus braços e se arrepiar com o meu contato.

— Vinícius... — diz e enfia os dedos finos nos meus cabelos.

Eu olho para ela e a pego no colo, que cruza as pernas no meu quadril e olha nos meus olhos quando começo a dizer:

— Você não imagina quantas vezes eu sonhei isso aqui com você... — aperto sua bunda e ela puxa meus cabelos pra trás, levando a boca ao meu pescoço e mandíbula, beijando e mordendo sedenta.

Vou andando com ela até o quarto enquanto ela passa a língua em mim e morde minha orelha.

— Gostoso, por que me deu tanto trabalho, hein? — pergunta e eu sorrio.

Ela pega na maçaneta da porta e a empurra, entro no quarto com ela no colo, minha respiração está acelerada e eu me lembro de tudo que aconteceu naquela noite dentro desse quarto, meu tesão se mistura com a raiva e aperto sua bunda com força.

— AAAAAAA... — grita, ainda grudada em mim.

— Sua demônia, minha tentação — puxo seu vestido para baixo, arrebentando a alça direita.

Não perco tempo e começo a chupá-la com vontade, mordendo seu mamilo de leve, o puxando com os dentes.

— Aaaa... hummm... aaaaaan... — geme, ainda com as mãos nos meus cabelos, forçando minha cabeça.

Arrebento a outra alça e chupo o outro peito, fazendo a mesma coisa, apertando sua bunda, e ela joga a cabeça pra trás, apertando as pernas na minha cintura.

— Assim... me chupa gostoso... — ela geme mais alto, grudando mais ainda nossos corpos, me deixando louco.

Vou andando com ela até a cama e a jogo em cima sem pudor, a olho deitada, o corpo desenhado e os peitos expostos.

— Vou te dar o que você quer há meses, sua peste... — levo a mão no tecido fino do seu vestido.

Eu puxo com toda força, o rasgando de cima a baixo.

— Vinícius!!!! — diz, olhando a peça — Eu gostava desse...

— Depois compro outro igual pra você... — respondo, tirando minha camisa.

Ela não rebate e me olha com muito desejo, tiro meus sapatos e a calça, ficando só de cueca branca.

— Puta que pariu, como você é gostoso!!! — me olha e eu avanço sobre ela, morrendo de vontade de beijar sua boca, sentir seu gosto.

— Não!!! — vira a cara pra mim quando percebe que vou beijá-la.

— O que foi? — pergunto, confuso, e ela me olha.

— Eu não beijo na boca, não beijo ninguém há mais de 15 anos... — confessa, me olhando, me deixando chocado.

— Você não beija ninguém há 15 anos? — pergunto, incrédulo.

— Alguns anos a mais, a única pessoa que eu dava selinho era o Antônio, mas nunca passou disso... — parece uma regra importante pra ela.

— Tá! Tudo bem — digo, não muito satisfeito, mas aceito, olhando seu corpo e beijando o meio dos seus seios — Posso beijar outros lugares, não posso? — pergunto, sorrindo safado.

— Pode, onde quiser! — diz, me encarando, e eu beijo seus mamilos, chupando-os.

Ela geme e eu continuo descendo, beijo sua barriga, vou para a virilha, sentindo ela se arrepiar, pego suas pernas e as beijo até chegar nos seus pés, tiro seus saltos sem tirar os olhos dela, assim como ela observa cada movimento que eu faço. Volto beijando a parte interna das suas coxas até chegar onde eu quero, ela é extremamente lisa, cheirosa e carnuda, o que me deixa louco de desejo, jogo suas pernas em cima dos ombros e me abaixo, passo a língua na sua buceta de baixo até em cima, a lambendo até seu clítoris, e o sugo com pressão.

— Hmmmmm... Vinícius... aaaaa... — fecha um pouco as pernas, mas eu a seguro.

— Você é mais gostosa do que eu imaginei... — passo a barba no seu ponto sensível.

— AAAAA... ai, me chupa... me chupa gostoso... vai... — ela pede, quase implorando, e eu faço.

Começo a chupar sua buceta com vontade, sentindo seu gosto levemente agridoce, mordo seu clítoris e passo o queixo roçando a barba, ela geme alto e volto a chupar sua buceta com força, apertando suas coxas, e ela, com os olhos fechados, sentindo a sensação, as mãos apertando os lençóis a respiração ofegante, eu levo minhas mãos até seus seios, apertando-os, que cabem certinho nelas, apertando seus mamilos com os dedos, massageando a carne, ela levanta o quadril, me pedindo por mais, e eu dou, chupando mais forte sentindo sua pele se arrepiar, meu pau dói dentro da cueca de tão duro, mantenho o ritmo, a chupando, e ela grita.

— AAAAAA, eu vou gozar... aaaaaaa!

Ela leva as mãos aos meus cabelos e sinto seu clítoris mais durinho, mordo de leve e ela levanta o corpo, fechando as pernas, gozando na minha boca.

A chupo até a última gota e então vejo a porta do quarto se abrir e o tal Caio entrar, olho pra ela e ela ainda está em êxtase, mas fala:

— Outra coisa que não te contei, eu também não transo só com um desde o dia que parei de beijar na boca.

Continua...

Meu guarda costas Histórias para pegar e não largar. Descubra agora