Irene lá selva uma CEO (diretora executiva) do agro fria e cruel conhece Vinicius em uma tentativa de assassinato. Vinicius Carvana um policial do BOPE um homem tranquilo e que luta pela justiça, após uma tragedia envolvendo sua esposa aceita trabal...
Hoje é domingo, e faz 7 dias que transei pela primeira vez com a Irene. Aquela noite eu tive a melhor transa da minha vida, e fico mal em afirmar isso porque fui casado com a Iraê por muitos anos e a amei demais. Ela era gostosa e boa de cama, mas era delicada e meiga, gostava das coisas mais calmas e com mais carinho. Me chupou poucas vezes, pois achava nojento, mas gostava de ser chupada. Eu não a penetrava com toda força e vontade, pois ela dizia que a machucava, então era sempre com limites. Eu não me importava com isso, até porque tive poucas mulheres na vida. Sempre fui muito seletivo, então nunca fui um tarado nem um viciado em sexo. Tive alguns lances em Portugal, mas a Iraê foi com quem fiquei casado por anos.
Com a Irene foi diferente, com ela é intenso o tesão que eu sinto por ela e o desejo me fizeram perder o controle. Eu apertei muito seu corpo, puxei seu cabelo, a fodi sem medo enquanto ela gritava de prazer, mordi e dei tapas sem pudor, e ela gostou, me pedindo mais. Ela também não tem frescuras, me mamou e deixou eu foder sua boca até ela chorar, me mordeu, arranhou, puxou meus cabelos, me lambendo. Sentou em mim como a louca que é, com desejo e tesão, aquela diaba me levou ao céu. Desde aquele dia até hoje fico imaginando como vai ser a próxima vez.
Depois daquela noite não transamos mais, e eu sei que não vou aguentar muito vou pedir por mais. Ela me procurou duas vezes, e eu pedi um tempo para ela. Ela, como sempre, marrenta e sem paciência, ficou com raiva mas eu precisei desse tempo para entender o que sinto por ela de verdade e, confesso, até agora não sei o que é. Tudo aconteceu rápido demais, e eu ainda a culpo pela morte da Iraê mas não consigo ficar longe dela e nem deixá-la, não consigo imaginar outro a tocando ou alguém fazendo mal a ela.
Sei que ela é cruel, já a vi torturar um homem da pior forma, mas comigo e com a Anahi ela não é a Lá Selva sem coração. Ela é a Irene, uma mulher doce e amável, delicada, que se importa e cuida da gente. Ela é gentil, abraça e beija minha filha, deixando todos da casa sem reação Kelvin diz não a reconhecer mais em tão pouco tempo. Disse que anda mais sorridente, feliz, mesmo estando com raiva de mim, e isso mexe comigo.
Essa semana foi calma, tirando o fato de ela estar recebendo ligações todos os dias, há uns 6 dias sem parar, de um número desconhecido. Sempre que ela atende, a pessoa do outro lado não fala nada e, poucos segundos depois, desliga. Isso está me deixando inquieto, mas a última vez que tentaram algo contra ela foi o sequestro, quando Anahi estava no hospital. Reforçamos a segurança da casa, e entraram algumas pessoas novas, conheci todos e gostei deles, mas, com o passar dos dias, percebi que um dos rapazes a observa muito, e seu olhar é diferente dos outros. Comecei a observá-lo com mais atenção, mas não sei se ele acabou percebendo, porque ele parou. Eles têm turnos diferentes, então ele não vem todos os dias, mas mandei ficarem de olho.
A recuperação da minha menina está ótima a professora que a Irene contratou vem todos os dias, ela ama o quarto e os brinquedos e, claro, a tia Irene. Ela está apegada, e isso me deixa feliz, mas também preocupado. Ainda não sei como vai ser não quero que minha filha sofra se eu for para um lado e a Irene para outro e, para falar a verdade, meu coração dói em pensar nisso.
Estou deitado na cama depois de um domingo tranquilo, ela está de cara virada para mim porque se recusa a me entender. Tem 3 dias que sonho com ela, e não estou aguentando mais, rolo na cama e olho o relógio do celular, são 00h36. Entro nas redes sociais, e a primeira foto no feed é a dela, ela está com uma cara sexy, um batom rosa, e seus lábios se curvam em um leve sorriso, iniciando as covinhas nas bochechas os cabelos soltos em ondas e uma blusa branca.
Meu pau endurece, e a saudade dela me domina.
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Deixo o celular no canto e saio pela porta do meu quarto só de cueca. Está de madrugada então a casa está silenciosa e vazia, passo pelo quarto da minha filha e paro em frente à porta dela respiro fundo e pego na maçaneta pedindo aos céus que esteja aberta, giro e a porta abre... um sorriso cresce no meus lábios, entro no quarto e a vejo deitada na cama só de calcinha e ela esta de lado deixando a bunda linda empinada pra cima, um abajur ligado na mesinha da cabeceira o que faz o ambiente ficar em uma penumbra, oque a deixa mais gostosa ainda, fecho a porta devagar e vou chegando perto dela
Ela está no meio da cama abraçada ao travesseiro as pernas jogadas toda espalhada, a calcinha branca fio dental de renda enfiada na bunda me deixa com a respiração falhada, os cabelos soltos jogado no travesseiro e ela em um sono pesado. Chego mais perto deitando-me na cama abraçando ela por trás ela se mexe e eu coloco sua cabeça em cima do meu braço com cuidado, enfio uma perna entre as suas e ela não acorda mas se mexe encaixando seu corpo no meu
Dou um cheiro nos seus cabelos sentindo o perfume de baunilha e deslizo a mão pelo seu corpo
— Gostosa.. — beijo seu pescoço
Ela se mexe começando a despertar, levo minha mão para dentro da sua calcinha iniciando movimentos circulares no seu clítoris e então ela acorda de vez