Capítulo 31

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• Boa leitura •

IRENE

Ele sorri para mim e leva as mãos ao meu rosto, fazendo um carinho com os dedos.

— Enfim a sós... — diz e me dá um selinho.

— É, Vinícius Carvana. Agora você é meu, e ninguém vai te tirar de mim, meu amor...

Enfio os dedos nos seus cabelos e ataco sua boca, beijando-o de novo, e volto a rebolar no seu pau, que ainda está dentro de mim. Ele leva as mãos à minha bunda e aperta, me ajudando nos movimentos. Começo a subir e descer, mexendo apenas o quadril, ouvindo nossos corpos se chocarem. Nossas bocas não se largam; ele me chupa e me morde, e eu retribuo o beijo com tesão e muito amor.

Ele levanta o corpo e fica sentado na beirada da cama, com os pés firmes no chão. A cama é baixa, então passo as pernas por sua cintura, e ele beija meu pescoço, descendo a boca até meus peitos, chupando-os e passando as mãos pelas minhas costas, eu coloco as mãos nos seus ombros e começo a subir e descer do seu pau.

— Gostosa... Minha gostosa... Isso, senta — diz entre gemidos, com a respiração totalmente falhada.

— Sua... Aaaa, que delícia... — sinto meu corpo dar sinais de um segundo orgasmo. — Eu vou gozar...

— Goza, gostosa... Aaa, eu também vou gozar — diz, me apertando mais contra o seu corpo.

Puxo seus cabelos para trás, grudando sua boca na minha. Nossas línguas batalham por espaço, e aquela sensação gostosa me atinge, fazendo-me jogar a cabeça para trás, com os olhos fechados.

— Aaaa... Que delícia... AMOOOR!!! — me desmancho no seu pau como nunca fiz antes com nenhum outro.

— Porra, Irene, gostosa... Caralho... AAAAA!

Ele me abraça forte, com o rosto entre meus seios, minhas mãos ainda estão enfiadas nos seus cachos. Sinto ele pulsar dentro de mim, gozando junto comigo, não sei quanto tempo ficamos abraçados na mesma posição.

— Meu Deus... Como isso foi bom! — digo, sincera, com a cabeça encostada na dele, sentindo o cheiro dos seus cabelos e ele permanece com o rosto entre meus peitos.

— Bom? Isso foi perfeito! — diz, sorrindo.

Ele levanta a cabeça devagar e me olha eu passo os dedos nos seus cabelos, puxando-os para trás. Ele está todo suado, assim como eu, me abaixo e beijo sua boca, chupando seus lábios e puxando-os entre os dentes.

Me afasto dele, e ele me olha com admiração, o que me faz me apaixonar mais ainda por esse homem. Ele leva as mãos aos meus cabelos e os joga para trás, desce as mãos pelas minhas costas, alisando-me e segurando minha bunda. Então se levanta comigo no colo, carregando-me até o meio da cama, ele me deita no colchão, deitando-se por cima. Continua dentro de mim, mesmo que a gente tenha gozado há poucos minutos.

Ele leva a boca à minha bochecha, beijando-me eu fecho os olhos e sinto sua mão subindo pelo meu corpo até chegar ao meu rosto, ele esfrega o dedão nos meus lábios, e eu olho para ele.

— Você é tão linda! Como não se perder por sua causa? — me arranca um sorriso, abro a boca e chupo seu dedo, esfregando a língua.

Ele beija minha boca, e eu o abraço, com os braços entre seu pescoço, rígido novamente, começa a me penetrar devagarinho.

— Nunca transei assim... — abro os olhos.

Ele sorri, levando uma mão à minha bunda e a outra aos meus cabelos, pegando-os com firmeza pela raiz.

— Então eu vou te fazer gozar assim — diz, beijando minha boca.

Ele começa a se esfregar no meu clitóris ao mesmo tempo que me penetra, aperta minha bunda, e sinto os choques passando pelo meu corpo a cada esfregada que ele dá no meu ponto sensível.

— Amor... Hmmm... Que delícia... — cravo minhas unhas nos ombros dele e aperto minhas pernas na sua cintura.

— Gostosa... Chama por mim, seu amor... Seu único amor... — dá um tapa na minha bunda, fazendo-me gemer alto.

Ele não para os movimentos e começa a acelerar, me fudendo com mais força. Mantém um ritmo constante, sem parar, e meu corpo vai esquentando cada vez mais. Ele geme no meu ouvido e dá outro tapa na minha bunda, puxa meus cabelos para trás e ataca meu pescoço, chupando e lambendo. Morde minha orelha, e eu amo ouvir ele gemendo assim para mim.

Arranho suas costas, descendo as mãos até sua bunda, apertando-a e cravando as unhas na sua carne, ele vai cada vez mais fundo e forte.

— Vinícius... — chamo por ele, não acreditando que vou gozar de novo. — Ai, caralho... Não para, amor... Aiii... Aaaa... Vou gozar! — grito, apertando-o, sentindo que vou gozar pela terceira vez, incrédula.

— Isso, goza gostoso e me aperta, que eu também vou gozar nessa buceta que agora é só minha — diz, gemendo no meu ouvido eu gozo de novo, mas, dessa vez, não paro.

A sensação dura muito mais tempo que o normal estou tendo múltiplos orgasmos pela primeira vez na vida, enquanto ele se esfrega em mim, sentindo-o gozar pela segunda vez na minha buceta.

— Irene... AAAAAA... Gostosa! — o corpo dele treme junto com o meu, e nossas respirações estão muito ofegantes.

Ele deita de leve em cima de mim, mas sustenta o corpo nos braços. Minhas pernas soltam sua cintura e caem na cama estou toda dolorida e sinto meu coração bater descompassado. Eu nunca tive uma transa tão boa, então paro para pensar e, pela primeira vez na vida, sinto que estou completa. Tenho tesão, respeito e amor, tudo em uma só pessoa e em uma transa.

Ele deita do meu lado e me puxa, fazendo eu me deitar no seu peito. Minha ficha cai de que eu não transei ou fiz sexo; pela primeira vez, eu fiz amor. Fiz amor com alguém que eu amo, coisa que eu não imaginei um dia acontecer. Fiz amor com o amor da minha vida, e essa sensação é nova para mim por isso, não consigo conter as lágrimas e choro.

Eu pulo em cima dele, abraçando-o, e me vejo voltar aos meus 15 anos, quando eu sonhava com um amor, sonhava com alguém para cuidar de mim e me proteger, me respeitar e me dar o que nunca tive.

— Ei, o que foi? Por que está chorando? Não chora! — pergunta e me abraça pela cintura, apertando-me e passando a confiança de que preciso.

— Promete que vai mesmo cuidar de mim? Promete que não vai me deixar?

Pergunto em prantos, mostrando um lado meu que nem eu sabia que tinha, essa fraqueza, uma dependência dele, e não sinto medo de demonstrar.

— Sim, minha linda! Eu prometo cuidar e proteger você... Te prometo não ir embora nem te deixar sozinha.

Ele diz, levantando minha cabeça com as mãos enxuga minhas lágrimas com os dedos e beija minha boca.

— Minha linda... — diz, me olhando meigo e carinhoso, e eu sorrio para ele.

— Eu te amo... — volto a beijar sua boca, pedindo passagem com a língua.

E assim ficamos até ir embora para casa, e essa noite vai ficar marcada em mim pelo resto da minha vida.

A noite em que conheci o amor e vi que ele vale, sim, a pena.

[...]

A primeira vez deles foi linda, né? O que vocês estão achando? 🥹

Meu guarda costas Histórias para pegar e não largar. Descubra agora