Capítulo 34

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• Boa leitura •

VINÍCIUS

Ela empina a bunda rebolando deixando o recado bem claro mas pego meu pau e enfio na sua buceta, seguro na sua cintura e começo a meter com força

— Aaaaaaaa... isso..... assim — aperta os lençóis com gemendo gostoso

— Porra Irene... que vontade de te arregaçar... — minha voz está mais rouca pelo tesão e a visão dela de 4 é muito linda

— Arregaça.. me bate!!! — pede com a voz fraca

— Cachorra, gostosa... — dou um tapa na sua bunda e ela empina mais jogando um pouco a cabeça para trás

Eu não paro com as estocadas e ela grita, bato do outro lado com mais força

- AAAAIIII... isso....bate seu traste...me come assim... — geme jogando a bunda pra mim me deixando louco

— Vc gosta assim né... filha da puta gostosa de comer — dou outro tapa e ela grita pelo impacto

Sua bunda lisa está com as marcas da minha mão oque só me deixa com mais tesão ainda, saio de dentro dela e a viro de lado pego uma perna sua levanto a apoiando no meu ombro e volto a penetra-la, levo as mãos aos seus peitos apertando entrando e saindo dela vendo ela com os olhos fechados e a boca aberta, as mãos puxando os lençóis enquanto geme

— Como você é boa... me deixa louco puta que pariu... hummm — levo a mão na sua buceta a masturbando

Ela se encolhe levando uma das mãos ao meu punho e me olha

— Fode gostoso... mete mais forte na minha buceta, vai... — diz mordendo o lábios inferiores e eu faço oque ela pede

— Assim eu não vou aguentar porra... hummmm — digo já querendo gozar — Caralho Irene... eu quero gozar... — quero gozar junto com ela

— Continua..... AAAAAA..... goza comigo amor, aaiii porra meteee... — grita me apertando com a buceta

Ela joga a cabeça pra trás e aperta o meu punho que continua os movimentos no seu clítoris e me leva junto com ela num orgasmo absurdo de bom

— HAAAMMM... hmmmm... cachorra gostosa.... — digo enfiando meu pau até o talo gozando o mais fundo possível dentro dela

Caio por cima dela me firmando pelos braços, nossos corpos ainda ligados e nós dois suados mesmo com o ar-condicionado no 15, ela passa os braços pelo meu pescoço e me abraça, deito em cima dela passando meus braços por baixo dos seus ombros apoiando o rosto na curva do seu pescoço sentindo seu cheiro, ela faz um cafuné gostoso jogando meus cabelos pra trás e eu me lembro que já é nossa segunda transa e que já gozei dentro dela algumas vezes, uma preocupação repentina me bate

— Irene ?

— Oi, meu amor!

— Você toma algum remédio para não engravidar ? — pergunto e olho pra ela

— Não.. mas eu não posso ter filhos, no começo do meu casamento com o Antônio fizemos exames e mostrou que não posso gerar! — ela diz tranquila não parece se incomodar com isso

— Sinto muito!

— Não se preocupa, eu não nasci para ser mãe! — diz com um sorriso divertido nos lábios

— Não fala isso...

— Mas é oque sinto, não sei se mudaria se fosse algo possível mas não me imagino gerando uma criança. — me parece bem sincera

— Tá bom então! — sorrio pra ela e ela volta a beijar minha boca

Assim passamos o resto da noite transando e eu nunca transei tanto em toda minha vida, tive que pedir arrego a ela não aguentava mais e acabamos pegando no sono

Meu guarda costas Histórias para pegar e não largar. Descubra agora