Capítulo 30

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• Boa leitura •

IRENE

"Pelos Deuses, que boca é essa que esse homem tem? Até hoje não tinha achado um tão bom como ele..." 💭

Estou tonta depois do orgasmo que tive, ouço a porta se abrir e o Caio entrar imagino que o Vinícius não vá gostar, então aviso logo:

— Outra coisa que não te contei... eu também não transo só com um desde o dia que parei de beijar na boca.

Me levanto nos cotovelos, olho para eles e sorrio, satisfeita com os dois ali Vinícius fica em pé, com cara de poucos amigos.

— É sério isso? Não... não mesmo!!! — exclama exaltado.

Eu me levanto, fico de frente para ele e o olho de cima a baixo.

— Tudo que eu mandar, lembra, guarda-costas? — digo, olhando nos olhos dele, vendo a raiva.

O abraço pela cintura e beijo seu peitoral, arranhando suas costas, ele me olha sério, mas com o pau duro. Desço as mãos pelas suas costas, enfio-as dentro da cueca e aperto sua bunda mordendo seu peito, lambendo em seguida. Ele se mantém parado, me observando, e eu não tiro os olhos dos dele abaixo a cueca aos poucos e desço junto, ficando ajoelhada na frente do seu membro. O seguro com a mão e inicio um vai e vem, o masturbando ele parece hipnotizado.

"Porra, que homem grosso e grande é esse...?" 💭

Desço o olhar para o seu pau, minha mão fecha faltando pouco para os dedos se encontrarem, começo a lamber a cabeça, sentindo o gosto da sua lubrificação natural. Ele respira fundo, eu olho pra cima e o vejo me observando, chupo só a cabeça e ele geme, delirando com o movimento. Coloco na boca — que quase não cabe todo — e começo a chupá-lo com vontade.
Ele leva a mão no meu rabo de cavalo, retira a presilha, agita meus cabelos e enfia as duas mãos, segurando firme pela raiz, me forçando a engoli-lo até a garganta. Eu deixo ele fazer o que quiser e ele fode minha boca com vontade, faço de tudo para não machucá-lo com os dentes.

— Filha da puta... já que vai me fazer ver outro te comendo de novo, vai me chupar até eu falar chega! — diz, visivelmente nervoso.

Engasgo algumas vezes e ele me solta quando saem lágrimas dos meus olhos, me puxa para cima pelos cabelos e me joga na cama, sem se importar que não estamos sozinhos. Eu caio deitada, de pernas abertas ele vem por cima de mim, beijando meu pescoço. Olho para o lado e vejo o Caio pelado, sentado na poltrona, com a mão no membro, observando tudo com estranheza.

— Vinícius... — gemo seu nome quando sinto sua mão na minha buceta e olho pra ele.

— Ficou assim só de me chupar, sua peste? — pergunta, passando o pau na minha intimidade, subindo e descendo.

Solto gemidos com ele em cima de mim — algo que normalmente não acontece, sempre fui eu por cima ou de quatro nunca deixei ninguém ficar por cima de mim, me dominando. Enrolo as pernas na sua cintura, olho nos olhos dele e digo em um sussurro:

— Me come... me come, porque eu sei que você também quer há muito tempo. — Ele sorri safado.

Coloca o pau na minha entrada e começa a empurrar devagar eu fecho os olhos, jogo a cabeça pra trás, aperto os lençóis e gemo, sentindo ele entrar em mim, me alargando.

— Haaaammm... Vinícius, caralho... — grito, sem conseguir respirar direito.

— Gostosa... mesmo dando pra dois, você ainda é apertada, sua praga...

Ele se abaixa, morde meu pescoço e o chupa, terminando de entrar todo em mim. Fico surpresa quando sinto ele encostar a virilha na minha, enfiando o pau na minha buceta até o talo. Achei que não daria conta dele, então um pensamento rápido passa pela minha mente:

"Ele está sem camisinha... não transo com ninguém sem preservativo." 💭

Mas ele começa a meter tão gostoso, num vai e vem saindo quase todo e entrando de novo, que esse pensamento some na mesma hora em que chega.

— Hummm... ai, que delícia... — gemo, entregue a ele, sentindo seu corpo quente e grande sobre o meu.

Ele começa com estocadas leves, esperando eu me acostumar. Suas mãos apertam meu corpo, minha coxa e minha cintura, me alisando enquanto me fode devagar, me fazendo delirar. Eu aperto seus braços, descontando o prazer enfio a mão nos cabelos da sua nuca e ataco seu pescoço com chupões e mordidas.

— Que delícia, madame... como você é deliciosa de foder... — diz entre gemidos no meu ouvido e morde a curvatura do meu pescoço.

Ele levanta o corpo, me segura pelo quadril e começa a me comer de verdade: rápido e forte. Seu corpo se chocando com o meu me faz gritar de prazer.

— AAAAAAA... ISSO! — abro mais as pernas pra ele e levo as mãos aos meus peitos.

Ele me come com vontade e eu não consigo nem puxar o ar de tanto tesão. Alguns minutos depois de meter sem parar, ele se afasta, me puxa pelo braço e nos levanta. Eu o empurro na cama, fazendo-o cair deitado com metade das pernas para fora. Monto nele, pego seu pau, coloco na minha entrada e sento, gemendo pelo prazer absurdo. Ele leva as mãos ao meu quadril e eu começo a rebolar, inclinando-me sobre ele chupo e passo a língua no seu pescoço. Vejo o reflexo do Caio se levantando e vindo até nós, continuo rebolando quando sinto as mãos do meu segurança subindo pelas minhas costas, ele fala no pé do meu ouvido:

— Não faz isso... — ele diz

Eu paro o que estou fazendo e me levanto, olhando nos olhos dele.

— Você não precisa mais de dois, porque agora tem eu. Então, por favor, não faz isso!

Ele pede calmo mas noto o ciúme nos olhos dele levo a mão ao seu rosto e acaricio sua barba, sem acreditar no que ele disse.

— Tenho? — pergunto, incrédula e emocionada.

— Tem e eu vou te satisfazer de todas as formas que você quiser! — acaricia meu rosto, coloca meus cabelos atrás da orelha e me puxa, beijando minha testa.

Ele volta a me olhar, num pedido silencioso.. eu passo o dedão nos seus lábios, sabendo que o Caio está nos observando, esperando meu sinal.

— Eu te amo tanto! — digo e ele sorri pra mim.

Me inclino sobre ele bem devagar, com a mão no seu rosto, olhando nos olhos verdes dele junto nossos lábios, fecho os olhos e lhe dou um selinho demorado e ele chupa meus lábios.

"E eu tinha esquecido como isso é bom..." 💭

Peço passagem com a língua, doída pra aprofundar o beijo ele coloca a mão na minha nuca, puxa meus cabelos e força minha boca na dele, sedento. Nossas cabeças dançam de um lado para o outro num beijo lento e quente. Chupo sua língua, mordo seus lábios e ele faz o mesmo nos beijamos como se não houvesse um universo ao nosso redor, sinto meu mundo parar... só existimos eu e ele. Nosso ar acaba e eu me distancio aos poucos, sem acreditar que, depois de tantos anos, beijei alguém de novo e que amo perdidamente essa pessoa como nunca amei ninguém antes. Depois desse beijo, tenho a certeza de que morreria por ele se fosse preciso mas então me lembro do Caio.

— Caio, sai... — ordeno, hipnotizada, perdida nos verdes dos olhos dele e ele sorri pra mim.

— Não acredito nisso, Irene... você gosta mesmo dele!!! — diz, incrédulo e eu olho pra ele querendo matá-lo.

— Mandei sair!!!

Vejo suas lágrimas rolarem pelo rosto, a tristeza profunda. Não sabia que ele tinha sentimentos por mim, ele nos olha com raiva antes de virar as costas, ir até a poltrona, pegar suas roupas e sair do quarto, batendo a porta.

Eu não me importo nem um pouco com ele e volto a olhar para o Vinícius, agora estou sozinha com meu amor.

[...]​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​

Oi gente, desculpa a demora...

Meu guarda costas Histórias para pegar e não largar. Descubra agora