capítulo 60.

275 15 0
                                        

Depois de tanto brilho, aplausos e adrenalina, eu estava exausta, mas não podia ir embora sem falar com os meus pais

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.

Depois de tanto brilho, aplausos e adrenalina, eu estava exausta, mas não podia ir embora sem falar com os meus pais. Eles estavam me esperando em um canto reservado, longe do tumulto. Ao vê-los, meu coração aqueceu.

Charlotte -Minha filha! — Minha mãe, veio até mim com os braços abertos, me envolvendo em um abraço apertado. — Você estava deslumbrante, Bianca!

Christopher - Estamos tão orgulhosos de você. — Meu pai, disse enquanto segurava minhas mãos. Seus olhos estavam marejados, e aquele carinho me fez sentir como a garota de casa novamente, mesmo que por alguns minutos.

Bianca - Obrigada por estarem aqui. — Respondi, emocionada. — Foi muito importante pra mim.

Conversamos por alguns minutos, e eles não paravam de me elogiar, comentando sobre cada detalhe do desfile. Mesmo Ana e Jaden, que estavam próximos, acabaram entrando na conversa, deixando o momento leve e descontraído. E javon ficou só me olhando...

De repente, senti uma mão firme em meu ombro. Era Tom, que havia vindo me buscar.

Tom - Pronta para ir, princesa? — Ele perguntou, com um leve sorriso.

Me despedi dos meus pais com um último abraço e um beijo em cada um. Ao sair, olhei para trás e os vi acenando, cheios de orgulho.

O ambiente na van era completamente diferente. Era uma mistura de risadas e comentários animados. Eu estava sentada ao lado de Tom, que mantinha sua mão sobre a minha enquanto conversava com os outros.

Bill - Você viu como todo mundo aplaudiu quando ela entrou? — Bill comentou, virando-se para nós. — Bianca, você foi a estrela absoluta!

Gustav - Concordo. — Gustav acrescentou. — Mas aquela entrada inicial foi digna de cinema.

Georg - E não vamos esquecer o vestido prateado. — Georg entrou na conversa com um sorriso malicioso. — Acho que até o Tom ficou sem fôlego.

Tom revirou os olhos, mas havia um pequeno sorriso em seus lábios.

Tom - Ela sempre me deixa sem fôlego. — Ele respondeu de forma casual, me deixando totalmente sem graça.

Georg - Mas claro que deixa! — Georg continuou, rindo. — Só não esqueça de respirar, Tom. Não queremos que você desmaie na frente das câmeras.

Todos riram, e eu me virei para Tom com um olhar que misturava timidez e diversão.

Bianca - Eles realmente não te deixam em paz, né? — Comentei, rindo.

Tom - Eles gostam de testar meus limites. — Ele respondeu, puxando minha mão para beijá-la.

A conversa continuou descontraída, com Georg fazendo piadas sobre como eu era a "primeira dama" da gangue, enquanto Bill defendia que eu tinha o carisma de uma supermodelo e Gustav apenas ria, tentando não ser arrastado para as brincadeiras.

Ao chegarmos na mansão, desci da van ainda rindo, sentindo-me mais leve do que nunca. Entre a família que escolhi e a que tinha ao meu lado, percebi que, de algum modo, estava cercada por pessoas que realmente se importavam comigo. E isso era tudo o que eu precisava.

Entramos em casa ainda rindo das piadas de Georg, mas o cansaço da noite já começava a pesar. Simone estava na sala com um livro nas mãos e olhou para nós com um sorriso caloroso.

Simone - Vocês estão com uma cara ótima. — Ela disse, olhando especialmente para mim. — Parabéns, Bianca. Você brilhou hoje!

Agradeci com um sorriso tímido, enquanto Tom segurava minha mão, guiando-me até o sofá. Ele parecia mais relaxado do que de costume, o que só aumentava a sensação de que as coisas estavam realmente mudando entre nós.

Depois de alguns minutos de conversa com Simone e os meninos, Tom me puxou pela mão.

Tom - Vem, vamos para o quarto.

Subimos as escadas, e quando entramos no quarto, ele fechou a porta atrás de nós, criando aquele clima de intimidade que começava a ser comum entre nós dois. Ele se sentou na beira da cama, me puxando para ficar entre suas pernas, enquanto seus braços envolviam minha cintura.

Tom - Você tá feliz? — Ele perguntou, olhando para mim com um olhar que era ao mesmo tempo sério e suave.

Bianca - Muito. — Respondi com sinceridade. — Não sei nem como agradecer por tudo isso, Tom.

Tom - Não precisa agradecer. — Ele disse, dando um beijo rápido em minha mão. — Só quero que você esteja feliz.

Houve uma pausa confortável, até que ele quebrou o silêncio com uma pergunta inesperada.

Tom - O que você quer fazer no seu aniversário, mês que vem?

Bianca - Meu aniversário? — Perguntei, surpresa.

Tom - Sim. — Ele disse, sorrindo de canto. — É o primeiro que vamos passar juntos. Quero que seja especial.

Fiquei em silêncio por alguns segundos, pensando.

Bianca - Eu nunca fui muito de comemorar grandes aniversários... — Respondi, dando de ombros. — Mas acho que seria legal algo simples, com todo mundo junto. Meus pais, vocês e a... Ana... Talvez um jantar?

Ele riu baixo, balançando a cabeça.

Tom - Jantar simples? Não combina com você, Bianca.

Bianca - Não precisa ser algo extravagante, Tom. Só quero estar cercada por pessoas que eu amo.

Ele me puxou um pouco mais para perto, encostando sua testa na minha.

Tom - Eu vou cuidar disso. Pode deixar.

O tom de sua voz era firme, mas cheio de carinho, e eu sabia que ele estava falando sério.

Depois desse momento, passamos o restante da noite conversando sobre ideias para o aniversário e outros planos futuros, até que o sono finalmente nos venceu. Tom parecia empenhado em fazer daquele dia algo especial, e só de pensar nisso, meu coração já se enchia de expectativa.

◇Diferenças◇Histórias para pegar e não largar. Descubra agora