isso é tudo por hoje, o q vcs acham q vai acontecer? rs
boa leitura xx//littleg
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Cheguei à porta do hospital, correndo, encontrei D'Mackor que já estava segurando o uniforme do hospital e minha touca cirúrgica. Deu merda, se a menina tivesse acordado, ele não estaria com aquela expressão desesperada na cara e não estaria com meu uniforme na mão.
-Me atualize Dr. - falei em quanto andava e ele me seguia.
-Pressão intracraniana subindo, possível coagulo.
-Prepare-a para uma craniectomia e me encontre na sala 3.
Corri em tão em direção ao alojamento já abrindo minha roupa no corredor, mudei de roupa realmente rápido. Rápida. Eu tinha que agir rápido, parada cardíaca, morte cerebral, AVC, cérebro muito edemaciado, eram possíveis consequências de um coagulo. Cheguei à sala e me lavei, por 4 minutos, o que era 15 segundos a mais do que o protocolo do hospital exigia. Entrei na sala, parada cardíaca. Eu preciso da Blake para monitorar o coração, mas me lembrei que ela estava muito bêbada para entrar em uma sala cirúrgica.
-Bipe a cardio de plantão- gritei- desfibrilador, carregue em 200.
-19 segundos- enfermeira falou – pronto doutora.
-Ninguém encosta na paciente- nada, ela ainda estava em parada- sobe para 300.
-30 segundos- novamente a enfermeira- pronto doutora.
-Afastem-se- dei o choque mais uma vez- ela voltou, vamos prosseguir com a craniectomia. Bipe a cardio de novo.
Você não morrer hoje pequenina. Ninguém vai morrer hoje. Reabria a cabeça da menina, não era outro tumor, ela tinha um coagulo enorme. D'Mackor apenas observava. Consegui retirar o tumor, a menina estava intubada, seu cérebro estava cansado, não aguentaria mais um susto desses, nem sei se ela iria acordar.
Eram oito da manhã, meu dia nem tinha começado e eu já estava de pé. Pequena menina, grande guerreira, sobrevivera a duas cirurgias de crânio aberto, as chances de ela acordar sem nenhuma sequela eram mínimas, se sua família acredita no grande e poderoso Deus, deveria começar a conversar com ele, eu conversava comigo mesmo, acreditava em mim mesma, afinal eu que fui a deusa naquela sala de cirurgia. A adrenalina que percorria meu sangue havia normalizado e finalmente pude pensar naquela morena de olhos verdes, Lexa. Resolvi ir para casa, afinal estava de plantão e precisava dormir. Liguei para O, a gente dividia m apartamento simples, queria saber se ia encontrar ela com um homem na minha casa. Ninguém atendeu, acreditei então que ela estava de ressaca ou rolando em lençóis com alguém. Estava quase saindo do hospital quando percebi que estava sendo espionada, mas que diabos?
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apenas (sobre)vivendo
RomanceAcredito que a vida deveria ser mais do que apenas sobreviver, que se encontramos uma razão para sorrir, não deveríamos chorar. Acho que existe um propósito. Não acho que fomos enviados por Deus para seguirmos uma rotina. Não se, realmente...
