Cap 49- Alive

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Octavia
O batimento dela caiu, ela entrou em parada, acredito que foi sua reação pela dor que sentia -explicei para as mulheres.  Miranda acalmava Abby e  Callie estava com os olhos marejados.
-E Lexa? - Callie perguntou
-não quis vir — respondi olhando para Abby - preferiu não deixar Clarke sozinha, mas concordou em sair quando Abby chegasse- respondi e peguei meu bipe apitava -Clarke voltou na tomografia, está com Lexa, faz uns 15 minutos.  Ela está na UTI, leito nove.
-eu te levo — Miranda se prontificou
-não — Abby respondeu — vamos a lanchonete primeiro, Lexa deve estar com fome, passou a noite inteira com minha filha.
-certo -Callie falou- vou com vocês
- vou buscar os resultados — responde — encontro-as no quarto dela
fui até a sala de exames e e encontrei  exatamente o que esperava, O tempo estava acabando, esperar pela o UNOS deixou de ser uma uma opção, os tubos infeccionaram.
Voltei com a notícia para o quarto da loira, com a notícia ruim e como possível solução para o caso. Encontrei as médicas e a mãe de Clark no corredor, Abby carregava sanduíche uma mão e um café com leite em outra.
-Eu falo quando estivermos lá dentro- falei antes que elas perguntassem- assim Lexa escuta também.
As três me olharam, ignorei e continuei andando, quando chegamos à porta do quarto, me deparei com a cena mais fofa do mundo, Lexa segurava a mão de Clarke e dormia com sua cabeça em seu colo, o que provavelmente a deixaria com uma puta dor de costas.
-Eu vou acorda-la- falei assim que entramos- ela escuta o que as notícias da porta e depois sai- falei, sabendo exatamente como Abby queria que fosse.
-Não- Abby protestou- deixe-a dormir- a mãe falou colocando o lanche que trouxera sobre uma mesinha e indo cobrir Lexa com um dos cobertores para visitantes. Sentou-se na outra cadeira, que ficava do outro lado da cama.
-As notícias não são boas- comecei- a parada cardíaca não foi uma reação a dor, o tubo que colocamos em seu pulmão infeccionou, como era uma solução temporária e existia grande chance disso acontecer, por que o uso de tubos e aconselhado para o meio externo apenas, eu tracei um plano, que precisa ser realizado em Seattle, no PSH, devido às tecnologias que temos lá- as outras mulheres apenas escutavam- antes de irmos para o Iraque, eu estava realizando uma pesquisa que visava curar problemas como de Clarke, já que lesões no pulmão não são fáceis de lidar mesmo em hospitais com alta tecnologia. O procedimento consiste em, realizar uma biópsia para retirar parte do tecido vivo do pulmão e  a partir dele imprimir na impressora 3D um enxerto com células do corpo do próprio paciente para que diminua o risco de rejeição. Porém esse procedimento é arriscado e nunca foi feito. Eu já tenho o artigo escrito mas não foi publicado e nem autorizado, teríamos que alegar situação de emergência da mesma forma que fizemos com primeiro procedimento para ver se o FDA autoriza. Para  tentar conter a infecção entrarei com doses altas de antibióticos fortes para evitar o risco de uma superbactéria. Esse hospital é um dos melhores da região porém não tem tecnologia suficiente para realizar tamanho cirurgia- conclui- acredito que a melhor chance dela seria retornarmos para Seattle mesmo que significa enfrentar um voo de 20 horas, apesar de ser de ser uma situação grave acredito que se voltarmos a tempo poderei salva-la sem sequelas.
-vou ligar para aviação que cobre o hospital e pedir o jatinho mais rápido possível,adaptado para o carregamento de um paciente, acredito que conseguiremos sair ainda hoje -Miranda falou-  de qualquer forma deixei tudo arrumado para partirmos assim que possível.
Todos os olhares na sala viraram para  Lexa,que dormia tranquilamente sobre sobre o corpo de sua amada.
-Eu converso com ela- Abby falou.
-Vamos deixá-las a sós- Callie falou saindo da sala, segui Miranda e Callie para fora.
-Octavia- Miranda me chamou-  você tem feito excelente trabalho, acho que deve publicar os dois artigos assim que a situação resolvida, os procedimentos que criou devem ser estudados para serem  aprimorados e acredito que você tem total capacidade de aprimora-los  e publicados também acredito que receberá a vários prêmios por eles. Vou ligar para aviação — falou ela saindo me deixando com sorriso bobo na cara, me encostei no balcão que havia e fiquei observando como Abby lidaria com Lexa.
Por mais que Hebe não apoio relacionamento da filha, reconhecer o que leva uma boa garota que faz bem para sua filha e principalmente faz feliz,então resolveu dar uma chance a garota. Continuei olhando para o quarto, pensando se eu precisar interferir ou não, na verdade ele me surpreendeu no momento que abraçou a garota que chorava, depois levantou se entregou sanduíche e um café com leite que agora estava, fiquei olhando para como a mãe de Clarke interagia com Lexa, meus pensamento voaram, pensava em toda a situação, estava decidida a salvar Clarke. Custe o que custar, afinal ela não é apenas uma paciente, é a minha melhor amiga, minha irmã, minha parceira, minha pessoa.
Continua estática naquele balcão apenas observando o carinho que Abby estava dando a Lexa e como a menina parecia feliz em recebê-lo.
-Alô?-falei atendendo a ligação de Miranda
-Blake, tem um avião que parte em 2 horas, prepare suas coisas e avise a equipe.
E foi nesse momento que precisei interferir naquela troca de carinho que estava acontecendo lá dentro, um carinho tipo mãe e filha.
-Lexa, Abby- entrei na sala chamando-as - vamos pegar um avião em 2 horas, peguem as coisas de vocês, vão ao hotel, tomem um banho, e relaxem nos encontrem Miranda no aeroporto e eu encontrar vocês lá depois, pois vou na Ambulancia com Clarke.
Abby se levantou e saiu, mas Lexa permaneceu parada.
-Lexa? - chamei-a
-Eu não trouxe coisas, sai do trabalho e fui direto ao aeroporto, então vou ficar aqui.
-Hotel Maddison Central- falei, lhe entregando um chave- tome um banho e pegue um roupa emprestada, Callie trouxe algumas roupas para mim, pegue uma para você e deixe a chave na entrada, por favor, sério, você está fedendo.
-O,- ela me chamou, ainda olhando para Clarke, eu temia a perguntáveis viria- ela vai ficar bem?
-Eu farei o possível, Lexa.
-Eu não quero sair daqui- ela lamentou- se eu sair e ela morrer-
-Ela não vai, prometo- Falei, me arrependendo pela promessa
-Ela também prometeu que voltaria- Lexa virou seus olhos marejados para mim
-Ela voltou- rebati.
Lexa deu-se por vencida, deixou um beijo em Clarke, murmurou umas palavras e saiu do lugar.
Me aproximei de Clarke, eu saindo falta dela, merda Clarke, o que você fez?
-Não se atreva a morrer- falei- eu prometi para sua namoradinha que você vai viver, falei e apliquei os remédios, um para ela permanecer sedada e outro era um dos antibióticos.
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gente, juro que tentei alongar o cap, mas estou realmente sem tempo!!!!! Cap meio fraquinho, mas acho que deu p confortar o coração de vc um pouco, né? Clarke está viva!!!!!! Isso não vai mudar, desculpem-me por assusta-las.
Obg pelo carinho de smp
, não deixem de interagir, pf... 

OBG PELOS 2K SEUS LINDOS E SUAS LINDAS

xx//littleg

apenas (sobre)vivendoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora