cap 38- me parece amor...

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Clarke

Anya nos mostrou o local e terminamos o "tour" no alojamento, onde colocaríamos o uniforme, que é composto por uma blusa verde, uma calça com essa estampa que o exercito usa e botinhas, o cabelo precisa ser preso, então rapidamente trancei-o no estilo boxeadora e ajudei O a trança-lo.

-Agora que já estão pronto- Anya começou- sigam-me. Hoje eu vou ensina-los a marchar e prestar continência, depois iremos para a primeira aula de sobrevivência que será a de tiro.

Paramos em uma sala grande, com vários alvos, Anya mandou a gente formar e nos ensinou que toda vez que alguém fardado passar pela gente devemos bater o pé direito ao lado do esquerdo, grudar a mão esquerda na coxa e levar a mão direita a testa, é um sinal de respeito, formamos uma fila para atirar, peguei o último lugar. O não acertou um alvo, ri internamente por isso. Chegou minha vez, peguei a arma, virei o cano e entreguei para Anya. Eu não vou levar uma arma.

-Pegue a arma, não precisa temer, não existe sucesso sem erro- Anya falou.

Peguei a arma e dei três tiros certeiros, um em cada alvo.

-Eu não temo, não temo errar. Apenas não encontro o sentido em levar uma arma se você está indo para salvar vidas. Eu não vou levar uma arma. Se o treinamento hoje for só de atirar peço que me dispense, prefiro passar meu tempo com quem eu amo.

-VÁ- ela gritou seca.

Sai dali e voltei para o hospital, não para trabalhar, mas sim para encontrar Lexa. São 18:40, o Sol aqui só se põe as 19:30 por ai, segui para a "sala da Lexa".

-Lex- falei entrando- vem, quero te mostrar uma coisa.

-Clarke, eu estou trabalhando- ela falou.

-Vem comigo- falei estendendo minha mão, ela bufou, mas segurou minha mão.

Seguimos até o vestiário que o exercito estava e eu falei para ela mudar de roupa rápido. O clima estava muito agradável, perfeito para dois corpos se aquecerem juntos, quebrando a corrente fria que a natureza trás. Puxei-a pelo braço, não me importando se as pessoas iriam perceber. Entramos no meu carro.

-Clarke- ela começou- pra onde estamos indo?

-É surpresa- respondi risonha- mas temos que ir rápido.

Coloquei minha mão em sua coxa, da mesma forma que fiz alguns meses atrás, era uma das únicas coisas que me lembrava daquela noite. Dessa vez eu não estou bêbada, eu quero isso. Ela fazia carinho na minha mão. Foi assim o caminho todo, até que chegamos a uma estradinha de terra, parei o carro e sai rápido, abri a porta para Lexa.

-Espera- falei quando ela saiu com uma cara espantada- coloca isso, sem espiar- falei entregando uma bandana.

Ela amarrou em volta dos olhos, entrelacei nossas mãos e segui a guiando pela estradinha.

-Chegamos- comemorei- não tira ainda.

Corri até um chalezinho que fica no canto do grande terreno vazio e peguei uma garrafa de chocolate- quente, e uma coberta, voltei até Lexa.

-Pode tirar Lex- falei jogando a coberta em seus ombros.

-Isso é lindo- ela falou olhando o degrade de cores no céu, puxei-a pela mão até um colchão, que estava no meio do terreno, nos deitamos ali, compartilhando da mesma coberta, do mesmo espaço- como você arrumou isso tudo?- ela perguntou quando lhe entreguei uma caneca de chocolate quente.

-Callie me ajudou- respondi com um sorriso.- meu pai deixou esse terreno para mim- falei colocando minha mão em seu cabelo, ela estava deitada em meu peito agora- ele disse que a vista mais bonita que ele já viu foi aqui-continuei, agora admirando as cores do céu, mais acima estava azul, pelo caminho roxo, laranja, rosa clarinho e o rosa escuro mais  perto na terra- quando eles procuravam um terreno para construir uma nova casa, eu tinha uns 7 anos na época, ele o comprou para mim, não para a nova casa. Disse-me que era a minha terra preciosa, e que eu só devia compartilhar dessa vista com quem realmente importasse para mim. Desde esse dia, eu passava a maioria das minhas tardes aqui com ele, por isso construímos juntos um chalezinho, depois que ele morreu- engoli seco, deixando uma lagrima solitária escorrer- eu nunca mais vim aqui, eu nunca trouxe ninguém aqui, nem mesmo Octavia, nem mesmo minha mãe e nem Derek. Isso mudou hoje, Lex. Eu te trouxe aqui, porque você é especial para mim, porque você me faz feliz e porque em tão me fez desenvolver sentimentos que eu nunca tive antes. E porque você me mostrou o mais puro amor, para uns pode ser cedo, mas eu não acho. Não acho que amor é relacionado com tempo, para mim é relacionado apenas com sentimento, eu não espero que você sinta o mesmo, mas eu preciso dizer, Lex. Eu te amo- finalizei soltando uma risadinha- Eu te amo muito, como nunca amei alguém.

O degrade o céu estava sumindo, ele estava ficando negro, assim que acabei de falar, girei as posições, ficando por cima de Lexa, encarando-a nos olhos, o que me fez pensar que meu pai estava enganado, os olhos de Lexa é a vista mais bonita do mundo.

-Eu amo você também- Lexa soltou- obrigada Clarke. Obrigada por tudo, por apenas estar aqui, mesmo em silencio, por ser você, por fazer tudo parecer fácil. Por me fazer sorrir só de pensar em você, eu amo você, eu amo tanto você- ela falou, levantando a cabeça e me dando um selinho em meus lábios, não a deixei quebrar o beijo, pedi passagem com a língua, transformando aquele beijo calmo em algo feroz, desci para seu queixo e percorri por toda a sua face, até a voltar para boca, quando me faltou ar, desci para o pescoço e finalmente retirei sua blusa, parei por um segundo, apenas para apreciar o corpo da minha morena, tempo suficiente para ela inverter as posições, senti a pressão de seu lábio em meu pescoço, ela foi descendo se livrando da minha blusa, diferente de mim ela não parou, apenas retirou meu sutiã, abocanhando meu seio direito, desci minha mão para sua bunda, percorrendo toda a expansão de suas costas antes de chegar em meu destino.

As peças de roupa foram tiradas aos poucos, até que estávamos ambas nuas, pele com pele, o frio não era maior do que o calor que produzíamos, eu só queria esse momento, com essa garota. Chegamos ao limite juntas, e adormecemos ali, de conchinha, no meio do nosso próprio universo, regadas de amor. Eu não me importaria de perder a licença agora, eu só quero estar ao lado da minha garota.

Eu estou cegamente apaixonada por Alexia Woods Kannenberg, essa mulher será a mãe dos meus filhos, ela é o amor da minha vida e isso é tudo que importa. Desculpa Deus, por não te amar cegamente como minha mãe queria, mas eu amo cegamente essa mulher, então nos abençoe e nos permita ser feliz.

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Oi amizades

Eu gostei bastante do cap p falar a verdade, desculpem-me pelo hot merda, mas eu não gosto muito de escrever hots e por isso sempre enrolo até não dar mais, agora vou dar uma avançadinha na fic.

Comentem o que acharam do cap e obrigada pelo carinho de sempre.

Xx//littleg

Juro juradão que tentei, mas não vai dar, sobre a sf:

Eu quero q o Jason de foda de vdd, vou transforma-lo em um paciente so p ele ter uma moret lenta e dolorosa, mentira(ou não), mas falando serio, o ep começou bem e Lexa apareceu de uma forma sensacional, tava gostando mundo até o "I love you" sem resposta, ai eu fiquei bem puta, mas temos as grandiosas fic para nos escorarmos, certo?

May we meet again, Lexa Kum TriKru.

OUR FIGHT ITS NOT OVER.

��

apenas (sobre)vivendoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora