Como eu sabia que era acônito? As balas queimavam. Queimavam muito mais do que as balas que eu normalmente recebia.
Eles estavam me olhando fixamente esperando que eu caísse, e foi isso que eu fiz, até conseguir me transformar em um lobo, e sair correndo. A porta de saída estava do meu lado, e mesmo estando como um lobo eu sabia ler placas. Comecei a correr tentando não gritar de dor, mas era impossível porque minha pele parecia estar ficando podre de dentro pra fora, sem falar na queimação e agonia. Eles foram atirando atrás de mim, até que pararam para pegar os carros. Vantagem para eles na certa, mas só até eu entrar na mata fechada.
Estava correndo como nunca, e a chuva apareceu só para piorar a minha situação. Eu escutava eles discutindo uma estratégia para me pegar, mas eu nem dava tanta atenção por causa da dor que se espalhava pelo corpo todo. Pulei um galho solto de uma árvore, e percebi a armadilha tarde de mais. Tinha uma armadilha de urso bem onde eu caí. Não consegui segurar o uivo de dor.
Como a dor nos volta a ser humanos, eu voltei a ser humana. Com as minhas garras tentava de todo jeito abrir a armadilha, nas as minhas mãos estavam tremendo graças ao frio da chuva. Tentei puxar o meu pé de lá a força, mas só aumentava a dor, e a armadilha nem se movia, enquanto o Argent vinha a todo vapor na minha direção. Cansei de tentar tirar a armadilha do meu pé, e arranquei a armadilha da árvore.
Com muita dor consegui ir pulando em um pé só, até uma toca de coiote. Fiquei lá tremendo d tentando não fazer barulho para não ser achada. Escutei eles passando várias vezes pela toca me procurando, mas nenhuma das vezes eles me encontraram. Percebi muito sangue no chão e não gostei disso. Uma hemorragia numa hora dessas pode me matar. Quer dizer, eu não sei se pode, mas prefiro não arriscar.
Me apoiando nas rochas da caverna tentei me levantar, mas estava tão fraca que caí de novo. Eu xinguei de todos os modos que sabia e tentei me levantar de novo. Dessa vez eu consegui me equilibrar, mas no terceiro passo caí de novo. Me levantei de novo, mas dessa vez não larguei as pedras. Fui andando de pouco em pouco até chegar na saída da caverna, e percebi que a chuva tinha passado. Consegui andar até certo ponto, quando caí de novo, mas eu tinha encontrado uma casa. Vi um carro estacionado na porta e vi que era o da Lydia. Espero que ela esteja em casa. Com o sangue escorrendo pelo corpo todo consegui chegar até a campainha da casa dela e bati. Não estava mais aguentando de dor no corpo e a minha cabeça já estava zonza por causa da perda de sangue. Eu me sentei na porta da casa dela tentando ficar viva por mais alguns minutos, mas eu não tinha tanta certeza de que isso aconteceria, então só me preocupei de assistir o por do sol.
Alguém atendeu a porta e soltou um grito.
___ Ly...dia... ___ foi a única coisa que consegui dizer quando ela me viu nua e toda estragaxa
Eu vi a ruiva me arrastar para dentro de casa. Escutei ela falar alguma coisa sobre a armadilha no meu pé, mas não consegui me concentrar no que era, então apenas consenti. Ela pegou um cobertor e me cobriu. Eu que de vez em quando fechava os olhos vi que Lydia conseguiu desarmar a armadilha do meu pé.
___ Eu vou te levar para o hospital. ___ ela disse me levantando pelo ombro e eu fiz que iam com a cabeça, mas tudo estava girando para mim
Ela me colocou no banco traseiro do carro e se sentou no do motorista. Ela deu partida no carro mas ele não queria funcionar.
___ TINHA QUE SER HOJE?!? ___ ela gritou com carro quando viu que ele não iria ligar ___ Vou ligar pro Scott.
Então ela me tirou do carro e eu fiquei sentada no asfalto esperando algo diferente quando eu vi um fogo saindo da mata.
___ O que é isso? ___ Lydia pergunto curiosa
Quando chegou mais perto, vi que era o cão do inferno. Agora que eu tô lascada...
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She's Evil - Teen Wolf
Hayran Kurgu" Sim, eu sou perversa, mas eu não sou a vilã. " Selina Reign Daaé vai para Beacon Hills para tentar se livrar de uma vez por todas dos seus problemas que são conhecidos por seu sobrenome. Os Chagny. Por mais sobrenatural que ela seja, Selina é mais...
