Karen volta ao litoral, para tentar desvendar seu passado, e para isso, vai contar com a ajuda do puro e singelo amigo Felipe, mas não imagina que está abrindo uma verdadeira caixa de pandora que irá abalar a sociedade litorânea!
Karen estava faminta, e decidiu ir preparar algo para comerem. Apanhou a camiseta dele e vestiu, pois ainda sentia certo constrangimento de ficar nua diante do olhar de Felipe.
Karen foi até a pia, e Felipe foi atrás dela, caminhando com naturalidade, completamente como veio ao mundo, diante do olhar embevecido de Karen.
Era como se ele tivesse sofrido uma lobotomia, e esquecido completamente os pudores que tinha até a bem pouco tempo.
Karen se virou para o outro lado, ainda meio constrangida, mas Felipe a agarrou, virando-a de encontro ao seu peito, e colou o corpo no dela. Inclinou a cabeça dela, levemente para trás e explorou-lhe os lábios suavemente.
Karen gemeu de prazer, e intensificou o beijo, sentindo imediatamente a reação do corpo dele.
Felipe se afastou, contemplando-a, adorando-a, então a ergueu no ar e colocou sobre a mesa.
Excitado demais pra poder esperar, Felipe tirou de Karen a camiseta, colando-se nela de modo sensual. Karen sentiu o coração disparar, batendo de encontro ao de felipe.
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Seu corpo latejava, e desejava ardentemente que ele a tocasse, mas ao mesmo tempo tinha vergonha do próprio corpo, e dessa vez não estavam num turbilhão de paixão, ao contrário... Felipe contemplava cada centímetro do corpo dela com um olhar de luxúria.
Felipe explorou os pequenos seios de Karen, fazendo-a estremecer de prazer e ansiedade. Karen agarrou os cabelos de Felipe, trazendo-lhe os lábios de encontro aos seus, beijando-o com desespero.
Felipe fazia Karen alcançar píncaros de prazer que ela nunca imaginou na vida que fosse capaz.
Ainda com o olhar emaciado e a voz sufocada de excitação, Karen afastou-se de Felipe, contemplando-o. Felipe sentiu o estômago latejar, e sem conseguir esperar mais, se insinuou entre as pernas dela.
Karen pensou que não poderia sentir mais prazer do que ja tinha sentido até ali, mas foi transportada à outra dimensão quando Felipe mergulhou pra dentro dela.
A princípio, Felipe apenas deslizou vagarosamente, encaixando-se... moldando-se dentro dela, imprimindo-lhe suas medidas, então começou a mover-se lentamente, excitando-a, torturando-a, aumentando gradativamente a velocidade de seus movimentos até levá-la à loucura.
Karen agarrou-se em Felipe como um náufrago se agarra à uma boia salva vidas. Felipe sentiu as unhas de Karen penetrando em suas costas e explodiu de prazer levando Karen com ele ao êxtase.
***
Karen continuou agarrada a ele, esperando que sua respiração e as batidas de seu coração voltassem ao normal.
A intensidade do que sentiu era tão forte que quase fez Karen perder os sentidos. Sentia até o nariz formigar e os ouvidos zunir bem baixinho...
Felipe a tomou nos braços e a levou de volta até a cama. Karen apoiou a cabeça no peito dele, enquanto ele lhe acariciava suavemente as costas.