"O nosso para sempre foi complicado, por muitas vezes achei que não aguentaria, que era o fim pra nós. Mas nunca foi, nós sempre dava um jeitinho de tá ali um pelo outro. E por isso foi tudo perfeito, talvez não pros outros mas pra nós sim, e é isso...
Hoje a noite era o batismo da Isis, eu já havia comprado um vestidinho a coisa mais linda pra ela usar. Ultimamente minha vida tem sido mimar essa menina e cuidar dela quando a mãe está trabalhando, o que acontece várias vezes na semana e eu gosto muito.
Nunca tive um contato direto com a mãe mas Foguete sempre pergunta se ela pode ficar e eu largo tudo na hora, bom é pro meu pai que me quer longe do movimento.
@indialua: princesa da dinda
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Postei essa foto em um dos dias que ela estava aqui em casa, Foguete vive olhando nós duas de longe quando estamos juntas, Gustavo que fica puto criando paranóia.
Nós já estávamos prontos, seria aqui no morro mesmo. Eu peguei minha bolsa e subi na garupa de Guto que passou pelas vielas até chegar na igreja. Em minutos, meus pais e TH chegaram, Mirella já estava aqui e assim que entrei, me juntei ao seu lado.
Quando começou a cerimônia, Foguete olhava pra Isis todo bobo, dava pra ver o quanto ele era apaixonado pela filha. A mãe também, mesmo que ela tenha uma cara fechada, dá pra ver que se derrete toda quando a pega no colo.
Mirella: A garota é a cara da mãe.
Índia: Acho a cara do pai.
TH: Tem cara de joelho.
Guto: Cala boca parceiro.
Eu comecei a rir baixo junto com eles, assinei o bagulho de madrinha e Fael de padrinho. Quando a batizou ela chorou bem fraquinho e quando escutou minha voz já abriu os bracinhos vindo pro meu colo.
Índia: A dinda tá aqui amor.
Fael: O dindo também.
Índia: Credo, se você olhar pra ele você assusta. - Ela riu de um jeito como se tivesse entendido o que eu falei, Fael me deu um tapa na cabeça e eu segurei pra não soltar palavrão dentro da igreja.
A entreguei no colo da mãe após nós tirarmos fotos e saí me sentando no lugar novamente. Quando a cerimônia acabou, todos fomos juntos pra casa dos meus pais comemorar, Pedrinho já organizava tudo então só chegamos bebendo e comendo.
Índia: Deixa eu trocar a roupinha dela Murilo, essa daí é desconfortável.
Eu subi com ela até meu quarto e coloquei uma levinha de frio pra ela não ficar com aquele vestido apertado. Sentei ela no meu colo com cuidado e tirei outra foto nossa enquanto ela ria.
Índia: Estou amando loucamente, uma lambisgóia que não tem um dente. - Eu cantei e comecei a rir vendo que não tinha nem sinal de dente nascendo ainda.
@indialua: minha vida pela sua, Isis
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Assim que descemos, a coloquei no carrinho ao lado dos pais e me sentei no colo de Gustavo depois de pegar uma lata de brahma.
Mirella: Pode falar amiga, isso era a coisa que você mais sentia falta de fazer.
Índia: Nem me fala, minha boca chegava a salivar querendo dar um gole.
Mirella: Nunca vi gostar tanto de uma breja desse jeito.
Índia: Não gosto, eu amo.
Guto: Você prefere eu ou cerveja?
Índia: Depende.
Guto: Ah é assim? - Ele disse rindo, dei um beijo nele e o abracei de lado.
Índia: Se tiver quente eu prefiro você.
Guto: Entendi dona Luiza.
Pisquei pra ele que fez drama mas logo já tava me beijando de novo, ficamos comendo churrasco e bebendo até tarde da noite. Quando já eram 03:00, Gustavo tava mais bêbado que uma mula.
Índia: Vai pro carro Gustavo, agora.
Ele saiu resmungando mas foi depois de despedir. Dei um cheiro na Isis que estava dormindo e despedi também do pessoal, quando entrei no carro Gustavo tava falando algo que eu não conseguia entender.
Índia: Que que cê tá falando?
Guto: Oi acabou a água toma banho de leite, acabou a água. - Cantou enquanto fazia arminha com a mão, o olhei sério mas logo comecei a rir.