Índia 🦋
Eu tava no maior bom humor depois da minha manhã com o Guto, tava na ronda tranquila pela favela até escutar uma mulher gritando por socorro. Se tem uma coisa que é inaceitável aqui é estupro, homem batendo em mulher ou pilantragem contra irmão.
Já entrei derrubando o portão vendo um filho da puta batendo na mulher com cinto, se achando mesmo.
Ele veio se criar pra cima de mim, até levantou a mão mas esqueceu que o buraco é mais embaixo. Não sabia que um homem podia ser tão nojento a esse ponto, de se achar superior só por ter a porra de uma rola no meio das pernas.
Subi igual o cão pra sala de tortura vendo o mesmo preso lá. Sorri com o meu melhor deboche pro mesmo que rosnou de raiva. Nunca havia feito isso antes mas iria fazer com prazer depois de toda merda que ouvi.
Peguei um alicate e coloquei uma cadeira na frente do mesmo me sentando, ele que estava com as mãos presas em uma mesa, facilitou ainda mais meu trabalho.
Perigo tinha tampado a sua boca, melhor ainda pra eu não ouvir merda. Cuspi em seu rosto fazendo o mesmo me olhar com fúria, me sentei em sua frente e escutei os meninos chegando atrás de mim. Me virei mandando beijo e vi Guto sorrindo pra mim.
Índia: Olha meu amor, nós temos platéia, você gostou? - Disse fazendo carinho no rosto do mesmo que se virou com ódio - Vamos fazer a unha, teu sonho é sentar num salão né? Vamos atacar sua masculinidade frágil.
Peguei um alicate e fui tirando sua cutícula com força e arranquei duas unhas fazendo o mesmo grunhir de dor.
Índia: Poxa, tá doendo? Desculpa, vou fazer com mais cuidado - Tirei mais uma de uma vez fazendo o mesmo se contorcer.
Fui tirando uma por uma e quando estava a carne pura, joguei álcool em cima e aí sim ele se contorceu com força.
Índia: Agora vamos cuidar dos pêlos. - Peguei uma pinça e fui tirando cílio por cílio dele que já chorava - Poxa, não chora, nós estamos só começando meu bem.
Passei a cera de depilar em sua sobrancelha e arranquei de uma vez fazendo o mesmo soltar um grito abafado por conta da fita em sua boca.
Índia: O que você acha de fazer as unhas do pé agora? Estão precisando de um trato, né?
Arranquei unha por unha assim como da mão, mas de brinde cortei um dedo com um facão, o peguei no chão e mostrei o mesmo.
Índia: Poxa, tu ia precisar disso? Acho que não, teu pé tá lindo assim. - Sorri jogando álcool em seu pé.
Nem estava pegando pesado, só queria ele sentindo que uma mulher estava fazendo isso com ele, com certeza esse fato estava doendo mais que qualquer tortura.
Comecei a socar seu rosto sem parar, chutei seu estômago e vi o mesmo perder o ar por alguns segundos.
Índia: Tu fala muita merda, né? Acho melhor cortar um pouco da tua língua, o que tu acha amiga?
Perigo colocou um bagulho igual de dentista, pra deixar a boca dele bem aberta.
Índia: Põe a língua pra fora. - Ele se debateu negando - Tu vai fazer por bem ou por mal? Põe a língua pra fora filho da puta.
Ele continuou negando, desci suas calças e peguei outro alicate apertando suas bolas, ele gritou de dor e no mesmo instante colocou a língua pra fora. Cortei um pedaço da mesma e coloquei num pote junto com seu dedo.
Índia: Isso daqui vai fazer parte da decoração, o que tu acha?
Henrique: Vadia de merda. - Disse em sussuros em meio a fraqueza. Dei outro chute em seu estômago vendo ele se contorcer forçando pra respirar.
Índia: O que tu disse? Não entendi direito. - Ele fechou o olho respirando fundo - Tu é o machão, não é? O que tu acha de um cano no seu cu? Coisa de viado né?
Ele negou rapidamente se debatendo com a força que o restava, pisquei pra Perigo que já começou os trabalhos enquanto o mesmo gritava de dor.
Índia: Caralho, ouvir teu grito de dor sem essa fita é ainda mais satisfatório. Poderia ficar o dia inteiro aqui.
Ouvi Guto perguntando se eu já havia feito isso antes, Th negou boquiaberto enquanto meu pai olhava assustado de certa forma. Fiquei andando pra lá e pra cá escutando seus gritos que eram prazerosos pra mim.
Fael chegou com meu kit de maquiagem igual eu queria.
Índia: Eu pensei em arrancar teu pau, realmente vai doer mas prefiro te humilhar. Tu vai passear na favela depois de eu dar um trato nesse teu rostinho acabado, tu tá fraco né colega?
Fiz uma maquiagem de respeito enquanto os vapores gravavam e os meninos que estavam ali vendo rindo, Perigo o pegou e colocou numa cadeira no meio da praça.
Chamamos geral pra assistir, todo mundo passava gastando ele e rindo, tô ligado que ele era um filho da puta na quebrada, ninguém gostava dele.
Tirei uma foto com ele pra guardar de recordação e depois de muito ali ficar admirando, os meninos o levaram pro matagal e fui indo atrás.
Neguinho: Chega, Índia.
Índia: Ja tá acabando, pô.
Guto: Isso é sério, tu tá ligada como isso faz mal.
Índia: Tô sentindo é prazer. - Dei de ombros seguindo até o matagal vendo eles atrás de mim.
Índia: Tu ficou gatão, olha - Mostrei um espelho pro mesmo que voltou a chorar - Favela toda te viu assim, fala que tu não gostou, seu sonho pô.
Perigo: Faça as honras, patroa. - Me entregou um fuzil. Sorri pra ele que já estava chorando de cabeça baixa.
Índia: Olha pra mim, pô. Olha pra quem vai acabar com tua vida. - Ele levantou o rosto contragosto chorando, sorri vitoriosa - Manda um beijo pro capeta por mim, daqui um tempo eu e ele se encontra.
Meti bala na cabeça dele sem dó, ficou igual uma peneira. Entreguei o fuzil pra ele e guiei pra minha casa, precisava tomar um banho.
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O Nosso Para Sempre
Fiksyen Peminat"O nosso para sempre foi complicado, por muitas vezes achei que não aguentaria, que era o fim pra nós. Mas nunca foi, nós sempre dava um jeitinho de tá ali um pelo outro. E por isso foi tudo perfeito, talvez não pros outros mas pra nós sim, e é isso...
