Feliz ano novo meus amores! Que 2021 seja incrível para todos nós.
Índia 🦋
Minha coroa ficou no Vidigal tomando conta com o Fael, já eu, meu pai e TH viemos ficar na Rocinha até isso estabelecer e acabar com a guerra.
Estava dormindo em um quarto com o Thiago e meu pai em um sozinho, eu e o Thiago vivíamos dormindo juntos em cama de casal quando alguém tava carente então nem da nada dormir junto aqui.
Arrumei minhas coisinhas e arrumei meu cabelo num rabo de cavalo, desci escutando a conversa dos homens e me sentei pegando um copo com Toddy que o Thiago fez pra ele.
Índia: Bom dia. - Murmurei enquanto arrumava um pão com presunto e mussarela.
TH: Tu é folgada em, Luiza.
Índia: Obrigada por fazer o toddy pra mim meu gato. - Ele bufou revirando os olhos e fez outro pra ele.
Ficamos ali por minutos conversando até fogos serem soltados, foi mais cedo do que imaginamos.
Nos levantamos colocando nossos coletes, peguei duas metralhadoras nas costas e pistola na cintura.
Magnata: Obrigada pela parceria, fé em Deus que ele é justo!
TH: Eu te amo, pirralha. Fica bem. - Ele beijou minha cabeça e saiu vazado, toda invasão era assim. Meu pai beijou minha testa falando que me ama e saiu correndo sendo acompanhado pelo tio Felipe.
Guto: Fica viva, Índia. Obrigada mermo, tu é foda.
Índia: Você também, Guto. Se cuida - ele assentiu e me deu um abraço rápido saindo pela porta, peguei por trás da casa e sai atirando em toda farda que eu via.
A trocação tava insana, só rajada e corpo caindo, meu coração tava lá na minha mãe, se acontecesse qualquer coisa comigo ou com meu pai e TH ela ficaria louca.
Deu uma acalmada onde eu estava, maioria dos cu azul no chão, fui andando pelas vielas até ver Guto ajoelhado com as mãos na cabeça, um policial batia nele com porrete enquanto o outro tinha uma arma apontada debochando, puta que pariu esse menino só se fode.
Índia: Sabe, problema de policial é falar demais, não conta com o ovo no cu da galinha, pô. - Meti bala na cabeça do que estava com a arma primeiro, o que estava batendo tentou pegar sua arma mas rapidamente atirei em sua cabeça indo ajudar Guto a se levantar - Virei seu anjo da guarda em, porra.
Guto: Caralho Luiza, eu quero matar esses filhos da puta. - Saiu no ódio atirando em tudo que via, eu que estava atrás só via policial caindo morto enquanto ele os olhava com ódio.
Outro foguete foi lançado, eles haviam recuado, geral comemorou mas Guto continuava nervoso.
Índia: Gustavo, porra. Vem cá.
Guto: Não encosta em mim, Luiza, não encosta. - disse me olhando de uma maneira que até eu fiquei assustada, mas tu demonstrou? Porque eu não.
Índia: Encosto sim, e pra tu bater em mim vai ter que ter duas rolas. Você tem seu filho da puta? Então encosta em mim que eu meto bala na sua cara. - Falei olhando pro rosto do mesmo que me olhava com ódio em seus olhos. Magnata e meu pai já estava perto caso algo acontecesse.
Guto: Não brinca com fogo, Luiza. Não quero te machucar. - gritou nervoso.
Índia: Bate em mim, Gustavo. Bate. - Ele levantou a mão e ficou olhando no meu olho por segundos.
Guto: Eu não consigo encostar em você, sua filha da puta. - Ele se virou descarregando a arma em um policial no chão. Abracei o mesmo que demorou mas retribuiu, me abraçou forte mesmo enquanto soltava toda raiva em sua respiração pesada. Assim que ele acalmou o soltei.
Índia: A próxima vez que você se quer pensar em levantar a mão pra mim, eu atiro até no seu cu, você entendeu? - Falei apontando o dedo na cara dele. Ele assentiu sorrindo, vi os filho da puta do meu irmão, Magnata e meu pai rindo.
Neguinho: Essa é minha menina.
Índia: Vencemos porra. - Pulei no colo do meu pai que me abraçou forte.
Neguinho: Você é meu orgulho. - Sussurrou no meu ouvido me fazendo sorrir.
Os vapores do tio Felipe saíram anotando os nomes dos soldados que morreram pra avisar e ajudar a família deles, subimos pra casa dele e eu fui tomar um banho já que estava toda suja de sangue.
Assim que me vesti, escutei batidas na porta.
Guto: Coe mandada. - Mandei dedo pro mesmo que entrou se sentando na cama - Obrigada mermo, valeu? Por ter me salvo essa caralhada de vez em tão pouco tempo e ter voltado a minha sanidade quando eu surtei.
Índia: É nós pô, tu é vacilão mas merece viver.
Guto: É porque tu se amarrou no beijo do pai e não suportaria ficar sem me beijar de novo. - Disse enquanto me abraçava por trás cheirando meu pescoço, me virei o olhando e sorri fazendo o mesmo olhar pra minha boca.
Índia: Será?
Guto: Pode crê que sim. - dei um beijo no canto da boca dele e quando ele vejo me beijar, pra deixar com vontade guiei até a cozinha, sou difícil pô.
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O Nosso Para Sempre
Fanfikce"O nosso para sempre foi complicado, por muitas vezes achei que não aguentaria, que era o fim pra nós. Mas nunca foi, nós sempre dava um jeitinho de tá ali um pelo outro. E por isso foi tudo perfeito, talvez não pros outros mas pra nós sim, e é isso...
