Capítulo 45

96 5 33
                                        

     Seu coração estava acelerado demais, suas mãos tremiam enquanto seguravam com força o volante, ela não conseguiu nem ligar o carro e sair do lugar

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.

     Seu coração estava acelerado demais, suas mãos tremiam enquanto seguravam com força o volante, ela não conseguiu nem ligar o carro e sair do lugar. Patterson, esse era o único assunto que rodeava a sua mente, a sua respiração não parecia regular, estava novamente envolvida em uma nova crise de ansiedade.

Como se não bastasse tudo o que estava acontecendo, uma visita inesperada trouxe Lorna violentamente de volta e ela não gostava dessa versão. Foi um susto para ela reencontrar uma pessoa que ela não via a anos, sentiu a energia que rodeava aquela mulher e não foi uma sensação boa, quando sua ficha enfim caiu Lorna saiu do carro ao encontro daquela mulher.

— Onde você está se escondendo Alli? Pelo amor de Deus eu estava te procurando como uma louca depois daquela ligação. — Aquilo fez novamente percorrer um frio pela espinha de Lorna, porque ela quase não se recordava daquela ligação.

— I-Ivy? — Ela pronunciou com dificuldades.

— Não, a branca de neve. —  Riu aquela mulher ironicamente. —  Vem! Sai desse carro e me dá um abraço sua idiota, faz anos que não nos vemos.

— Nossa me desculpa, é que faz muito tempo. — Ela abraçou a mulher mesmo que os seus sentidos estivessem mandando ela sair correndo.

— Precisamos sair daqui eu tenho muito o que conversar com você. — Falou a oriental observando bem o local onde estavam.

— Para onde você quer ir? — Questionou Lorna checando se não estavam sendo observadas.

— Estou ficando num apartamento a uns trinta minutos daqui. Você dirigi? — Respondeu a recém-chegada.

Enquanto dirigia até o local indicado por Ivy, flashs da adolescência flutuavam pela mente de Lorna.

Quinze anos atrás, Samara - Rússia

— Estamos juntas nessa Alli, vamos nos infiltrar e acabar com esse governo que tanto destruiu o nosso país. — Disse Ivy enquanto as duas brincavam de atirar pedras no lago.

— Vamos fazer valer a pena Ivy, pode ter certeza de que nos transformaremos nas maiores máquinas de destruição que esse país já viu.

— Para onde você vai Alli? — Ivy estava um pouco triste por se separar da sua melhor amiga.

— Vão me infiltrar na Cia em alguns meses, minha mãe já está trabalhando com eles então vamos nos mudar com o meu pai para alguma cidade dos EUA, vou receber uma nova identidade e seguir com o nosso plano.

— Eu tenho certeza de que você vai conseguir, você é incrível.

— E você Ivy, para onde vai?

A MORTE TEM COR Onde histórias criam vida. Descubra agora