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Capitulo 10

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O dia seguiu com o plano em andamento para a festa beneficente na mansão dos Lurney

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O dia seguiu com o plano em andamento para a festa beneficente na mansão dos Lurney.
Alguns estavam apreensivos. Outros, claramente nervosos.

Nenhum deles sabia exatamente quais surpresas os aguardavam naquela casa onde passado e presente pareciam insistir em se misturar.

— Está nervosa? — Tasha segurou a mão dela por um segundo. — Você está gelada.

— Está tudo bem. — Lorna respirou fundo. — A última vez que estive aqui foi no dia da prisão do George Lurney. Não são boas lembranças.

Ela se recompôs. Não era o momento de sentir nada.

— Vai ficar tudo bem, Lorna. Estamos juntos nessa.
— Tasha disse com firmeza.

— Confio em vocês. — Lorna respondeu, olhando pela janela. — Só tenho medo de estarmos errados. E se não for ela?
E se a Spencer não tiver nada a ver com isso?

— Se não for, vamos descobrir quem é. — Reade interveio. — E se ela estiver sendo usada, a gente ajuda. Mas não vamos sair daqui sem respostas.

Pouco depois da chegada, o restante do time já estava espalhado pela propriedade.

Comunicadores posicionados, entradas mapeadas, possíveis rotas de fuga observadas.

— Reade, já estamos posicionados. — A voz de Patterson soou discreta. — Jane e Kurt no andar superior.
Rich no jardim.
Eu vou entrar na casa e encontro vocês no salão principal. Os comunicadores estão atrás do segundo arranjo de flores à direita da entrada.

Eles se identificaram com os seguranças, pegaram as pulseiras e entraram. Patterson fez contato visual discreto. Tudo em andamento.

O salão começava a encher. Tons dourado e champanhe dominavam a decoração. Jornalistas se agrupavam perto da escadaria principal.

— Spencer chegou. — Avisou Patterson. — Está no salão cumprimentando os convidados.

Lorna respirou fundo e atravessou o espaço.

— Spencer!

A mulher se virou e abriu um sorriso genuíno.

— Alli! Meu Deus... — Elas se abraçaram. — Que saudade. Você está linda.

— Você não mudou nada. — Lorna respondeu com leveza.

— E continua de preto. Sempre disse que essa era sua cor.

— Preto sempre foi minha escolha mais segura.

Spencer então notou Reade e seus olhos brilharam com reconhecimento.

— Então esse é o famoso Robert?

Lorna sentiu o estômago contrair.

— Você lembra?

A MORTE TEM COR Histórias para pegar e não largar. Descubra agora