087 - Terno

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Falta menos de um mês pro casamento, o tempo passou voando, ontem o vestido de kiara ficou pronto e ela foi provar o mesmo, ela chegou em casa literalmente dando pulinhos de alegria, disse que o vestido ficou perfeito e que tava louca pra me ver de terno.

Logo eu de terno, mas bom é o meu casamento né!? Vou ter que usar, mas eu tô muito ansioso, não vejo a hora de poder ver ela entrando vestida de branco, pra enfim poder se torna minha, minha esposa.

Ainda são seis da manhã temos que estar as oito no trabalho, observo ela dormir tranquila no meu peito, vou passar o resto da minha vida tendo essa visão quando eu acordar e é uma visão magnífica.

Ela se move contra o meu peito resmunganhando.

- Que horas são? - questiona sololenta ainda com os olhos fechados.

- Seis e dez.

- Por que acordou tão cedo?

- Não sei, simplesmente acordei.

- Humrum. - fala ainda com os olhos fechados provavelmente tentando dormir mais um pouquinho.

- Não vai abrir o olho Preguicinha? - digo e beijo sua testa.

- Não. - diz manhosa - faz um cafuné em mim assim eu durmo mais um pouquinho.

Sorrio e levo minha mão até os seus cachos fazendo um cafuné gostoso.

- Minha noiva é muito mimada. - digo e ela sorri.

Eu amo esse sorriso.

- Você que me mima. - ela abre os olhos. - não pode reclamar.

- É claro eu dificilmente consigo dizer não a você. - digo e lhe dou um selinho.

- Adoro isso. - diz sorrindo.

- Vamos levantar e tomar um banho?

- Ou podemos ter uma foda matinal. - diz me olhando com aquele olhar de pervertida que só ela tem e com um sorriso malicioso.

- O que eu faço com você. - digo rindo segurando seu rosto.

- Me fode.

Beijo ela, e o fato de nenhum de nós dois termos escovado os dentes ainda se torna apenas um mero detalhe, ela se senta no meu colo enquanto não para de me beijar, seguro na sua nuca aprofudando mais o beijo, ela esfrega sua intimidade na minha me fazendo soltar um gemido.

- Tu é uma peste... - digo e ela sorri.

- Sou, mas quero ser fodida por você agora, então vamos adiantar o processo. - diz no meu ouvido e meu corpo inteiro se arrepia.

Puxo sua blusa pra cima e consigo ver seus maravilhosos seios, levo a mão a um enquanto passo minha boca pelo outro, fazendo ela gemer no meu ouvido.

Tudo indo muito bem até o celular dela tocar.

- Merda. - ela desliga sem nem ver quem é e me beija novamente.

Desço minhas mãos pra sua bunda apertando com força e ajudando a ela a se movimentar. Mas somos interrompidos novamente pelo som do seu celular.

- Eu vou matar quem seja.

Ela diz e pega o celular do lado da cama, ela atende ainda no meu colo.

- Sim?... como assim?.... eles não podem resolver isso?.... droga.... Tá bom eu chego aí daqui a pouco. - diz e desliga o telefone.

Ela bufa frustrada.

- Ficou pra depois nossa foda? - Digo divertido e ela me olha com um biquinho.

- Quando a gente chegar a gente continua. - ela me dá um selinho - você não vai se livrar de mim senhor Maybank. - diz saindo do meu colo.

Nosso Verão - JiaraHistórias para pegar e não largar. Descubra agora