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vocês não bateram a meta no capítulo anterior, mas serei boazinha e irei liberar esse capítulo pra vocês. Então boa leitura e batam a meta, pois agora só liberarei capitulo novo quando bater..✨

MARCELE

Na moral, fico no ódio e sem saber o que fazer quando vejo minha coroa chorando. Da um bagulho ruimzão no peito.

Foi só eu falar que ia ter que ir pra missão que a véia já começou a chorar pra caralho. Quase que não para mais. Mó medo dela ter até um treco.

Tive que ficar conversando e acalmando ela um tempão. Depois só arrumei uma mala pequena com umas roupas, tênis, chinelo, e outros bagulho. Escondi minhas armas no fundo falso da mala e depois de me despedir da dona Marta, eu vazei pra b2.

Cheguei lá e o Breno já veio me passando a visão de que já tava tudo no esquema, e que o JR já tava avisado que nós duas, eu e a Musa.

Passei a visão pro Breno sobre a Pietra e óbvio que ele não perdeu a chance de ficar tirando onda. Cuzão do caralho, perde a irmã mas não perde a piada.

Só troquei ideia com ele, coisa rápida mermo, só pra alinhar as ideias. E depois já vazei. Pietra mandou mensagem falando que já tinha feito o que tinha que fazer, e que tava me esperando pra tomar café da manhã.

Na moral mermo, baixinha é cheia de "mimimi" mas eu me amarro nessa viadagem com ela.

Marcele: tá bom Caraí, já entendi! - me afastei do Breno que tava tentando me abraçar de novo. O cara tá a quase dez minutos repetindo a merma coisa. Chatão.

Breno: fala comigo direito, malucona - me deu um tapa na nuca e eu já olhei feio pra ele, que riu.

Marcele: tá parecendo disco arranhado no bagulho, chato pá Caraí - resmunguei arrumando a postura.

Breno: tô falando sério mana, cuidado lá hein, porra?! E juízo também, faz nada na emoção não. - acendeu um baseado.

Marcele: do jeito que tu tá falando até parece que eu nunca fui pra uma missão né? Pá porra, Breno - fiz careta.

Breno: boca suja do Caraí hein parceira? A mãe vê isso tu leva logo um mocão pra ficar esperta. - soltou a fumaça.

Marcele: falando na coroa, ela ficou malzona quando eu falei que ia pra missão - cocei a nuca - vê se dá uma moral pra ela pô. Tá ligado como ela fica né? - ele concordou com a cabeça.

Breno: vai na paz que daqui eu tomo conta - fez um toque comigo - agora na moral mermo, se cuida tá? - me encarou.

Marcele: fica suave pô, eu volto inteira - ri e ele me puxou pra um abraço.

Breno: tu é minha menininha pô...- falou baixo e já me deu vontade de chorar. Nois se peita e os caraio, mas nois vive grudado e junto. Ficar longe um do outro é ruimzão. Meu irmão é minha metade, pô.

Marcele: parô com as viadagem hein? - limpei a garganta e ele riu.

Breno: abaixa a pose nunca né? Puta que pariu - negou com a cabeça.

Marcele: posturada sempre, cria. Ainda pô - cruzei os braços fazendo graça e ele riu.

Breno: vaza logo vai, doidona. Cês tem que chegar lá até meio-dia pelo menos, pra poder ver como ta as coisas e quem tá lá e já ficar na ativa. - abriu a gaveta e pegou dois malote e me entregou - se precisar de mais, fala que eu mando pra tu.

A DONA | SÁFICOOnde histórias criam vida. Descubra agora