Witsel Rocha.
Comecei minha vida universitária, muito entusiasmado e querendo me destacar naquilo que sou bom. E foi assim que me tornei próximo, Michelly, minha colega de classe. Alta com o corpo bem proporcionado, elegante e muito inteligente.
Eu entrei na universidade na verdade, com um pensamento de irei conhecer pessoas novas e quero mudar. Mas me enganei, só subi de nível, mas a faculdade contei os mesmos idiotas que uma escola primária ou secundária conteria. Isso me frustrou um pouco, pois não compensou minhas espectativas.
Se eu gosto de festas, eu gosto, mas a faculdade me mostrou que existem caras que são fanáticos por ela. Tenho colegas, que não se importam se é início, meio de semana, dia de teste ou não, eles só querem beber. Se eu me achava playboy sim eu me achava, mas eu tenho os meus limites. Ficar comentado com seus amigos como foi sua transa com uma garota é muita babaquice, dar os detalhes e não sei que. São informações inconvenientes.
Agora imagina, esse tipo de pessoa mais as pessoas com quem eu convivia no médio. Não está prestando.
Michelly minha colega de classe, se destaca entre as garotas por ser muito inteligente, participava e muito bela. Nas notas, ela apenas está abaixo de mim, quando olho para ela, vejo uma versão masculina menina. Ela ficou com um dos nossos colegas, tiveram um romance que não seu certo, porque o nosso colega foi um babaca, isso foi assunto da turma por meses a fio.
Fomos eleitos eu como chefe e ela subchefe e isso sou aumentou nossa proximidade.
— Witsel você tem namorada?— ela perguntou numa das nossas conversas.
Gosto de mulheres diretas e decididas.
— Não tenho e nem namoro.
— Porquê?
— Não gosto.
— Já namorou?
— Não, só não gosto.
— Então!— ela se colocou a minha frente e sorriu — tenho uma proposta, namore comigo. Você sabe que formos um belo casal e as pessoas comentam que somos, podemos dar vida à essa especulação.
— Não vejo benefício nisso, e não gosto de agradar os outros.
Ela sorriu, sem se deixar abater pelas minhas palavras.
— Será apenas um estágio, você não tem nada a perder. E quando não quiser mais que eu estagie é só dizer que irei parar.
Sorri para ela.
— Você é muito atrevida, quero ver o quanto vai durar.
E foi assim que começamos a conversar a namorar. No meio disso houve o incidente com a mãe de Mahatma. Mal vi o casal entrando eu percebi que a mulher é muito parecida com Mahatma, e depois de Ford a chamar tive a certeza.
Quando subiram para o escritório, não consegui me concentrar mas em nada. Algo me dizia que a conversa não iria acabar bem, e tive a certeza que bom acabou quando Mahatma saiu correndo e a perdi entre as ruas do seu bairro.
Ford me ligava perguntando se encontrei Mahatma, enquanto isso eu entrava em pânico, desde o dia que a vi tendo crise respiratória, não consegui descansar em paz, e foi assim que tive certeza que não podia me envolver com ela. Com certeza eu iria a ferir, e eu não queria ser a causa de seu sofrimento.
Na manhã segunda tive de ir porque um docente inventou de dar teste no sábado. Mas sempre mantendo contacto com minha tia para saber como ela está. Ela me disse que Mahatma não tem saído do quarto e que a mãe dela já se foi.
— Amor o que achas de irmos ao cinema.— Michelly me perguntou mal terminamos as aulas.
— Gostaria mas tenho compromisso, nós vemos amanhã.— dei um beijo nela e entrei em meu carro. Que me foi emprestado pelo meu pai, já que o meu mesmo, só terei quando eu comprar com meu próprio esforço.
Como Íris ainda é pequena, minha tia tem feito alguns trabalho em casa, enquanto sua secretária responde por ela fisicamente.
Quando cheguei, ela estava na sala com notebook a governanta estava cozinhando, Íris devia estar dormindo porque não há vi.
— Está no quarto!— respondeu sem olhar para mim.
— Nem me cumprimentas.— digo ofendido.
— Se eu sei que não vens ver a mim!— zombou.
— Acho que a senhora está com ciúme!— disse subindo as escadas, ela riu.
Quando cheguei ao quarto dela, ele estava deitada e cobrindo o edredom. Puxei as cobertas, e rapidamente ela se virou. Está com as mesmas roupas que vestia em seu aniversário.
— Mahatma, você está bem? Tens comido por acaso?
— E isso é da sua conta? — revirou os olhos.
— O que?— ameacei. Ela respirou fundo e se sentou na cama — Sabe que o fato de estar ferida não te dá o direito de ferir os outros?
— Eu sei.
— E porque está fazendo isso com seus pais?
— Só quero ficar sozinha.
Respirei fundo e me sentei na cama, olhei para o relógio no pulso.
— Se apresse, temos vinte minutos para sair.— ele queria protestar, mas coloquei meu dedo em sua boba — Quero cuidar de você está bem!? Já combinamos que você não pode me afastar, não é?
Suas bochechas ficaram vermelhas, então ela acenou a cabeça timidamente. Eu sorri para ela, a única garota que nunca teve um sorriso falso vindo de mim. E nunca me senti obrigada a ter de conviver com ela, a única que eu tolero que me estresse.
Depois que ela se trocou, fomos a um restaurante que está bem ao lado de um rio, uma das mais populares na cidade. Com os melhores mariscos e refeições. Escolhi pratos que eu sabia que ela com certeza iria gostar de comer, eu não estava faminto, meu estômago se enchia só de a ver comer.
— Uau...— ela disse quando viu um peixe voador no rio. — É a primeira vez que vejo um de tão perto.
Tendo essa informação em mãos, depois que comemos, a levei ao aquaria, que fica a noutra extremidade da cidade, mas de carro é muito mais rápido de se chegar.
— Caramba! Aquilo é uma baleia — ela disse correndo e me deixando para trás — Witsel olha aquilo tubarão e os dentes, e aquelas cicatrizes. Aquilo é um tubarão tigre sabia?
Ela correndo para outra extremidade onde tinha o peixe elétrico, e o polvo. A sua trás, tem uma parede de vidro onde se encontra uma das maiores baleias do aquário. Fiz algumas fotos, enquanto ele estava distraída. Depois a levei ao espetáculo de golfinhos que já havia começado.
— Minha única prece é que os vidros não se partam! — eu e algumas pessoas rimos do comentário dela.
— Não seja pessimista, sério, senão ficarei paranóico!
Ela riu de mim.
Ao fim do nosso passeio a acompanhei para casa, e a fiz prometer que ela iria se livrar dessa aura negativa daqui para frente.
— Já imaginava que Mahatma só sairia da cama se fosse tu!— Sheid
— Sou convincente.
— Acredito que sim, mas sei que não foi só isso. Estão namorando?
— Não. Você sabe que eu não... deixa para lá.
— Sério? Pensei que estivessem namorando, quer dizer todo mundo pensa assim. Vocês são muito próximos, mas do que uma amizade comum. Se demorar se decidir vai perder a vaga!
— O que te faz pensar assim?
— É um gênio da nossa família, dar voltas desnecessárias. Você devia ter visto que tempestade seu pai fez para poder levar sua mãe ao altar!
Ri.
— E para ter filhos e não estragar o corpo de modelo dela então! São coisa da vida né... Não vai ficar para jantar?
— Não, comemos muito hoje. Tenho que ir amanhã tenho aulas , nós vemos ruiva.
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O Que Me Tornei
RomanceO óbvio é a verdade mais difícil de se ver. Mahatma foi abandonada pela sua mãe quando ainda era pequena. Desde então sendo cuidada e protegida pelo seu pai. O porquê de sua mãe ter a abandonado e a dor da rejeição é algo que sempre lhe perseguiu. M...
