| Capítulo XXVII |

25 4 2
                                        

Mahatma Pines.

Sua língua brincou com meu clitóris de formas que eu nunca sequer imaginei ser possível. Agarrei seus cabelos o puxando mais para mim, enquanto rebolava em sua boca. Ele introduziu um dedo , a princípio foi estranho e desconfortável, nunca tinha enfiado nada na minha vagina.

Nada até agora, ele me chupa e estoca seu dedo dentro de mim, com muita vontade e sexualidade. 

— Witsel!— gemo sentindo uma corrente eléctrica atravessando meu corpo, arqueio as costas, antes de uma quantidade enorme de organismo sair de mim, e mesmo assim ele não para de me chupar. — Witsel...— eu preciso de ar — Witsel...— e introduz outro dedo. E em pouco tempo tenho outro organismo.

Ele abre suas calças e posiciona seu membro na minha entrada. Li vários livros, e resenhas de que a primeira vez é dolorosa, mas eu não senti dor. Eu só sentia prazer, eu só queria mais, ele apertava os meus seios por cima do vestido os esmagando com sua mãos. E quando ele viu seu orgasmo se aproximando ele tirou seu pênis e gozou na sua própria mão.

Ele só fez bem, porque não tomo anticoncepcional e nem tenho implante. Nunca nem sequer pensei em nenhuma das opções.

No segundo round, ele tirou meu vestido por completo e nos fez sentar juntos. Enquanto eu cavalgava ele chupava os meus seios e massageiava meu clitóris e novamente senti meu corpo contorcer, mordi seu ombro na mesma intensidade que sentia a volúpia dentro de mim.

Depois ele me fez segurar a parede enquanto ele batia minha bunda e estocava com força, até minha libido começava a desaparecer. Nunca que perderia a virgindade com três round seguidos. Quando ele estava prestes a gozar ele apertou meus seios por trás e me devolveu a mordida no ombro.

— Te desafio a me esquecer Mahatma.— sussurrou em meus ouvidos antes de me beijar.

— Isso tudo foi só para você provar que eu não posso te esquecer?— ele me abraçou por trás ignorando o tom magoado da minha voz.

— Isso foi uma punição por ter me insultado. Diga novamente que existe um cara melhor que eu que você nunca mais irá conseguir sentar sem pensar em mim.

— Você é um babaca. Só pensa em si.— me afastei dele, me arrependi no mesmo estante porque todo o meu corpo vibrava. Ele riu. Ele não se importa. — Sexo é só sexo para ti.

Peguei meu vestido e coloquei, peguei os meus saltos e comecei a calçar. Ele também vestia seu terno de volta. Mas ainda faltava minha calcinha, não tinha como eu sair sem calcinha.

— Eu fico com ela. — ele mostrou a calcinha em sua mão e de seguida meteu no bolso da calça. — mas uma punição por ter me ofendido.

Me aproximei dele tentando o arrancar a calcinha. E ele esquivou facilmente.

— Se você me tocar irei te foder. Você quem sabe, a calcinha ou mais uma rodada. — sorriu pervertido.

— É assim como se comporta com sua ficantes? Sempre que transam ficas com as calcinhas delas ?

— Podemos transar novamente numa outra ocasião para veres se a teoria é válida.

— Ao inferno Witsel.

Deixe-lhe com a calcinha e corri para o banheiro, preciso abafar esse cheiro a sexo e ver se não ficou nenhuma marca dele visível. Meu penteado esta todo desfeito. Droga Witsel.

{•••}

Eles decidiram não decidiram não viajar a lua-de-mel, já que o final do ano se aproxima. E eles acham melhor fazermos uma viajem em família. Mudamos de casa, eles compraram uma casa mais espaçosa e decorada. Com um toquei mais feminino, do que na antiga casa em que eu vivia com meu pai.

Para Witsel aquilo que aconteceu não parece ter mudado nada em sua vida, enquanto eu repetia os cenários em minha mente, mil e uma vezes. Ele continuava sua vida normalmente como se nada tivesse acontecido, como se não tivesse me desvirginado.

Noutro dia ele estava postando foto de uma garota do status com legenda " feliz aniversário little girl" aquilo me doeu, por um lado eu gostei de ter perdido minha virgindade com ele, mas por outro eu queria que fossemos algo a mais. Saber que ele dorme com outras garotas, que para ele não passei de mais uma, isso me deixa mal. Mas eu cheguei ao meu extremo, não tem como eu continuar alimentando esse sentimento, sabendo que ele se entrega a mil e uma garotas, como se não fosse nada. Não me sinto nada bem, ele é tocado por outras garotas. Mas se ele gosta de viver assim, não tem nada que eu possa fazer, apenas desejar felicidades do fundo do meu coração.

Passamos o final do ano, na casa dos pais da Sheid, minha madrasta. Uau, é tão difícil dizer isso. Metade da turma caiu praticamente na mesma universidade, só que em departamentos diferentes. Eu por exemplo estou na faculdade de medicina geral que fica num anexo fora do campus principal. Por outro lado,  Linêsia e Witsel estão no departamento de letras, enquanto Mário está no departamento de contabilidade.

Linêsia está se formando em ação social enquanto que Witsel Administração pública. Depois um grande passo rumo aos nossos sonhos, e de lá para cá tem sido difícil a gente se encontrar, vida universitária é outro nível.

— Mahatma peço para veres Íris para mim, quero fazer banho.— Sheid diz parando na porta do meu quarto.

— Está bem. — me levanto indo ao quarto dos meus pais, onde fica minha irmãzinha de apenas um mês, Íris.

O Que Me TorneiHistórias para pegar e não largar. Descubra agora